sexta-feira, 21 de agosto de 2026

REVIEW - BLUE REFLECTION QUARTET

Nome do Game: Blue Reflection Quartet

Data de lançamento:  30 de Julho de 2026

Gênero: Compilação JRPG

Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e PC

Desenvolvedor: Koei Tecmo Games  

Estúdio: Koei Tecmo Games

Análise: 

💙 Uma coletânea emocional e mágica que reúne todo o universo BLUE REFLECTION num único pacote — perfeita para quem gosta de JRPG de garotas mágicas, laços, drama e introspecção.

BLUE REFLECTION Quartet junta todos os quatro pilares da série num só lugar:

BLUE REFLECTION (PS4/PC, 2017)

BLUE REFLECTION: Second Light

BLUE REFLECTION RAY (anime)

BLUE REFLECTION SUN (mobile

É, literalmente, o “pacote completo” da franquia uma forma de entrar ou revisitar o universo inteiro, com foco em emoção, laços entre personagens, drama adolescente, magia e aquele tom melancólico que define a série.

Quartet é uma celebração da série: tu tens acesso à história original de Hinako, à expansão de mundo e personagens em Second Light, à continuidade temática e emocional em RAY, e à perspectiva mobile de SUN, tudo dentro de um mesmo ecossistema.

Os jogos principais mantêm o estilo JRPG por turnos, com combate focado em habilidades mágicas, buffs, debuffs e sinergia entre Reflectors, sempre com forte ligação ao estado emocional das personagens.

A narrativa gira em torno de garotas que ganham poderes mágicos ao lidar com traumas, inseguranças e conflitos internos, usando esses poderes para proteger o mundo e, ao mesmo tempo, tentar se entender a si mesmas.

A estética é um dos pontos mais fortes: cores suaves, cenários etéreos, design de personagens delicado, tudo com aquela vibe de anime emocional e contemplativo.

O pacote funciona tanto para quem quer entrar na série pela primeira vez, quanto para quem quer ter tudo organizado num só lugar, especialmente em plataformas modernas como PS5, Switch e Steam.

Em termos de conteúdo, é massivo: dezenas de horas de história, desenvolvimento de personagens, momentos dramáticos, cenas calmas e batalhas mágicas.

Pontos Positivos

Quatro obras num só pacote jogo, sequência, anime e mobile.

Foco forte em personagens, emoções e relações.

Estética anime muito bem trabalhada.

Temas de identidade, trauma, amizade e superação.

Combate por turnos com boa camada estratégica (nos jogos).

Ótima porta de entrada para quem nunca jogou a série.

Conteúdo enorme, com muitas horas de história.

Pontos Negativos

É uma coletânea — não traz um jogo totalmente novo.

Ritmo lento em vários momentos.

Muito diálogo e introspecção — não é para quem quer ação constante.

Visual e sistemas mostram raízes de gerações anteriores.

Quem já jogou tudo pode sentir pouca novidade.

Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

BLUE REFLECTION Quartet é menos “um novo jogo” e mais um grande abraço à franquia inteira.

Se tu gostas de JRPG emocional, garotas mágicas, drama adolescente bem escrito e histórias que falam de dor, amizade e crescimento, este pacote é uma forma excelente de viver tudo isso de uma vez.

Para quem já ama a série, é uma coletânea que faz sentido.

Para quem nunca tocou em BLUE REFLECTION, é provavelmente a melhor porta de entrada.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

REVIEW - DENSHATTACK!

Nome do Game: Denshattack!

Data de lançamento: 15 de julho de 2026

Gênero: Simulador de trem estilo arcade

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Fireshine Games 

Estúdio: Fireshine Games

Análise: 

🚆 Um arcade ferroviário rápido, preciso e cheio de personalidade, perfeito para quem gosta de desafios curtos, pontuação e aquela adrenalina de conduzir trem no limite.

Denshattack! pega a ideia clássica de simuladores de trem e transforma tudo numa experiência arcade, direta, veloz e cheia de desafios.

Não é um simulador pesado, é um jogo de reflexos, timing, gestão de velocidade e execução perfeita.

Tu assumes o controle de um trem ultra rápido em rotas variadas, tentando cumprir horários, parar exatamente no ponto certo e manter a viagem segura enquanto o jogo te pressiona com penalidades e metas apertadas.

É simples de entender, difícil de dominar e extremamente viciante.

Denshattack! é um jogo de controle de trem arcade, onde cada fase é um desafio de velocidade, frenagem e precisão.

O objetivo é sempre o mesmo: evitar erros, melhor tempo, maximizar pontuação, criando um loop viciante de “tentar de novo para fazer melhor”.

As rotas variam em distância, curvas, inclinações, obrigando a adaptar o ritmo e a forma de conduzir.

A jogabilidade é simples: acelerar, frear, controlar velocidade e reagir ao ambiente, mas a execução perfeita exige atenção constante.

O visual é estilizado e cenários limpos que ajudam a manter o foco no gameplay.

O jogo abraça totalmente o espírito de score attack, com rankings, medalhas e metas que incentivam repetir fases para melhorar desempenho.

É um jogo pensado para quem gosta de desafios curtos, precisão e aquela sensação de “quase consegui, vou tentar de novo”.

Pontos Positivos

  • Jogabilidade rápida e acessível.
  • Foco total em precisão e timing.
  • Rotas variadas com desafios diferentes.
  • Visual limpo e estilizado.
  • Sistema de pontuação viciante.
  • Ótimo para sessões curtas.
  • Humor leve e vibe descontraída.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Pode parecer repetitivo para quem não gosta de score attack.
  • Certos desafios têm janelas de precisão muito apertadas.
  • Conteúdo focado em arcade não espere narrativa.

🎯 Conclusão

Denshattack! é um arcade ferroviário divertido, rápido e cheio de personalidade.

Não tenta ser um simulador realista, ele quer ser precisão, timing, pontuação e desafio constante, e nisso acerta em cheio.

Para quem gosta de jogos de score attack, reflexos e execução perfeita, é uma experiência extremamente viciante.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:


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domingo, 16 de agosto de 2026

REVIEW - PLUNGEEZ

Nome do Game: Plungeez 

Data de lançamento: 13 de Agosto de 2026

Gênero: Metroidvania

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X

Desenvolvedor: QUByte Interactive 

Estúdio: QUByte Interactive

Análise: 

🛠️ Um metroidvania 16‑bit sem combate, focado em exploração, lógica e quebra‑cabeças ambientais com muita identidade brasileira.

Plungeez é aquele tipo de jogo que pega numa ideia clássica e vira tudo ao contrário:

em vez de inimigos, espadas e tiros, tu tens canos, válvulas, desentupidores e puzzles ambientais.

É uma aventura subterrânea em pixel art, onde cada sala é um problema de lógica e cada solução abre mais um pedaço de um labirinto enorme.

Tu jogas como Bôni, uma trabalhadora do sistema de tratamento de água de Salvador que cai num bueiro e acaba presa num sistema de esgotos esquecido debaixo da cidade.

Para sair, não há combate — só observação, raciocínio e experimentação.

Plungeez é um metroidvania 2D onde o foco está 100% em exploração e quebra‑cabeças ambientais: empurrar objetos, ativar mecanismos, redirecionar fluxos de água, abrir caminhos e entender como cada sala se conecta ao resto do labirinto. 

O mapa é não linear, cheio de atalhos, áreas secretas e rotas alternativas, obrigando a voltar atrás com novas ferramentas e soluções na cabeça, como um metroidvania clássico, só que sem qualquer combate para distrair. 

A personagem principal, Bôni, não é uma heroína de fantasia: é uma trabalhadora de saneamento, o que dá ao jogo uma identidade muito própria e um contexto urbano raro em jogos de plataforma. 

A ambientação nos esgotos da Salvador histórica mistura arquitetura antiga, infraestrutura moderna e mistério, criando um cenário que é ao mesmo tempo realista e quase mítico. 

A ausência de combate faz com que cada desafio seja resolvido com percepção, lógica espacial e experimentação, o que torna o jogo perfeito para quem gosta de pensar antes de agir. 

A progressão é marcada por pequenas conquistas: abrir uma nova rota, entender um mecanismo, ligar uma estrutura, encontrar um atalho, sempre com aquela sensação de “ok, agora o mapa faz mais sentido.

✅ Pontos Positivos

  • Visual 16‑bit muito bem feito, com ótima pixel art.
  • Atmosfera única nos esgotos da Salvador histórica.
  • Metroidvania sem combate, focado só em puzzles.
  • Design de níveis inteligente e cheio de conexões.
  • Protagonista feminina carismática e diferente do padrão.
  • Trilha sonora discreta, mas bem encaixada na ambientação.
  • Boa sensação de descoberta a cada nova área desbloqueada.
  • Legendas em português

❌ Pontos Negativos

  • Ausência total de combate pode afastar quem espera ação.
  • Alguns puzzles exigem bastante tentativa e erro.
  • Ritmo mais lento do que metroidvanias tradicionais.
  • Jogadores impacientes podem sentir frustração em certas áreas.
  • Se não gostares de backtracking, vais sentir o peso do mapa.

🎯 Conclusão

Plungeez é um metroidvania diferente, que troca combate por quebra‑cabeças inteligentes e transforma os esgotos de uma cidade brasileira num grande labirinto de lógica.

É mais cerebral do que explosivo, mais sobre observar e entender do que sobre derrotar inimigos.

Para quem gosta de puzzles, exploração e pixel art com identidade própria, é um jogo que merece atenção.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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Minha gameplay:


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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

REVIEW - DUSKFADE

Nome do Game: Duskfade

Data de lançamento: 13 de Agosto de 2026 

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X, Nintendo Switch 2 e PC

Desenvolvedor: Fireshine Games 

Estúdio: Fireshine Games

Análise: 

⏳ Um 3D action‑platformer moderno com alma de clássico, rápido, bonito, emocional e cheio de personalidade.

Duskfade é exatamente aquele tipo de jogo que parece ter saído da era de ouro dos platformers 3D, mas com a fluidez, o impacto e o polimento dos jogos atuais.

Ele mistura exploração, combate, plataformas precisas e uma estética clockpunk que dá ao mundo uma identidade própria, tudo enquanto conta uma história emocional sobre tempo, perda e superação.

É um jogo que não tenta reinventar o género, mas sim celebrar o que fez os clássicos serem tão bons, com uma execução moderna e extremamente bem cuidada.

Duskfade é um 3D action‑platformer onde tu saltas, corres, lutas e exploras regiões criadas pelos “Master Clockmakers”, cada uma com identidade visual própria, florestas etéreas, desertos iluminados, reinos subaquáticos e alturas nas nuvens. 

O protagonista, Zirian, viaja com o seu companheiro mecânico Cuckoo, numa missão para salvar a irmã e restaurar o tempo num mundo preso em eterna noite. 

A jogabilidade mistura plataformas rápidas, movimentos acrobáticos, combate leve e exploração, criando um ritmo que lembra clássicos como Jak & Daxter, Ratchet & Clank e outros platformers da era PS2, mas com polimento moderno.

O mundo é cheio de segredos, colecionáveis e caminhos alternativos, incentivando exploração sem tornar o jogo cansativo.

A estética clockpunk dá ao jogo uma identidade única: engrenagens, máquinas, estruturas temporais e ambientes que parecem vivos e mágicos ao mesmo tempo.

A história é emocional, focada em temas de perda, nostalgia e seguir em frente, funcionando como pano de fundo para a aventura sem interromper o ritmo. 

A performance é sólida, com boa fluidez e animações bem trabalhadas, especialmente nas sequências de plataformas e combate.

Pontos Positivos

  • Visual lindíssimo, com cenários variados e cheios de vida.
  • Plataformas rápidas e fluidas, com ótimo controle.
  • Combate simples, mas satisfatório.
  • Mundo clockpunk cheio de estilo e personalidade.
  • Boa variedade de biomas e desafios.
  • Trilha sonora atmosférica e emocional.
  • História acessível, mas com impacto.
  • Legendas em protuguês

Pontos Negativos

  • Alguns combates podem parecer repetitivos.
  • Certos trechos exigem precisão alta.
  • A narrativa poderia ter mais desenvolvimento.
  • Duração moderada, não é um jogo longo.
  • Alguns segmentos têm picos de dificuldade inesperados.

🎯 Conclusão

Duskfade é uma carta de amor aos platformers 3D clássicos, mas com a qualidade e o impacto dos jogos modernos.

É bonito, rápido, emocional e cheio de personalidade, daqueles jogos que não tentam ser gigantes, mas acertam exatamente no que se propõem a fazer.

Para quem gosta de aventuras com plataformas precisas, mundos estilizados e histórias leves, é uma experiência que vale muito a pena.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



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sábado, 8 de agosto de 2026

REVIEW - MARVEL Tōkon: Fighting Souls

Nome do Game: MARVEL Tōkon: Fighting Souls

Data de lançamento: 06 de agosto de 2026  

Gênero: Luta

Plataformas: PlayStation 5 e PC

Desenvolvedor: Arc System Works 

Estúdio: Sony Interactive Entertainment

Análise: 

🦸 Um 4v4 tag fighter explosivo, estiloso e cheio de personalidade, com alma de anime da Arc System Works e escala de universo Marvel.

MARVEL Tōkon: Fighting Souls é aquele tipo de jogo que junta duas coisas que eu curto muito: o refinamento de luta da Arc System Works e o espetáculo absurdo do universo Marvel.

É um fighter 2.5D/“spectacle fighter” com foco total em equipa, sinergia e pressão constante, mais próximo de um Dragon Ball FighterZ encontra Marvel vs. Capcom do que de um 1v1 tradicional. 

O coração do jogo é o 4v4 tag system: começas com um lutador ativo e um assist, mas ao longo da luta vais desbloqueando e trazendo o resto da equipa, criando sequências longas, setups de pressão e situações de “descarregar o elenco inteiro” em cima do adversário. 

Cada personagem tem habilidades, arquétipos e estilos próprios — zoners, rushdown, grapplers, suportes, controladores de espaço, o que faz com que montar equipa seja quase tão importante quanto executar combos. 

A jogabilidade segue a filosofia Arc System Works: inputs relativamente acessíveis, mas com profundidade enorme em cancels, gestão de recursos, sinergia de assists e otimização de dano. 

O jogo tem cenários detalhados, efeitos de luz e impacto que combinam bem com o tom “espetáculo super‑herói”. 

Em termos de modos, tens single‑player, multiplayer local e online PvP, o que permite tanto jogar casualmente como entrar em ambiente mais competitivo. 

A sensação geral é de um jogo que quer ser rápido, vistoso e centrado em equipa, mais sobre criar momentos absurdos do que sobre duelos minimalistas.

Pontos Positivos

  • Sistema 4v4 tag muito dinâmico e caótico. 
  • Lineup grande de heróis e vilões com estilos bem distintos. 
  • Visual e animação no nível Arc System Works, com forte identidade de comic/anime. 
  • Mecânicas acessíveis, mas com espaço enorme para profundidade e otimização. 
  • Trilha sonora intensa, com pegada de anime de luta e clima de arena. 
  • Modos single e multiplayer, incluindo online e local, bem estruturados. 
  • Legendas e dublagem em português

Pontos Negativos

  • Caos visual pode ser demais para quem prefere lutas mais limpas. 
  • Curva de aprendizagem em equipa é mais pesada do que parece à primeira vista.
  • Balanceamento em jogos de elenco grande tende a ser sempre um ponto sensível. 
  • Online competitivo depende muito da comunidade e da estabilidade de netcode.

🎯 Conclusão

MARVEL Tōkon: Fighting Souls é um fighter pensado para quem gosta de caos controlado, equipa, sinergia e espetáculo visual.

Não é o jogo de 1v1 puro e seco, é o jogo de montar quatro personagens, aprender como eles conversam em campo e transformar cada luta num show.

Para quem curte Arc System Works, Marvel e tag fighters cheios de estilo, é um título que vale muito a pena acompanhar e dominar.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



#MarvelTokon #MarvelTokonFightingSouls #TeamARCcreators

sábado, 1 de agosto de 2026

REVIEW - 70s-STYLE ROOT ANIME GEPPY-X

Nome do Game: 70s-style Robot Anime Geppy-X

Data de lançamento: 16 de Julho de 2026  

Gênero: Horizontal Shoot-'Em-Up

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X, PlayStation 4, Nintendo Switch

Desenvolvedor: Implicit Conversions 

Estúdio: Bliss Brain

Análise:

🤖 Uma carta de amor aos animes de robôs dos anos 70, exagerado, estiloso, cheio de personalidade e completamente diferente de qualquer outro jogo do PS1.

Geppy-X é aquele tipo de jogo que só poderia ter existido no Japão dos anos 90: um shooter side‑scrolling que imita perfeitamente a estética, o humor, os clichés e até os comerciais de TV dos animes de mecha dos anos 70.

É tão dedicado ao tema que parece literalmente um anime perdido da época, só que jogável.

O jogo não tenta ser moderno, não tenta ser técnico, não tenta competir com shooters mais sérios.

Ele quer ser uma experiência audiovisual nostálgica, exagerada, teatral e completamente apaixonada pelo género.

E nisso ele acerta em cheio.

Geppy-X é um shooter side‑scrolling com foco total na estética e na narrativa, recriando a sensação de assistir a um anime de robôs dos anos 70, episódio por episódio.

Cada fase funciona como um “episódio”, com abertura, encerramento, comerciais falsos, recaps e até créditos, tudo feito com um nível de detalhe absurdo.

O robô protagonista tem várias transformações, cada uma com ataques diferentes, dando ao jogo uma variedade visual enorme, mesmo que a jogabilidade permaneça simples.

A trilha sonora é completamente temática, com músicas que parecem saídas de um anime clássico, incluindo canções de abertura e encerramento.

O humor é constante: exageros, poses dramáticas, vilões caricatos, diálogos absurdos e situações que parecem paródias diretas de Mazinger Z, Getter Robo e outros clássicos.

A jogabilidade é funcional, mas não é o foco, o jogo existe para ser uma experiência audiovisual nostálgica, e não um shooter competitivo ou técnico.

É um daqueles jogos que se destacam pela identidade, não pela profundidade mecânica.

Pontos Positivos

  • Estética 70s recriada com perfeição.
  • Humor constante e cheio de personalidade.
  • Cutscenes longas e cheias de estilo.
  • Comerciais falsos e segmentos de “TV” geniais.
  • Trilha sonora totalmente temática.
  • Variedade enorme de transformações e ataques.
  • Um dos shooters mais criativos do PS1.

Pontos Negativos

  • Jogabilidade simples e pouco profunda.
  • Duração das cutscenes pode cansar alguns jogadores.
  • Dificuldade irregular entre fases.
  • Certos segmentos são mais estilo do que substância.
  • É um jogo MUITO específico, não é para todos.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

70s-style Robot Anime Geppy-X é uma experiência única: um jogo que parece um anime clássico jogável, cheio de estilo, humor, exagero e personalidade.

Não é profundo, não é complexo, mas é memorável, criativo e completamente diferente de qualquer outro shooter do PS1.

Para quem ama mecha clássico, estética retro e projetos que respiram paixão, este jogo é uma joia rara.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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segunda-feira, 27 de julho de 2026

REVIEW - GRANBLUE FANTASY: RELINK - ENDLESS RAGNAROK

Nome do Game: Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok

Data de lançamento: 08 de julho de 2026

Gênero: JRPG

Plataformas: Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e PC 

Desenvolvedor: Cygames 

Estúdio: Cygames

Análise: 

⚔️ Um endgame massivo, brutal e viciante, feito para quem quer levar Relink ao limite e transformar cada combate numa prova de fogo.

Endless Ragnarok é a expansão que transforma Granblue Fantasy: Relink num jogo completamente novo para quem já terminou a campanha.

Aqui não existe “conteúdo extra” existe um novo patamar de dificuldade, novas missões, novos bosses, novos tiers de builds, e uma sensação constante de que estás sempre a subir mais um degrau.

É Relink no modo “máquina de guerra”.

Endless Ragnarok expande o endgame com novas quests de alto nível, onde cada inimigo parece ter sido desenhado para testar reflexos, builds e domínio total das mecânicas.

Os bosses são o grande destaque: padrões rápidos, ataques massivos, fases múltiplas e aquela sensação de “ok, isto é sério agora”.

O sistema de builds ganha outra vida: sigils, armas, upgrades e combinações que antes eram “boas” agora precisam ser perfeitas para sobreviver às missões mais altas.

A sensação de progressão é constante cada vitória desbloqueia algo novo, cada derrota ensina algo, e cada melhoria na build muda completamente o desempenho do personagem.

O grind existe, mas é o tipo de grind que recompensa: quanto mais jogas, mais forte ficas, mais missões desbloqueias e mais longe consegues ir.

É conteúdo feito para quem gosta de endgame sério: otimizar, repetir, dominar, melhorar e enfrentar desafios cada vez mais absurdos.

Não adiciona história e isso é intencional. O foco é combate, build, desafio e repetição com propósito.

Pontos Positivos

  • Missões endgame realmente desafiantes.
  • Novos bosses com padrões insanos.
  • Sistema de builds muito mais profundo.
  • Loot endgame que finalmente faz diferença.
  • Progressão clara e viciante.
  • Rejogabilidade altíssima.
  • Perfeito para quem gosta de otimizar personagens.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Dificuldade pode ser brutal para iniciantes.
  • Grind pesado em tiers mais altos.
  • Algumas missões exigem equipa coordenada.
  • Certos bosses têm picos de dano exagerados.
  • Não adiciona história é puro endgame.

🎯 Conclusão

Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok é a expansão que transforma Relink num jogo de endgame completo.

É difícil, é exigente, é viciante e é exatamente o tipo de conteúdo que quem ama ARPGs procura quando termina a campanha.

Se gostas de otimizar builds, enfrentar bosses absurdos e sentir que cada vitória foi conquistada com suor, este modo é simplesmente obrigatório.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#GranblueFantasyRelinkEndelessRagnarok #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames