segunda-feira, 20 de julho de 2026

REVIEW - RUSHING BEAT X: RETURN OF BRAWL BROTHERS

Nome do Game: RUSHING BEAT X: Return of Brawl Brothers

Data de lançamento: 19 de março de 2026  

Gênero: 2D Beat-'Em-Up

Plataformas: PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor: City Connection

Estúdio: Clear River Games

Descrição original: 

Um vírus batizado de 'incidente Joecal' multiplica a capacidade física do corpo ao ser contraído. Três anos depois, um novo incidente, o 'incidente Cyber Clone', estourou em uma cidade réplica. E mais um ano se passou... a batalha contra os Zeekus e os Cyber Clones está prestes a começar. Eles estão trilhando o caminho da destruição? Ou...

RUSHING BEAT foi originalmente desenvolvido pela Jaleco, com a City Connection agora liderando o desenvolvimento após adquirir os direitos de todas as propriedades intelectuais da Jaleco. RUSHING BEAT vem alimentando o vício dos jogadores por jogos de 'briga de rua' (brawler) desde 1992, quando o jogo apareceu pela primeira vez no Super Nintendo® Entertainment System. Agora, mais de trinta anos depois, 'The Peace Keepers' estão de volta com o renascimento da franquia para os consoles modernos!

Análise: 

🥊 Um beat ’em up clássico renascido, mais rápido, mais polido e com aquele espírito SNES que continua a ser divertido até hoje.

RUSHING BEAT X: Return of Brawl Brothers é uma nova versão do clássico da Jaleco, trazendo de volta a pancadaria direta, personagens carismáticos e aquela vibe de rua dos anos 90 que define o género.

A City Connection e Clear River Games fizeram aqui o que costuma fazer bem: preservar o original, modernizar o essencial e entregar uma forma prática de revisitar um jogo que marcou época.

É um beat ’em up simples, mas cheio de estilo e continua a ter aquele charme bruto que só os jogos da era 16‑bit tinham.

O combate mantém o estilo clássico dos beat ’em ups: andar para a direita, bater em tudo o que aparece e usar golpes especiais para limpar grupos de inimigos. É simples, mas funciona e continua divertido.

Os personagens têm estilos diferentes, com ataques fortes, rápidos ou mais técnicos, permitindo experimentar várias formas de jogar.

As fases misturam ruas, armazéns, áreas industriais e cenários urbanos, criando aquela sensação de “aventura de rua” típica dos beat ’em ups da época.

No geral, é um jogo que sabe exatamente o que é: um beat ’em up clássico, direto, nostálgico e cheio de personalidade.

✅ Pontos Positivos

  • Combate rápido e direto ao ponto.
  • Personagens carismáticos e bem animados.
  • Movimentos especiais e golpes variados.
  • Trilha sonora com aquele punch clássico dos anos 90.

❌ Pontos Negativos

  • História simples e pouco desenvolvida.
  • Alguns inimigos repetem padrões demais.
  • Dificuldade irregular em certas fases.
  • Movimentação ainda um pouco rígida, típica da época.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é uma ótima forma de revisitar um beat ’em up clássico sem perder o espírito original.

Não tenta reinventar nada, ele quer ser pancadaria old‑school com estilo renovado.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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domingo, 19 de julho de 2026

REVIEW BIOMECHANICAL TOY

Nome do Game: Biomechanical Toy

Data de lançamento: 16 de julho de 2026

Gênero: Plataforma 2D

Plataformas: PC, Nintendo Switch, Xbox Series X, PlayStation 4, Xbox One e PlayStation 5

Desenvolvedor:  QUByte Interactive

Estúdio: QUByte Interactive

Análise:

🤖 Um run‑and‑gun arcade que é puro caos divertido, estranho, rápido e com aquele charme sujo dos anos 90 que só os arcades tinham.

Biomechanical Toy é exatamente o tipo de jogo que eu gosto de revisitar quando quero algo simples, direto e com personalidade.

Nada de histórias longas, nada de tutoriais, é entrar, disparar e sobreviver ao caos.

A jogabilidade é run‑and‑gun puro, com movimento rápido, tiros constantes e foco total em reflexos. As fases são curtas, diretas e cheias de inimigos, mantendo o ritmo arcade original. 

O protagonista, Inguz, é um herói com visual extremamente anos 90: rabo‑de‑cavalo, óculos escuros e jeans apertados, um charme kitsch que define o tom do jogo. 

O mundo mistura brinquedos, máquinas, criaturas mecânicas e elementos surreais, criando uma estética única que não se parece com nenhum outro run‑and‑gun da época. 

Os bosses são um dos pontos altos: grandes, exagerados e com padrões claros, mantendo a tradição dos arcades espanhóis da Gaelco. 

A versão QUByte adiciona ferramentas modernas como save states, filtros, opções de vídeo e melhorias de acessibilidade, tornando o jogo mais fácil de revisitar sem perder a essência. 

O jogo é divertido, caótico e estiloso, é um título mediano da era arcade que vale pela curiosidade e pela vibe.

Pontos Positivos

  • Ação rápida e frenética estilo arcade. 
  • Visual pixelado vibrante e cheio de personalidade. 
  • Bosses criativos e bem animados. 
  • Mecânicas simples e diretas. 
  • Ferramentas modernas: save states, filtros, opções de vídeo. 
  • Mundo surreal e único, misturando brinquedos e biomecânica. 

Pontos Negativos

  • História rasa e pouco relevante. 
  • Dificuldade arcade pode frustrar iniciantes. 
  • Falta profundidade, experiência curta e direta. 
  • Alguns padrões de inimigos repetitivos. 
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Biomechanical Toy é uma preservação competente de um arcade estranho, criativo e cheio de personalidade.

Não é profundo, não é revolucionário, mas é divertido, rápido, surreal e perfeito para quem ama run‑and‑gun old‑school.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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terça-feira, 14 de julho de 2026

REVIEW - DRACAMAR

Nome do Game: Dracamar

Data de lançamento: 30 de abril de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Petoons Studio

Estúdio: Petoons Studio

Análise: 

Dracamar é um jogo que abraça completamente o espírito dos platformers 3D da era PS2: mundos coloridos, personagens simpáticos, níveis longos e uma jogabilidade simples, mas divertida.

Não é revolucionário, mas é encantador, familiar e perfeito para quem gosta de plataformas clássicos ou para jogadores mais jovens.

Dracamar aposta numa fórmula clássica: 15 níveis grandes, com plataformas, colecionáveis e pequenos desafios, seguindo a tradição dos jogos de aventura 3D dos anos 2000. 

A estética é brilhante, colorida e familiar, com personagens simpáticos e um mundo que parece saído de um desenho animado. 

A jogabilidade é simples e acessível, com foco em saltos, exploração leve e combate básico, tornando o jogo ideal para crianças, iniciantes ou quem procura algo descontraído. 

Os níveis são surpreendentemente longos, oferecendo uma boa sensação de progressão sem se tornarem cansativos. 

A história é direta: salvar o mundo de Dracamar do vilão King Crad, resgatar criaturas mágicas e restaurar a paz, narrativa leve, mas funcional. 

O jogo não tenta inovar, mas sim entregar uma experiência nostálgica, confortável e bem executada. 

Pequenos problemas técnicos existem, como culling e animações simples, mas nada que comprometa a experiência geral. 

Pontos Positivos

  • Legendas em português
  • Visual colorido e muito agradável. 
  • Níveis longos e bem estruturados. 
  • Jogabilidade acessível e fácil de aprender. 
  • Ótimo para iniciantes e público jovem. 
  • Atmosfera leve e carismática. 
  • Sensação nostálgica de platformer clássico. 

Pontos Negativos

  • Diálogos simples e um pouco rígidos. 
  • Baixa dificuldade para jogadores experientes. 
  • Alguns problemas técnicos menores. 
  • Estrutura demasiado segura e tradicional. 

🎯 Conclusão

Dracamar é um 3D platformer encantador, nostálgico e acessível, que funciona muito bem para quem procura uma aventura leve, colorida e sem complicações.

Não tenta reinventar o género, ele quer ser divertido, acolhedor e clássico, e nisso acerta em cheio.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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quarta-feira, 8 de julho de 2026

REVIEW - JUNKSTER

Nome do Game: Junkster

Data de lançamento: 16 de junho de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas:  Xbox Series X, PlayStation 5, PC e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Stormcloud Games Limited 

Estúdio: Stormcloud Games Limited

Análise: 

Um puzzle‑platformer inteligente, criativo e cheio de personalidade com foco total em física, engenhocas e soluções fora da caixa.

É um jogo centrado em puzzles físicos, com uma estética de sucata e máquinas improvisadas.

É um daqueles indies que não tenta ser grande, ele tenta ser esperto, bem‑desenhado e surpreendentemente viciante.

Junkster baseia‑se em puzzles de física onde o jogador precisa montar engenhocas, manipular objetos, criar trajetórias e usar sucata para resolver desafios.

A jogabilidade é extremamente intuitiva: arrastar, combinar, testar e ajustar, tudo com feedback claro e consistente.

A estética é um dos pontos fortes: tudo parece feito de lixo reciclado, com máquinas improvisadas, peças velhas e um charme industrial que dá personalidade ao jogo.

Os puzzles têm múltiplas soluções, incentivando criatividade e experimentação, algo que reviewers elogiam bastante.

A dificuldade cresce de forma acentuada, mas justa: cada nível ensina algo novo e depois exige que o jogador aplique esse conhecimento de forma mais complexa.

A história é mínima, funcionando apenas como pano de fundo para justificar a jornada do protagonista num mundo de sucata e engenhocas.

A duração é moderada: não é um jogo longo, mas é compacto, bem desenhado e sem enchimento.

A receção geral é positiva, com elogios à criatividade, ao design dos puzzles e ao estilo visual.

Pontos Positivos

  • Puzzles muito bem construídos.
  • Mecânicas físicas criativas e consistentes.
  • Visual estilizado com identidade própria.
  • Humor leve e personagens carismáticos.
  • Níveis variados e com soluções múltiplas.
  • Ótima curva de aprendizagem.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Dificuldade sobe rápido.
  • Algumas fases exigem tentativa e erro pesado.
  • História simples e pouco explorada.
  • Certos puzzles podem ser frustrantes.
  • Pouca variedade de ambientes.
  • Duração curta para jogadores experientes.

🎯 Conclusão

Junkster é um puzzle‑platformer criativo, inteligente e cheio de personalidade.

Não tenta ser épico, ele quer ser bem desenhado, coeso e divertido, e nisso acerta em cheio.

Para quem gosta de puzzles de física, engenhocas e soluções fora da caixa, é uma pequena joia indie.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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segunda-feira, 6 de julho de 2026

REVIEW - DEAD OR ALIVE 6 - LAST ROUND

Nome do Game: Dead or Alive 6 - Last Round

Data de lançamento: 25 de junho de 2026 

Gênero: luta

Plataformas: PlayStation 5, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Team Ninja

Estúdio: Koei Tecmo Games

Análise: 

O auge técnico de DOA6, mais completo, mais polido e com o pacote total de personagens, modos e visuais.

A edição “Last Round” de Dead or Alive 6 representa aquilo que o jogo deveria ter sido no lançamento:

todo o conteúdo reunido, todos os personagens disponíveis, todos os trajes, todas as arenas e todas as melhorias aplicadas.

É a versão mais estável, mais equilibrada e mais rica do jogo.

O combate continua a ser o ponto mais forte: rápido, técnico, com ênfase em leitura de movimentos, contra‑golpes e mind‑games. A mecânica de Break Gauge adiciona profundidade sem comprometer o ritmo clássico da série.

Visualmente, DOA6 está no topo da franquia: modelos detalhados, animações fluidas, efeitos de impacto e arenas interativas que tornam cada luta mais dinâmica.

A edição “Last Round” reúne todo o conteúdo lançado, incluindo personagens adicionais, trajes, arenas e ajustes de balanceamento, criando a versão mais completa e acessível para novos jogadores.

O modo história é extenso, com cutscenes cinematográficas, mas a narrativa é fragmentada e difícil de seguir.

O online funciona, mas não é perfeito: o netcode é melhor do que no lançamento, porém ainda apresenta inconsistências, especialmente em regiões com menor playerbase.

A quantidade de conteúdo cosmético é enorme, e embora tenha sido criticada pelo modelo de DLC, na edição definitiva isso se transforma num ponto positivo: há opções para todos os gostos.

Em termos de jogabilidade, é a versão mais equilibrada, com ajustes que melhoram personagens que estavam fracos e reduzem abusos de quem estava forte demais.

Falta de legendas em português de algo que é definitivo....

Não é possível fazer live do modo história caso faça a stream direto do videogame...

Pontos Positivos

  • Visual impressionante com o melhor motor da série.
  • Combate rápido, fluido e técnico.
  • Sistema de Break Gauge bem integrado.
  • Elenco enorme e variado.
  • Modo história completo e cinematográfico.
  • Muitos trajes, arenas e personalizações.
  • Versão mais estável e equilibrada do jogo.
  • Ótima opção para jogar casual ou competitivo.

Pontos Negativos

  • Netcode ainda inconsistente.
  • História confusa e mal estruturada.
  • Alguns personagens continuam desbalanceados.
  • Interface pouco intuitiva.
  • Poucas novidades reais além do pacote completo.
  • Falta de legendas em português
  • Modo história não dá para fazer stream

🎯 Conclusão

Dead or Alive 6 – Last Round é a melhor forma de jogar DOA6. É a edição mais completa, mais polida e mais equilibrada, com todo o conteúdo reunido e uma experiência muito superior ao lançamento original.

Para fãs de luta 3D, é um jogo rápido, técnico e visualmente impressionante.

Para quem já jogou DOA6 antes, esta versão é finalmente aquilo que o jogo merecia ser.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:




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segunda-feira, 29 de junho de 2026

REVIEW - ARASHI GAIDEN

Nome do Game: Arashi Gaiden

Data de lançamento: 14 de Julho de 2025 

Gênero: Jogo de turnos de estratégia

Plataformas:  PC, Nintendo Switch, Xbox Series X, Xbox One, PlayStation 4, PlayStation 5

Desenvolvedor: Statera Studio

Estúdio: Nuntius Games

Análise: 

🗡️ Um híbrido ousado entre tática por turnos e ação ninja, estiloso, desafiador e surpreendentemente estratégico.

Arashi Gaiden mistura tática por turnos, posicionamento, execução precisa e ação rápida, criando um sistema híbrido que nenhum outro jogo ninja está a fazer neste momento.

É um jogo que exige planeamento, leitura de padrões, timing perfeito e execução limpa.

Cada fase é um puzzle sangrento e isso não é metáfora, é literalmente isso mesmo!

O combate é por turnos, mas extremamente rápido: cada ação exige precisão, e qualquer erro pode custar a fase inteira.

A jogabilidade mistura estratégia de posicionamento, execução técnica e timing, criando um sistema híbrido que nenhum outro jogo ninja oferece atualmente.

A pixel art é estilosa, violenta e cheia de personalidade, com animações fluidas e cenários densos.

Cada fase funciona como um puzzle tático, onde o jogador precisa descobrir a sequência ideal de movimentos para sobreviver.

A dificuldade é elevada, e o jogo recompensa quem se dedica e aprende as mecânicas.

A narrativa é simples, mas o foco está totalmente na jogabilidade e no desafio.

Algumas explicações do game são pouco clara, mas nada que comprometa a experiência geral.

Pontos Positivos

  • Mistura única de tática + ação.
  • Pixel art estilosa e muito bem animada.
  • Sistema de turnos rápido e agressivo.
  • Fases que funcionam como puzzles estratégicos.
  • Dificuldade alta, mas recompensadora.
  • Atmosfera ninja muito bem construída.
  • Excelente para quem gosta de precisão.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Curva de aprendizagem íngreme.
  • Mecânicas podem parecer confusas no início.
  • Alguns bugs técnicos relatados por reviewers.
  • Explicações pouco claras em certas habilidades.
  • Pode frustrar quem espera ação contínua.

🎯 Conclusão

Arashi Gaiden é um jogo ninja tático, preciso e desafiador, que mistura ação e estratégia de forma única.

Não é para todos mas para quem gosta de jogos que exigem cabeça fria, execução perfeita e leitura de padrões, é uma experiência brutal e memorável.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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terça-feira, 23 de junho de 2026

REVIEW - BEHOLGAR II

Nome do Game: Beholgar II

Data de lançamento: 11 de junho de 2026 

Gênero: Metroidvania

Plataformas: PC, Nintendo Switch, Xbox Series X, Xbox One e PlayStation 5

Desenvolvedor:  Serkan Bakar

Estúdio: Serkan Bakar

Análise: 

Um metroidvania dark‑fantasy direto ao ponto mais linear, mais polido e mais brutal que o primeiro.

Beholgar 2 é a continuação do metroidvania de ação criado por Serkan Bakar, e mantém tudo aquilo que tornou o primeiro jogo marcante: combate pesado, atmosfera sombria e um herói bárbaro que resolve tudo na base da força.

Mas desta vez, o jogo aposta numa abordagem mais linear, mais refinada e menos punitiva, sem perder o charme retro.

A narrativa coloca Beholgar numa nova jornada para impedir o despertar do Rei Djinn, uma entidade antiga que ameaça mergulhar o mundo em trevas. Para isso, o herói precisa encontrar uma espada lendária forjada há séculos, descendo a regiões infernais e enfrentando criaturas sobrenaturais. 

O combate mantém a base do primeiro jogo, mas está mais fluido e com melhor feedback visual. Golpes têm peso, inimigos punem erros e o jogo recompensa timing e posicionamento. 

A estrutura é mais linear e refinada, reduzindo frustração e tornando a progressão mais clara. 

A estética dark‑fantasy é um dos grandes destaques: cenários sombrios, criaturas demoníacas e um clima que remete a filmes de fantasia dos anos 80 e 90. 

O jogo mantém elementos “souls‑like”, como inimigos que reaparecem e mortes punitivas, adicionando tensão constante. 

Os bosses são variados, com padrões bem definidos e apresentações cinematográficas, sendo um dos pontos mais elogiados por jogadores e reviewers. 

A versão de PC e consoles apresenta performance estável, com boa fluidez mesmo em áreas mais densas. 

A receção geral é positiva, com avaliações “Mostly Positive” no Steam (75% positivas). 

Pontos Positivos

  • Visual dark‑fantasy mais detalhado e atmosférico. 
  • Combate mais fluido e responsivo que o primeiro. 
  • Estrutura “Metroidvania‑lite” mais acessível. 
  • Novas habilidades e progressão mais clara. 
  • Bosses criativos e bem apresentados. 
  • Performance sólida e estável nas versões modernas. 
  • Atmosfera sombria inspirada em fantasia dos anos 80/90.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Linearidade pode desapontar fãs de metroidvanias complexos. 
  • Respawn de inimigos estilo “souls‑like” pode frustrar. 
  • Dificuldade irregular em certas áreas. 
  • História simples e pouco aprofundada. 
  • Algumas zonas repetem padrões de inimigos. 

🎯 Conclusão

Beholgar 2 é um metroidvania old‑school que sabe exatamente o que quer ser:

Um jogo direto, brutal, atmosférico e com foco no combate.

Não tenta competir com gigantes do género, ele aposta numa experiência mais linear, mais acessível e com forte identidade visual.

Para quem gosta de ação 2D com vibe dark‑fantasy e combate pesado, é uma excelente escolha.

Para quem procura um metroidvania enorme, complexo e cheio de sistemas, pode parecer simples demais.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#Beholgar2