terça-feira, 10 de março de 2026

REVIEW - REANIMAL

Nome do Game: REANIMAL

Data de lançamento:  13 de Fevereiro de 2026

Gênero: Ação / Aventura

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X, PC e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Tarsier Studios 

Estúdio: THQ Nordic

Descrição original: 

Os criadores originais de Little Nightmares e Little Nightmares II retornaram para levar você a uma jornada mais aterrorizante do que nunca. Neste jogo de aventura e terror cooperativo, você joga como um irmão e uma irmã que enfrentam o inferno para resgatar seus amigos desaparecidos.

Explorando de barco e por terra, você precisará usar sua inteligência para sobreviver, trabalhar em equipe para escapar da ilha infernal e enfrentar o segredo sombrio que os assombra.

Atravesse um mundo intrigante, porém assustador, onde o caminho principal é apenas uma parte da história fragmentada. Descubra diversos locais misteriosos ao longo da sua perigosa jornada, cada um com sua própria história para contar.

Análise: 

🩸 O horror mais sombrio da Tarsier Studios — cruel, sufocante e visualmente perturbador

REANIMAL é o novo jogo da Tarsier Studios, criadores de Little Nightmares, e a crítica é praticamente unânime: este é o trabalho mais brutal, mais maduro e mais emocionalmente devastador do estúdio.

Combinando puzzle‑platforming, stealth e terror psicológico, o jogo mergulha numa jornada opressiva sobre identidade, trauma e sobrevivência num mundo grotesco.

O mundo “quase intoleravelmente escuro” e criaturas grotescas que elevam o desconforto a outro nível. 

REANIMAL “pega tudo o que Tarsier aperfeiçoou e torna ainda mais cruel e implacável”.

O co‑op é um dos elementos que mais intensificam o medo e a sensação de vulnerabilidade.

A história é “horrível e sombria”, com momentos que ficam na memória. 

Várias cenas que misturam desespero, urgência e terror puro.

Os quebra‑cabeças são simples demais e não acompanham a qualidade do resto do jogo. 

O jogo é tão escuro que, por vezes, prejudica a navegação e a leitura visual. 

Apesar de mais polido, o jogo não traz grandes inovações além do tom mais cruel.

O game é “emocionalmente punitivo”, o que pode afastar jogadores mais sensíveis.

Pontos Positivos

  • Atmosfera e direção artística arrepiantes  
  • Evolução da fórmula Little Nightmares  
  • Co‑op que aumenta a tensão  
  • Narrativa emocional e perturbadora  
  • Sequências de perseguição memoráveis  
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Puzzles pouco desafiantes  
  • Escuridão excessiva  
  • Não reinventa a fórmula  
  • Pode ser emocionalmente pesado demais  

🎯 Conclusão

REANIMAL é o ponto alto da Tarsier Studios: um horror artístico, sufocante e emocionalmente devastador. Não é para todos, é mais cruel, mais sombrio e mais intenso do que Little Nightmares, mas para quem aprecia terror psicológico com forte identidade visual, é um dos jogos mais marcantes de 2026.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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domingo, 8 de março de 2026

REVIEW - MANAIRONS

Nome do Game: Manairons

Data de lançamento: 19 de Fevereiro de 2026 

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PC, Xbox Series X, PlayStation 5, Nintendo Switch e Xbox One

Desenvolvedor: 3Cat 

Estúdio: janduSoft

Descrição original: 

Manairons é um jogo de ação e plataforma em 3D inspirado nas lendas das pequenas criaturas que vivem nos Pirenéus. Na aventura, acompanhamos Nai em sua missão para enfrentar o poderoso senhor de terras que tomou o controle de uma charmosa vila usando o poder do “canut”.

Análise: 

Manairons é um plataformer 2.5D/3D inspirado no folclore catalão e basco, desenvolvido pela 3Cat e publicado pela JanduSoft. O jogo coloca-te no papel de um manairó, uma criatura mítica minúscula, numa aventura que mistura puzzles, saltos e combate leve enquanto exploras aldeias dos Pirenéus e enfrentas temas como industrialização e perda cultural.

A crítica descreve o jogo como criativo, visualmente encantador e culturalmente rico, mas também limitado em escopo e com problemas de polimento.

O jogo baseia-se diretamente nas lendas dos manairons, criaturas mágicas da Catalunha e País Basco. A ambientação nos Pirenéus e o estilo artístico é muito original. 

As fases combinam saltos, pequenas batalhas e quebra‑cabeças simples, criando um ritmo leve e acessível. O design de níveis funciona bem dentro da proposta. 

O tom “sombrio, mas esperançoso” da música e da arte foi apontado como um dos grandes destaques, reforçando o charme do jogo.

Libertar uma aldeia da exploração e da industrialização dá ao jogo um toque ecológico e social interessante.

O sistema de combate é o elemento menos polido, com animações rígidas e impacto reduzido.

Alguns saltos e colisões não são tão consistentes quanto deveriam, o que pode frustrar em fases mais exigentes. 

A campanha é relativamente breve e não há muitos modos ou extras, o que reduz a longevidade.

O conceito folclórico é excelente, mas a narrativa e o gameplay poderiam ir mais fundo no potencial das criaturas e do mundo.

Pontos Positivos

  • Estética e identidade cultural fortes  
  • Boa mistura de plataforma e puzzles  
  • Trilha sonora e atmosfera marcantes  
  • História simples, mas cativante  

Pontos Negativos

  • Falta de legendas em português
  • Combate fraco e pouco responsivo  
  • Problemas de precisão no platforming  
  • Curto e com conteúdo limitado  
  • Algumas ideias não totalmente exploradas  

🎯 Conclusão

Manairons é um jogo de plataforma encantador, com forte identidade cultural, boa direção artística e uma aventura leve que funciona bem para quem gosta de jogos curtos e atmosféricos.

Apesar de limitações claras, especialmente no combate e no polimento técnico, o jogo destaca‑se pela originalidade e pelo charme folclórico.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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Minha gameplay:


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sábado, 28 de fevereiro de 2026

REVIEW - DYING LIGHT: THE BEAST

Nome do Game: Dying Light: The Beast 

Data de lançamento: 18 de Setembro de 2025 

Gênero: Survival

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series S/X e PC

Desenvolvedor: Techland

Estúdio: Techland

Análise: 

🧟‍♂️ Parkour, brutalidade e a maior reinvenção da série desde o primeiro jogo

Dying Light: The Beast marca o retorno da Techland ao universo de parkour e horror, mas com uma reviravolta: desta vez, o protagonista é um humano infundido com DNA de criatura, ganhando habilidades monstruosas que mudam completamente o ritmo do combate.

O jogo é mais intenso, mais focado e mais selvagem do que Dying Light 2, ao mesmo tempo em que recupera a alma do original.

A nova forma híbrida permite arrancar cabeças com as mãos, dilacerar inimigos e executar ataques animalescos. A crítica descreve isso como “satisfatório e perturbador ao mesmo tempo”. 

Mesmo após tantos anos, correr por telhados, saltar entre prédios e fugir de Volatiles continua emocionante. O jogo mantém a fluidez e o ritmo que definiram a série.

Apesar de menor que Villedor, o novo mapa é mais concentrado, cheio de detalhes e com melhor ritmo de exploração. GamesRadar+ chamou-o de “um sandbox de horror surpreendentemente profundo”. 

A presença do protagonista clássico dá peso emocional e nostalgia, algo muito elogiado por várias reviews. 

Missões secundárias têm mais personalidade e variedade, com destaque para encontros únicos e bosses especiais. 

Certos movimentos e interações ainda parecem “escorregadios”, especialmente em combate mais apertado. 

O mundo aberto, apesar de denso, às vezes se estende além do necessário. 

O jogo é mais uma “destilação” do que uma revolução, o que pode desapontar quem esperava algo totalmente novo. 

A forma “Beast” é tão forte que, em alguns momentos, o jogo perde parte da tensão tradicional da série. 

✅ Pontos Positivos

  • Combate brutal e satisfatório  
  • Parkour ainda no topo do género  
  • Mundo mais vivo e denso  
  • História mais focada e com o retorno de Kyle Crane  
  • Side quests ricas e bem construídas  
  • Dublagem em Português

❌ Pontos Negativos

  • Alguns controles continuam inconsistentes  
  • Mapa pode parecer grande demais  
  • Não reinventa a fórmula  
  • Poderes podem quebrar o equilíbrio  

🎯 Conclusão

Dying Light: The Beast é o melhor jogo da série desde o original, combinando parkour de excelência, combate visceral e uma atmosfera de horror mais intensa.

Não é uma revolução total, mas é uma evolução poderosa, com identidade própria e momentos memoráveis.

Para fãs de ação brutal, exploração vertical e noites aterrorizantes, é um dos grandes lançamentos do género.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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sábado, 14 de fevereiro de 2026

REVIEW - CENTIPEDE GUN

Nome do Game: Centipede Gun

Data de lançamento: 12 de fevereiro de 2026 

Gênero: Top-Down Shoot-'Em-Up e roguelite

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X e Xbox One

Desenvolvedor: Mateusk2m 

Estúdio: QUByte Interactive

Análise: 

Centipede Gun é um shooter indie de ação rápida que aposta numa ideia simples e divertida: tu controlas uma centopeia armada até os dentes, evoluindo partes do corpo, desbloqueando armas bizarras e enfrentando hordas de inimigos em arenas cada vez mais caóticas.

O jogo combina elementos de roguelite, upgrades aleatórios e humor nonsense, criando uma experiência curta, mas viciante.

A movimentação fluida e o tiroteio constante fazem com que cada partida seja intensa. É o tipo de jogo “só mais uma run”.

Cada segmento da centopeia pode receber armas, buffs ou habilidades especiais. Isso gera combinações absurdas e divertidas.

As runs são rápidas, tornando o jogo perfeito para jogar em intervalos ou relaxar entre títulos mais pesados.

Apesar da diversão, o jogo não tem tanta profundidade. Após algumas horas, já viste quase tudo.

O sistema de upgrades é divertido, mas não tão profundo quanto outros roguelites do género.

Certas waves parecem desbalanceadas.

Um modo história ou desafios extras dariam mais longevidade ao jogo.

Pontos Positivos

  • Gameplay rápido e viciante  
  • Sistema de mutações criativo  
  • Ideal para sessões curtas  
  • Legendas em Português

Pontos Negativos

  • Conteúdo limitado  
  • Progressão simples  
  • Alguns picos de dificuldade  
  • Falta de modos adicionais  

🎯 Conclusão

Centipede Gun é um shooter indie divertido, caótico e cheio de personalidade. Não tenta reinventar o género, mas entrega exatamente o que promete: ação rápida, mutações malucas e uma centopeia armada até os dentes.

É perfeito para quem gosta de twin‑stick shooters leves e roguelites acessíveis, mas pode parecer simples demais para quem procura profundidade a longo prazo.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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Minha gameplay:



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domingo, 8 de fevereiro de 2026

REVIEW - NIOH 3

Nome do Game: Nioh 3

Data de lançamento: 06 de fevereiro de 2026 

Gênero: Souls

Plataformas: PlayStation 5 e PC 

Desenvolvedor: Team Ninja 

Estúdio: Koei Tecmo Games

Descrição original: 

Supere desafios difíceis em um campo aberto. Este jogo se passa em um campo aberto, no qual os jogadores podem explorar livremente enquanto aproveitam a tensão única que acompanha todos os títulos de Nioh. Enfrente encontros formidáveis com youkai poderosos, explore vilarejos onde seres suspeitos espreitam, encare os desafios imponentes do Crucible e aproveite os novos ambientes emocionantes e hostis enquanto luta para sobreviver ao reino amaldiçoado!

Em Nioh 3, os jogadores podem aproveitar dois estilos de combate diferentes: Samurai e Ninja. Com base nas tendências dos inimigos e dos cenários, os jogadores podem alternar instantaneamente entre as técnicas de Samurai e Ninja a qualquer momento, ou optar por lutar usando apenas um estilo continuamente, dependendo do desafio à frente. Sinta-se livre para jogar com o estilo que mais gostar.

Estilo Samurai  

Este estilo oferece uma experiência de jogo semelhante aos títulos anteriores de Nioh. Novas ações, como 'Proficiência em Artes', que aumenta o poder das artes marciais, e 'Desviar', que permite bloquear ataques inimigos no último instante, foram adicionadas, ajudando a criar uma série de confrontos intensos e mortais frente a frente.

Análise: 

A Team Ninja leva a fórmula ao limite, mais brutal, mais técnico e mais ambicioso

Depois de dois jogos extremamente elogiados, Nioh 3 chega como a evolução natural da série: combate ainda mais profundo, um sistema de builds mais flexível e um foco maior em narrativa. A Team Ninja mantém o DNA da franquia, que é a dificuldade elevada, loot intenso e ação frenética, mas adiciona novas camadas que tornam esta a entrada mais completa até agora.

A mistura de posturas, Ki Pulse, armas tradicionais e habilidades Youkai atinge o auge aqui. Os inimigos são mais agressivos, mas também mais telegráficos, tornando o combate difícil, porém justo.

O protagonista agora pode alternar entre três formas Youkai durante a luta, cada uma com habilidades únicas. Isso abre espaço para builds absurdamente criativas.

Sem virar um “soulslike de mundo aberto”, Nioh 3 traz áreas mais amplas, com rotas alternativas e segredos bem escondidos.

A narrativa finalmente recebe mais atenção, com personagens melhor desenvolvidos e um enredo que mistura mitologia japonesa com elementos históricos de forma mais coesa.

A Team Ninja domina o estilo: cenários sombrios, Youkais grotescos e efeitos de combate espetaculares. O jogo roda de forma extremamente fluida, mesmo em momentos caóticos.

A dificuldade continua altíssima. Mesmo com melhorias de acessibilidade, Nioh 3 não tenta agradar quem não gosta de desafios extremos.

Apesar de novos Youkai, certos tipos aparecem com frequência excessiva, especialmente no meio da campanha.

A quantidade de itens ainda é absurda. Jogadores que não gostam de “inventário infinito” podem se cansar rapidamente.

Pontos Positivos

  • O melhor combate da série
  • Novas formas Yokai
  • Mapas maiores e mais interconectados
  • História mais focada
  • Visual e performance excelentes
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Ainda é um jogo para poucos
  • Alguns inimigos reaproveitados
  • Sistema de loot continua exagerado

🎯 Conclusão

Nioh 3 é a evolução que os fãs esperavam: brutal, profundo, estiloso e cheio de conteúdo. Não tenta ser mais acessível, não tenta copiar outros jogos — apenas aperfeiçoa a fórmula que a Team Ninja domina. Para quem gosta de ação técnica e desafiadora, é um dos melhores jogos do género.


Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



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sábado, 7 de fevereiro de 2026

REVIEW - DLC VISIONS OF FOUR HEROES - DYNASTY WARRIORS: ORIGINS

Nome do Game: DLC Visions of Four Heroes - Dynasty Warriors: Origins

Data de lançamento: 22 de Janeiro de 2026

Gênero: Musou

Plataformas:  Nintendo Switch 2, PlayStation 5, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor: Koei Tecmo Games 

Estúdio: Koei Tecmo Games

Descrição original: 

Uma grande DLC para DYNASTY WARRIORS: ORIGINS focada nos sonhos não realizados de quatro heróis esquecidos: Zhang Jiao, Dong Zhuo, Yuan Shao e Lu Bu. Alguns heróis desapareceram sem jamais cumprir seus objetivos... Mas e se um Guardião da Paz tivesse caminhado ao lado deles? Experimente o que poderia ter sido ao unir forças com Zhang Jiao, Dong Zhuo, Yuan Shao ou Lu Bu, quatro heróis não celebrados do jogo principal.

A DLC apresentará uma forma ainda mais evoluída das empolgantes batalhas de 1 contra 1.000. Novos tipos de armas, como arcos e dardos com corda, junto de novas Artes de Batalha e companheiros, permitirão que você fique ainda mais forte e domine o campo de batalha ao lado do herói escolhido

Análise: 

⚔️ Quatro heróis, quatro perspectivas e uma expansão que aprofunda o melhor que Origins oferece.

Visions of Four Heroes é a primeira grande DLC narrativa de Dynasty Warriors Origins, trazendo novas missões, novos cenários e quatro campanhas curtas focadas em personagens que não tiveram tanto destaque na história principal. A expansão aposta em perspectivas paralelas, ampliando o contexto dos conflitos e reforçando o lado mais dramático da guerra.

Cada herói recebe uma mini-história própria, com missões exclusivas e cutscenes inéditas. A DLC faz um ótimo trabalho em mostrar eventos paralelos à campanha principal, enriquecendo o mundo e dando mais peso às batalhas.

As fases introduzem objetivos diferentes, como defesa de caravanas, infiltrações rápidas e batalhas de cerco mais intensas. É um conteúdo mais focado e menos repetitivo do que algumas missões do jogo base.

A DLC traz mapas inéditos e versões alternativas de campos de batalha conhecidos, com clima dinâmico e efeitos visuais mais dramáticos.

Cada um dos quatro heróis recebe um pequeno conjunto de movimentos adicionais, o que incentiva experimentar estilos diferentes.

A narrativa expande motivações, rivalidades e alianças, especialmente para personagens que antes pareciam subutilizados.

Apesar de bem escritas, cada arco dura pouco. Esperava algo mais robusto e a galera pode ter a sensação da DLC terminar rápido.

Mesmo com cenários novos, parte das missões ainda usa áreas já vistas no jogo base, o que reduz o impacto da novidade.

Fora habilidades e armas específicas, a DLC não adiciona sistemas novos ou conteúdos que alterem profundamente o endgame.

Pontos Positivos

  • Quatro campanhas curtas, mas bem construídas
  • Novas missões com variedade real
  • Novos cenários e variações climáticas
  • Novas habilidades e armas secundárias
  • Mais contexto político e emocional

Pontos Negativos

  • Campanhas curtas demais
  • Alguns mapas reaproveitados
  • Poucas recompensas permanentes
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Visions of Four Heroes é uma expansão bem-feita, narrativa e focada, que aprofunda personagens e eventos paralelos de Dynasty Warriors Origins. Não é uma DLC gigantesca, mas entrega qualidade, boas missões e momentos memoráveis para fãs da série. Para quem gostou da campanha principal e quer mais contexto e variedade, é um complemento muito sólido.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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domingo, 1 de fevereiro de 2026

REVIEW - NUCLEAR THRONE

Nome do Game: Nuclear Throne

Data de lançamento: 05 de dezembro de 2015

Gênero: Top-Down Shoot-'Em-Up / Roguelite

Plataformas: PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, PlayStation 3, Nintendo Switch e Xbox One

Desenvolvedor:  Vlambeer

Estúdio: Vlambeer

Descrição original: 

Nuclear Throne é um jogo de tiro visto de cima, do tipo roguelike, ambientado em um mundo pós-apocalíptico. Não é aquele pós-apocalipse do tipo “a última esperança da humanidade”, mas sim do tipo “a humanidade foi extinta e mutantes e monstros agora vagam pelo mundo”. Lute através das terras devastadas usando armas poderosas, coletando radiação para sofrer mutações e adquirir novos membros e habilidades.

Análise: 

🎮 Review: Nuclear Throne (10th Anniversary Update)

Nuclear Throne, da Vlambeer, sempre foi um dos roguelites mais influentes e caóticos do gênero. Dez anos depois do lançamento original, o jogo recebe o Update #100, descrito pela própria equipa como “o maior e mais insano update da história do jogo”, reunindo novamente os criadores originais para celebrar o aniversário. 

O update adiciona um novo personagem, melhorias técnicas, novos modos e uma série de ajustes que revitalizam completamente a experiência.

O update de 10 anos introduz Cuz, o 13º personagem jogável. Ele possui a habilidade Cry, que destrói inimigos e projéteis com um grito devastador e ainda pode carregar três armas ao mesmo tempo, algo inédito no jogo. É um personagem agressivo, caótico e perfeito para jogadores experientes que gostam de arriscar.

A equipa original voltou para criar o Update #100, trazendo: novas skins, melhorias de performance, suporte a 60fps e widescreen, balanceamento geral, um novo “boss” especial e várias correções acumuladas ao longo dos anos.

O loop de ação rápida, armas absurdas e mutações estratégicas permanece tão viciante quanto sempre. Nuclear Throne continua sendo um dos roguelites mais intensos já feitos.

O pixel art agressivo e a trilha sonora energética ainda se destacam mesmo após uma década.

Mesmo com ajustes, o jogo continua extremamente punitivo, o que pode afastar novos jogadores.

Menus, interface e certos comportamentos de IA mostram a idade do jogo, mesmo com o update.

Pontos Positivos

  • Novo personagem: Cuz
  • A maior atualização da história do jogo
  • Gameplay continua impecável
  • Estilo visual e sonoro continuam marcantes

Pontos Negativos

  • Dificuldade ainda brutal
  • Alguns elementos continuam datados

🎯 Conclusão

O update de 10 anos transforma Nuclear Throne numa celebração completa do que o jogo representa: caos, criatividade e desafio puro. O novo personagem Cuz adiciona variedade real ao gameplay, e as melhorias técnicas tornam o jogo mais fluido do que nunca. Para quem já era fã, é o momento perfeito para voltar. Para quem nunca jogou, esta é sem dúvida a melhor versão já lançada.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#NuclearThrone #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames