domingo, 8 de fevereiro de 2026

REVIEW - NIOH 3

Nome do Game: Nioh 3

Data de lançamento: 06 de fevereiro de 2026 

Gênero: Souls

Plataformas: PlayStation 5 e PC 

Desenvolvedor: Team Ninja 

Estúdio: Koei Tecmo Games

Descrição original: 

Supere desafios difíceis em um campo aberto. Este jogo se passa em um campo aberto, no qual os jogadores podem explorar livremente enquanto aproveitam a tensão única que acompanha todos os títulos de Nioh. Enfrente encontros formidáveis com youkai poderosos, explore vilarejos onde seres suspeitos espreitam, encare os desafios imponentes do Crucible e aproveite os novos ambientes emocionantes e hostis enquanto luta para sobreviver ao reino amaldiçoado!

Em Nioh 3, os jogadores podem aproveitar dois estilos de combate diferentes: Samurai e Ninja. Com base nas tendências dos inimigos e dos cenários, os jogadores podem alternar instantaneamente entre as técnicas de Samurai e Ninja a qualquer momento, ou optar por lutar usando apenas um estilo continuamente, dependendo do desafio à frente. Sinta-se livre para jogar com o estilo que mais gostar.

Estilo Samurai  

Este estilo oferece uma experiência de jogo semelhante aos títulos anteriores de Nioh. Novas ações, como 'Proficiência em Artes', que aumenta o poder das artes marciais, e 'Desviar', que permite bloquear ataques inimigos no último instante, foram adicionadas, ajudando a criar uma série de confrontos intensos e mortais frente a frente.

Análise: 

A Team Ninja leva a fórmula ao limite, mais brutal, mais técnico e mais ambicioso

Depois de dois jogos extremamente elogiados, Nioh 3 chega como a evolução natural da série: combate ainda mais profundo, um sistema de builds mais flexível e um foco maior em narrativa. A Team Ninja mantém o DNA da franquia, que é a dificuldade elevada, loot intenso e ação frenética, mas adiciona novas camadas que tornam esta a entrada mais completa até agora.

A mistura de posturas, Ki Pulse, armas tradicionais e habilidades Youkai atinge o auge aqui. Os inimigos são mais agressivos, mas também mais telegráficos, tornando o combate difícil, porém justo.

O protagonista agora pode alternar entre três formas Youkai durante a luta, cada uma com habilidades únicas. Isso abre espaço para builds absurdamente criativas.

Sem virar um “soulslike de mundo aberto”, Nioh 3 traz áreas mais amplas, com rotas alternativas e segredos bem escondidos.

A narrativa finalmente recebe mais atenção, com personagens melhor desenvolvidos e um enredo que mistura mitologia japonesa com elementos históricos de forma mais coesa.

A Team Ninja domina o estilo: cenários sombrios, Youkais grotescos e efeitos de combate espetaculares. O jogo roda de forma extremamente fluida, mesmo em momentos caóticos.

A dificuldade continua altíssima. Mesmo com melhorias de acessibilidade, Nioh 3 não tenta agradar quem não gosta de desafios extremos.

Apesar de novos Youkai, certos tipos aparecem com frequência excessiva, especialmente no meio da campanha.

A quantidade de itens ainda é absurda. Jogadores que não gostam de “inventário infinito” podem se cansar rapidamente.

Pontos Positivos

  • O melhor combate da série
  • Novas formas Yokai
  • Mapas maiores e mais interconectados
  • História mais focada
  • Visual e performance excelentes
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Ainda é um jogo para poucos
  • Alguns inimigos reaproveitados
  • Sistema de loot continua exagerado

🎯 Conclusão

Nioh 3 é a evolução que os fãs esperavam: brutal, profundo, estiloso e cheio de conteúdo. Não tenta ser mais acessível, não tenta copiar outros jogos — apenas aperfeiçoa a fórmula que a Team Ninja domina. Para quem gosta de ação técnica e desafiadora, é um dos melhores jogos do género.


Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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sábado, 7 de fevereiro de 2026

REVIEW - DLC VISIONS OF FOUR HEROES - DYNASTY WARRIORS: ORIGINS

Nome do Game: DLC Visions of Four Heroes - Dynasty Warriors: Origins

Data de lançamento: 22 de Janeiro de 2026

Gênero: Musou

Plataformas:  Nintendo Switch 2, PlayStation 5, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor: Koei Tecmo Games 

Estúdio: Koei Tecmo Games

Descrição original: 

Uma grande DLC para DYNASTY WARRIORS: ORIGINS focada nos sonhos não realizados de quatro heróis esquecidos: Zhang Jiao, Dong Zhuo, Yuan Shao e Lu Bu. Alguns heróis desapareceram sem jamais cumprir seus objetivos... Mas e se um Guardião da Paz tivesse caminhado ao lado deles? Experimente o que poderia ter sido ao unir forças com Zhang Jiao, Dong Zhuo, Yuan Shao ou Lu Bu, quatro heróis não celebrados do jogo principal.

A DLC apresentará uma forma ainda mais evoluída das empolgantes batalhas de 1 contra 1.000. Novos tipos de armas, como arcos e dardos com corda, junto de novas Artes de Batalha e companheiros, permitirão que você fique ainda mais forte e domine o campo de batalha ao lado do herói escolhido

Análise: 

⚔️ Quatro heróis, quatro perspectivas e uma expansão que aprofunda o melhor que Origins oferece.

Visions of Four Heroes é a primeira grande DLC narrativa de Dynasty Warriors Origins, trazendo novas missões, novos cenários e quatro campanhas curtas focadas em personagens que não tiveram tanto destaque na história principal. A expansão aposta em perspectivas paralelas, ampliando o contexto dos conflitos e reforçando o lado mais dramático da guerra.

Cada herói recebe uma mini-história própria, com missões exclusivas e cutscenes inéditas. A DLC faz um ótimo trabalho em mostrar eventos paralelos à campanha principal, enriquecendo o mundo e dando mais peso às batalhas.

As fases introduzem objetivos diferentes, como defesa de caravanas, infiltrações rápidas e batalhas de cerco mais intensas. É um conteúdo mais focado e menos repetitivo do que algumas missões do jogo base.

A DLC traz mapas inéditos e versões alternativas de campos de batalha conhecidos, com clima dinâmico e efeitos visuais mais dramáticos.

Cada um dos quatro heróis recebe um pequeno conjunto de movimentos adicionais, o que incentiva experimentar estilos diferentes.

A narrativa expande motivações, rivalidades e alianças, especialmente para personagens que antes pareciam subutilizados.

Apesar de bem escritas, cada arco dura pouco. Esperava algo mais robusto e a galera pode ter a sensação da DLC terminar rápido.

Mesmo com cenários novos, parte das missões ainda usa áreas já vistas no jogo base, o que reduz o impacto da novidade.

Fora habilidades e armas específicas, a DLC não adiciona sistemas novos ou conteúdos que alterem profundamente o endgame.

Pontos Positivos

  • Quatro campanhas curtas, mas bem construídas
  • Novas missões com variedade real
  • Novos cenários e variações climáticas
  • Novas habilidades e armas secundárias
  • Mais contexto político e emocional

Pontos Negativos

  • Campanhas curtas demais
  • Alguns mapas reaproveitados
  • Poucas recompensas permanentes
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Visions of Four Heroes é uma expansão bem-feita, narrativa e focada, que aprofunda personagens e eventos paralelos de Dynasty Warriors Origins. Não é uma DLC gigantesca, mas entrega qualidade, boas missões e momentos memoráveis para fãs da série. Para quem gostou da campanha principal e quer mais contexto e variedade, é um complemento muito sólido.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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domingo, 1 de fevereiro de 2026

REVIEW - NUCLEAR THRONE

Nome do Game: Nuclear Throne

Data de lançamento: 05 de dezembro de 2015

Gênero: Top-Down Shoot-'Em-Up / Roguelite

Plataformas: PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, PlayStation 3, Nintendo Switch e Xbox One

Desenvolvedor:  Vlambeer

Estúdio: Vlambeer

Descrição original: 

Nuclear Throne é um jogo de tiro visto de cima, do tipo roguelike, ambientado em um mundo pós-apocalíptico. Não é aquele pós-apocalipse do tipo “a última esperança da humanidade”, mas sim do tipo “a humanidade foi extinta e mutantes e monstros agora vagam pelo mundo”. Lute através das terras devastadas usando armas poderosas, coletando radiação para sofrer mutações e adquirir novos membros e habilidades.

Análise: 

🎮 Review: Nuclear Throne (10th Anniversary Update)

Nuclear Throne, da Vlambeer, sempre foi um dos roguelites mais influentes e caóticos do gênero. Dez anos depois do lançamento original, o jogo recebe o Update #100, descrito pela própria equipa como “o maior e mais insano update da história do jogo”, reunindo novamente os criadores originais para celebrar o aniversário. 

O update adiciona um novo personagem, melhorias técnicas, novos modos e uma série de ajustes que revitalizam completamente a experiência.

O update de 10 anos introduz Cuz, o 13º personagem jogável. Ele possui a habilidade Cry, que destrói inimigos e projéteis com um grito devastador e ainda pode carregar três armas ao mesmo tempo, algo inédito no jogo. É um personagem agressivo, caótico e perfeito para jogadores experientes que gostam de arriscar.

A equipa original voltou para criar o Update #100, trazendo: novas skins, melhorias de performance, suporte a 60fps e widescreen, balanceamento geral, um novo “boss” especial e várias correções acumuladas ao longo dos anos.

O loop de ação rápida, armas absurdas e mutações estratégicas permanece tão viciante quanto sempre. Nuclear Throne continua sendo um dos roguelites mais intensos já feitos.

O pixel art agressivo e a trilha sonora energética ainda se destacam mesmo após uma década.

Mesmo com ajustes, o jogo continua extremamente punitivo, o que pode afastar novos jogadores.

Menus, interface e certos comportamentos de IA mostram a idade do jogo, mesmo com o update.

Pontos Positivos

  • Novo personagem: Cuz
  • A maior atualização da história do jogo
  • Gameplay continua impecável
  • Estilo visual e sonoro continuam marcantes

Pontos Negativos

  • Dificuldade ainda brutal
  • Alguns elementos continuam datados

🎯 Conclusão

O update de 10 anos transforma Nuclear Throne numa celebração completa do que o jogo representa: caos, criatividade e desafio puro. O novo personagem Cuz adiciona variedade real ao gameplay, e as melhorias técnicas tornam o jogo mais fluido do que nunca. Para quem já era fã, é o momento perfeito para voltar. Para quem nunca jogou, esta é sem dúvida a melhor versão já lançada.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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sábado, 31 de janeiro de 2026

REVIEW - FINAL FANTASY VII REMAKE INTERGRADE

Nome do Game: Final Fantasy VII Remake Intergrade

Data de lançamento: 22 de Janeiro de 2026 

Gênero: JRPG

Plataformas: PlayStation 5, PC, Nintendo Switch 2, Xbox Series X e Xbox One

Desenvolvedor:  Square Enix

Estúdio: Square Enix

Descrição original: 

FINAL FANTASY VII REMAKE expande e reimagina o espetacular mundo do jogo original de PlayStation. Ele cobre até a fuga de Midgar e é o primeiro jogo do projeto FINAL FANTASY VII REMAKE.

INTERGRADE é um pacote que inclui tanto o REMAKE quanto o novo episódio com a Yuffie. No episódio dela, jogue como a ninja cheia de energia após sua chegada a Midgar. Lá, ela e outro agente de Wutai devem se encontrar com a sede da Avalanche, infiltrar o Edifício Shinra e roubar a matéria mais poderosa do conglomerado.

FINAL FANTASY VII REMAKE INTERGRADE aproveita o hardware da nova geração e inclui uma variedade de melhorias gráficas, de jogabilidade e de sistema para o PS5:

Mergulhe na cidade de Midgar como nunca antes, com texturas, iluminação e cenários de fundo aprimorados.

Os jogadores podem alternar entre dois modos de jogo:

• Modo Gráfico prioriza gráficos em alta resolução 4K

• Modo Performance prioriza ação fluida a 60 quadros por segundo

Capture e compartilhe seus momentos memoráveis com um Modo Foto totalmente personalizável.

Aproveite batalhas imersivas usando o controle sem fio DualSense, com feedback tátil integrado, e desfrute de corridas de moto dinâmicas com gatilhos adaptáveis.

Novas configurações de dificuldade no Modo Clássico oferecem novas maneiras de jogar.

Entre na ação mais rápido com tempos de carregamento otimizados.

Análise: 

🎮 Review: Final Fantasy VII Remake Intergrade (Xbox Series X)

⚔️ A chegada definitiva de Midgar ao ecossistema Xbox

Depois de anos de espera, Final Fantasy VII Remake Intergrade finalmente desembarca no Xbox Series X e chega não apenas como um port, mas como a versão mais completa e tecnicamente refinada disponível no console. Com melhorias gráficas, performance sólida e o episódio extra da Yuffie incluído, esta edição entrega a experiência definitiva para jogadores Xbox e fora a possibilidade de utilização e truques que facilita a experiência para quem tem o tempo limitado.

O jogo roda de forma extremamente fluida, com carregamentos rápidos e estabilidade impecável. Midgar nunca pareceu tão viva no hardware da Microsoft.

Texturas, iluminação e efeitos foram claramente otimizados. A atmosfera urbana e industrial ganha profundidade e nitidez superiores às versões anteriores.

O conteúdo adicional vem integrado no pacote, adicionando novas mecânicas, personagens e uma campanha paralela que complementa a história principal.

Esta é a edição mais completa e tecnicamente polida já lançada.

A mistura de ação em tempo real com comandos estratégicos continua sendo um dos grandes destaques do remake.

Mesmo sendo um remake ambicioso, cobre apenas o arco de Midgar e é algo que pode frustrar quem espera a narrativa completa.

Apesar das expansões e melhorias, certas áreas mantêm a estrutura mais fechada do jogo original de 2020.

Embora muito melhoradas, algumas superfícies e objetos menores ainda apresentam inconsistências visuais.

Pontos Positivos

  • Performance excelente no Series X  
  • Visual impressionante  
  • Inclui o EPISODE INTERmission (Yuffie)  
  • A melhor versão no Xbox  
  • Combate dinâmico e viciante  
  • Legendas em Português


Pontos Negativos

  • Ainda é apenas a Parte 1 da história  
  • Alguns trechos continuam lineares  
  • Algumas texturas ainda destoam  


🎯 Conclusão

Final Fantasy VII Remake Intergrade no Xbox Series X é a melhor forma de jogar o remake no console, combinando performance impecável, visual refinado e conteúdo completo. Para quem esperou anos pela chegada ao Xbox, a recompensa valeu a pena: esta é uma das experiências JRPG mais marcantes da geração.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



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domingo, 25 de janeiro de 2026

REVIEW - ESCAPE FROM EVER AFTER

Nome do Game: Escape from Ever After

Data de lançamento: 23 de Janeiro de 2026  

Gênero: RPG

Plataformas: Nintendo Switch, PC, Xbox One, PlayStation 5, Xbox Series X e PlayStation 4

Desenvolvedor: Sleepy Castle Studio 

Estúdio: HypeTrain Digital

Descrição original: 

Um lugar mágico e misterioso, as lendas dizem que o Castelo Sonolento é um local onde personagens de histórias clássicas de ninar podem se reunir e viver juntos em paz. Mas um dia, uma poderosa maldição corrompeu os livros de histórias do castelo, virando esses contos de cabeça para baixo e libertando monstros distorcidos das histórias para o mundo real!

Com o castelo, antes pacífico, tomado por narrativas retorcidas, cabe ao aventureiro Flynt Buckler e ao seu grupo de personagens de contos de fadas mergulhar nas histórias amaldiçoadas, corrigir o caos e salvar o dia!

Flynt Buckler Desperta o Castelo Sonolento é um RPG inspirado nos clássicos jogos Paper Mario, apresentando um sistema de combate por turnos que mantém tudo rápido, divertido e cheio de charme.

Análise: 

✨ Um RPG de fantasia corporativa com alma de Paper Mario, no qual é criativo, engraçado e cheio de personalidade

Escape from Ever After é um RPG de turnos desenvolvido pela Sleepy Castle Studio que mistura contos de fadas, humor ácido e crítica ao capitalismo dentro de um mundo feito de papel. A estética, o combate e o tom lembram fortemente Paper Mario, mas o jogo não vive apenas de homenagem: ele cria sua própria identidade com sátira inteligente, personagens memoráveis e um universo encantadoramente absurdo.

O game parece “o Paper Mario que os fãs estavam esperando”, com personagens em estilo recorte, humor afiado e um mundo de fantasia cheio de charme. 

O sistema de batalhas por turnos é profundo, com foco em timing, habilidades especiais e sinergias entre personagens. O jogo usa suas influências como base, não como muleta.

O jogo transforma contos de fadas em um pesadelo corporativo: castelos viram escritórios, dragões são substituídos por megacorporações e criaturas mágicas trabalham em cubículos. A sátira é consistente e muito bem escrita. 

A música tem ótima qualidade e reforça a atmosfera mágica e caótica do mundo. 

Apesar do visual leve, o jogo aborda temas como identidade, controle narrativo e exploração corporativa, sempre com humor e criatividade. 

Como muitos RPGs indies, a campanha não é longa, o que pode deixar quem busca dezenas de horas de conteúdo querendo mais.

A sátira corporativa é ótima, mas certos temas e piadas se repetem ao longo da aventura.

O estilo “papercraft” é encantador, mas quem não gosta de estética Paper Mario pode não se conectar com o jogo.

Pontos Positivos

  • Estilo Paper Mario com personalidade própria
  • Combate estratégico e criativo
  • Humor afiado e sátira social
  • Trilha sonora excelente
  • Narrativa surpreendentemente profunda
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Pode ser curto para alguns jogadores
  • Algumas ideias se repetem
  • Visual pode não agradar a todos

🎯 Conclusão

Escape from Ever After é um RPG carismático, inteligente e cheio de estilo. Ele honra suas inspirações, mas vai além delas, entregando uma aventura divertida, criativa e surpreendentemente crítica. Para fãs de Paper Mario, humor meta e mundos de fantasia com personalidade, é um dos melhores indies recentes.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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domingo, 4 de janeiro de 2026

REVIEW - TOMB RAIDER DEFINITIVE EDITION

Nome do Game: Tomb Raider Definitive Edition

Data de lançamento: 19 de Novembro de 2025  (original 28 de Janeiro de 2014)

Gênero: Action Adventure

Plataformas: iOS (iPhone/iPad), PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch

Desenvolvedor:  Nixxes Software Crystal Dynamics

Estúdio: Square Enix

Descrição original: Armada apenas com seus instintos mais primitivos e a capacidade física de ir além dos limites da resistência humana, Tomb Raider apresenta uma história intensa e crua sobre as origens de Lara Croft e sua transformação de uma jovem assustada em uma sobrevivente endurecida.

Análise: 

🔥 Um clássico moderno que finalmente chega ao portátil, competente, mas não tão “definitivo” quanto o nome sugere.

O reboot de 2013 marcou a transformação de Lara Croft em uma protagonista mais humana, vulnerável e brutal. A versão Definitive Edition, lançada originalmente para PS4/Xbox One, chega ao Nintendo Switch com melhorias técnicas adaptadas ao hardware e algumas concessões visuais.

O jogo roda de forma estável no Switch 2, com boa performance e fluidez. Mesmo sendo um título de 2013, a adaptação portátil ficou muito boa pela consistência.

A campanha continua sendo um dos melhores reboots já feitos, com narrativa envolvente, exploração recompensadora e momentos cinematográficos intensos. A experiência base permanece forte mesmo após tantos anos.

A versão Switch inclui pequenos ajustes, como opções de movimento e mira, além de suporte a controles modernos. Isso ajuda a manter a jogabilidade confortável.

É uma excelente compra para quem nunca jogou o reboot.

Para atingir boa performance, o port sacrifica detalhes visuais, texturas e efeitos que estavam presentes nas versões de PS4/Xbox One. A fidelidade gráfica foi reduzida “em quase todos os aspectos”.

Apesar do nome, esta não é a versão mais bonita ou completa do jogo, apenas a mais portátil.

Iluminação, sombras e densidade de partículas foram simplificadas. Para jogadores acostumados às versões de console, isso pode ser notável.

Pontos Positivos

  • Port surpreendentemente sólido
  • Aventura ainda excelente
  • Controles e acessibilidade
  • Ótimo custo-benefício
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Perda de fidelidade gráfica
  • Não tão “Definitive”
  • Alguns downgrades perceptíveis

🎯 Conclusão

Tomb Raider: Definitive Edition no Nintendo Switch entrega exatamente o que promete: um reboot moderno, intenso e cinematográfico, agora jogável em qualquer lugar.

Não é a versão mais bonita, longe disso, mas é uma adaptação competente, com performance sólida e preço acessível.

Para quem nunca jogou, é uma excelente oportunidade. Para quem já conhece o reboot em plataformas mais poderosas, pode parecer um downgrade visual.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

REVIEW - POPSLINGER VOL2 LOVELESS

Nome do Game: PopSlinger Vol. 2: Loveless

Data de lançamento: 18 de Dezembro de 2025 

Gênero: 2D Beat-'Em-Up

Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor: Funky Can Creative 

Estúdio: Funky Can Creative

Descrição original: PopSlinger Vol. 2: Loveless é a sequência do vibrante shooter musical que conquistou fãs ao redor do mundo. Este novo capítulo se baseia em tudo o que os jogadores amaram no original, oferecendo uma experiência renovada e evoluída, com uma nova história ousada, mecânicas aprimoradas e uma reviravolta inédita movida a café. Assuma o controle do Agente Cooper McLaren, da Juncture Against Various Anomalies (JAVA), e de Akane 2.0, uma idol digital reformada, enquanto eles embarcam em uma missão para resgatar Ria, a heroína do primeiro jogo, que desapareceu misteriosamente. A jornada os leva ao bizarro e imprevisível Distrito Roxo, onde deverão enfrentar as poderosas Irmãs Loveless em uma batalha pelo controle. Mas, desta vez, a luta não é movida apenas a refrigerante. Cooper traz um arsenal totalmente novo baseado em café, adicionando um sabor intenso e inédito à ação.

Análise: 

PopSlinger Vol. 2: Loveless é a continuação direta do estiloso shooter musical da Funky Can Creative, lançado em 2024. A sequência expande tudo o que o primeiro jogo fez: mais narrativa, mais personalidade, mais ritmo e um foco maior em ação cinematográfica.

A história acompanha Cooper McLaren, agente da organização JAVA, ao lado de Akane 2.0, uma idol digital reformada, numa missão para resgatar Ria, protagonista do primeiro jogo, desaparecida no misterioso Purple District.

O jogo mantém a estética “VHS pop futurista”, mas com cenários mais detalhados, animações mais fluidas e efeitos visuais mais chamativos. É um dos shooters 2D mais estilizados da atualidade.

A música continua sendo parte essencial da experiência. O ritmo influencia a ação, e cada área do Purple District tem identidade sonora própria, reforçando a vibe surreal e energética.

As armas movidas a café de Cooper retornam com novos tipos de disparo, e Akane 2.0 adiciona habilidades especiais que mudam o fluxo das batalhas. A mistura de on-rails shooter, beat ’em up e bullet hell cria um gameplay único.

A dinâmica entre Cooper e Akane é divertida, com diálogos leves e cheios de personalidade. As Loveless Sisters, antagonistas principais, são um destaque à parte.

O jogo é fácil de pegar, mas dominar combos, timings e habilidades exige prática, especialmente nos níveis mais avançados.

Apesar da variedade visual, algumas mecânicas se repetem, especialmente em trechos on-rails.

O Purple District é estiloso, mas certos cenários têm tantos efeitos que podem atrapalhar a leitura visual durante o combate.

Pontos Positivos

  • Estilo visual ainda mais forte
  • Trilha sonora marcante
  • Combate mais variado
  • Personagens carismáticos
  • Acessível, mas com profundidade

Pontos Negativos

  • Repetição em sessões longas
  • Navegação às vezes confusa
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

PopSlinger Vol. 2: Loveless é uma sequência que entende perfeitamente o charme do original e o eleva com mais estilo, mais ação e mais personalidade. Não é um jogo para quem busca profundidade narrativa ou longas campanhas, mas é uma explosão audiovisual divertida, criativa e cheia de identidade, um verdadeiro “indie com alma”.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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