sábado, 28 de fevereiro de 2026

REVIEW - DYING LIGHT: THE BEAST

Nome do Game: Dying Light: The Beast 

Data de lançamento: 18 de Setembro de 2025 

Gênero: Survival

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series S/X e PC

Desenvolvedor: Techland

Estúdio: Techland

Análise: 

🧟‍♂️ Parkour, brutalidade e a maior reinvenção da série desde o primeiro jogo

Dying Light: The Beast marca o retorno da Techland ao universo de parkour e horror, mas com uma reviravolta: desta vez, o protagonista é um humano infundido com DNA de criatura, ganhando habilidades monstruosas que mudam completamente o ritmo do combate.

O jogo é mais intenso, mais focado e mais selvagem do que Dying Light 2, ao mesmo tempo em que recupera a alma do original.

A nova forma híbrida permite arrancar cabeças com as mãos, dilacerar inimigos e executar ataques animalescos. A crítica descreve isso como “satisfatório e perturbador ao mesmo tempo”. 

Mesmo após tantos anos, correr por telhados, saltar entre prédios e fugir de Volatiles continua emocionante. O jogo mantém a fluidez e o ritmo que definiram a série.

Apesar de menor que Villedor, o novo mapa é mais concentrado, cheio de detalhes e com melhor ritmo de exploração. GamesRadar+ chamou-o de “um sandbox de horror surpreendentemente profundo”. 

A presença do protagonista clássico dá peso emocional e nostalgia, algo muito elogiado por várias reviews. 

Missões secundárias têm mais personalidade e variedade, com destaque para encontros únicos e bosses especiais. 

Certos movimentos e interações ainda parecem “escorregadios”, especialmente em combate mais apertado. 

O mundo aberto, apesar de denso, às vezes se estende além do necessário. 

O jogo é mais uma “destilação” do que uma revolução, o que pode desapontar quem esperava algo totalmente novo. 

A forma “Beast” é tão forte que, em alguns momentos, o jogo perde parte da tensão tradicional da série. 

✅ Pontos Positivos

  • Combate brutal e satisfatório  
  • Parkour ainda no topo do género  
  • Mundo mais vivo e denso  
  • História mais focada e com o retorno de Kyle Crane  
  • Side quests ricas e bem construídas  
  • Dublagem em Português

❌ Pontos Negativos

  • Alguns controles continuam inconsistentes  
  • Mapa pode parecer grande demais  
  • Não reinventa a fórmula  
  • Poderes podem quebrar o equilíbrio  

🎯 Conclusão

Dying Light: The Beast é o melhor jogo da série desde o original, combinando parkour de excelência, combate visceral e uma atmosfera de horror mais intensa.

Não é uma revolução total, mas é uma evolução poderosa, com identidade própria e momentos memoráveis.

Para fãs de ação brutal, exploração vertical e noites aterrorizantes, é um dos grandes lançamentos do género.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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