sábado, 8 de agosto de 2026

REVIEW - MARVEL Tōkon: Fighting Souls

Nome do Game: MARVEL Tōkon: Fighting Souls

Data de lançamento: 06 de agosto de 2026  

Gênero: Luta

Plataformas: PlayStation 5 e PC

Desenvolvedor: Arc System Works 

Estúdio: Sony Interactive Entertainment

Análise: 

🦸 Um 4v4 tag fighter explosivo, estiloso e cheio de personalidade, com alma de anime da Arc System Works e escala de universo Marvel.

MARVEL Tōkon: Fighting Souls é aquele tipo de jogo que junta duas coisas que eu curto muito: o refinamento de luta da Arc System Works e o espetáculo absurdo do universo Marvel.

É um fighter 2.5D/“spectacle fighter” com foco total em equipa, sinergia e pressão constante, mais próximo de um Dragon Ball FighterZ encontra Marvel vs. Capcom do que de um 1v1 tradicional. 

O coração do jogo é o 4v4 tag system: começas com um lutador ativo e um assist, mas ao longo da luta vais desbloqueando e trazendo o resto da equipa, criando sequências longas, setups de pressão e situações de “descarregar o elenco inteiro” em cima do adversário. 

Cada personagem tem habilidades, arquétipos e estilos próprios — zoners, rushdown, grapplers, suportes, controladores de espaço, o que faz com que montar equipa seja quase tão importante quanto executar combos. 

A jogabilidade segue a filosofia Arc System Works: inputs relativamente acessíveis, mas com profundidade enorme em cancels, gestão de recursos, sinergia de assists e otimização de dano. 

O jogo tem cenários detalhados, efeitos de luz e impacto que combinam bem com o tom “espetáculo super‑herói”. 

Em termos de modos, tens single‑player, multiplayer local e online PvP, o que permite tanto jogar casualmente como entrar em ambiente mais competitivo. 

A sensação geral é de um jogo que quer ser rápido, vistoso e centrado em equipa, mais sobre criar momentos absurdos do que sobre duelos minimalistas.

Pontos Positivos

  • Sistema 4v4 tag muito dinâmico e caótico. 
  • Lineup grande de heróis e vilões com estilos bem distintos. 
  • Visual e animação no nível Arc System Works, com forte identidade de comic/anime. 
  • Mecânicas acessíveis, mas com espaço enorme para profundidade e otimização. 
  • Trilha sonora intensa, com pegada de anime de luta e clima de arena. 
  • Modos single e multiplayer, incluindo online e local, bem estruturados. 
  • Legendas e dublagem em português

Pontos Negativos

  • Caos visual pode ser demais para quem prefere lutas mais limpas. 
  • Curva de aprendizagem em equipa é mais pesada do que parece à primeira vista.
  • Balanceamento em jogos de elenco grande tende a ser sempre um ponto sensível. 
  • Online competitivo depende muito da comunidade e da estabilidade de netcode.

🎯 Conclusão

MARVEL Tōkon: Fighting Souls é um fighter pensado para quem gosta de caos controlado, equipa, sinergia e espetáculo visual.

Não é o jogo de 1v1 puro e seco, é o jogo de montar quatro personagens, aprender como eles conversam em campo e transformar cada luta num show.

Para quem curte Arc System Works, Marvel e tag fighters cheios de estilo, é um título que vale muito a pena acompanhar e dominar.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



#MarvelTokon #MarvelTokonFightingSouls #TeamARCcreators

sábado, 1 de agosto de 2026

REVIEW - 70s-STYLE ROOT ANIME GEPPY-X

Nome do Game: 70s-style Robot Anime Geppy-X

Data de lançamento: 16 de Julho de 2026  

Gênero: Horizontal Shoot-'Em-Up

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X, PlayStation 4, Nintendo Switch

Desenvolvedor: Implicit Conversions 

Estúdio: Bliss Brain

Análise:

🤖 Uma carta de amor aos animes de robôs dos anos 70, exagerado, estiloso, cheio de personalidade e completamente diferente de qualquer outro jogo do PS1.

Geppy-X é aquele tipo de jogo que só poderia ter existido no Japão dos anos 90: um shooter side‑scrolling que imita perfeitamente a estética, o humor, os clichés e até os comerciais de TV dos animes de mecha dos anos 70.

É tão dedicado ao tema que parece literalmente um anime perdido da época, só que jogável.

O jogo não tenta ser moderno, não tenta ser técnico, não tenta competir com shooters mais sérios.

Ele quer ser uma experiência audiovisual nostálgica, exagerada, teatral e completamente apaixonada pelo género.

E nisso ele acerta em cheio.

Geppy-X é um shooter side‑scrolling com foco total na estética e na narrativa, recriando a sensação de assistir a um anime de robôs dos anos 70, episódio por episódio.

Cada fase funciona como um “episódio”, com abertura, encerramento, comerciais falsos, recaps e até créditos, tudo feito com um nível de detalhe absurdo.

O robô protagonista tem várias transformações, cada uma com ataques diferentes, dando ao jogo uma variedade visual enorme, mesmo que a jogabilidade permaneça simples.

A trilha sonora é completamente temática, com músicas que parecem saídas de um anime clássico, incluindo canções de abertura e encerramento.

O humor é constante: exageros, poses dramáticas, vilões caricatos, diálogos absurdos e situações que parecem paródias diretas de Mazinger Z, Getter Robo e outros clássicos.

A jogabilidade é funcional, mas não é o foco, o jogo existe para ser uma experiência audiovisual nostálgica, e não um shooter competitivo ou técnico.

É um daqueles jogos que se destacam pela identidade, não pela profundidade mecânica.

Pontos Positivos

  • Estética 70s recriada com perfeição.
  • Humor constante e cheio de personalidade.
  • Cutscenes longas e cheias de estilo.
  • Comerciais falsos e segmentos de “TV” geniais.
  • Trilha sonora totalmente temática.
  • Variedade enorme de transformações e ataques.
  • Um dos shooters mais criativos do PS1.

Pontos Negativos

  • Jogabilidade simples e pouco profunda.
  • Duração das cutscenes pode cansar alguns jogadores.
  • Dificuldade irregular entre fases.
  • Certos segmentos são mais estilo do que substância.
  • É um jogo MUITO específico, não é para todos.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

70s-style Robot Anime Geppy-X é uma experiência única: um jogo que parece um anime clássico jogável, cheio de estilo, humor, exagero e personalidade.

Não é profundo, não é complexo, mas é memorável, criativo e completamente diferente de qualquer outro shooter do PS1.

Para quem ama mecha clássico, estética retro e projetos que respiram paixão, este jogo é uma joia rara.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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segunda-feira, 27 de julho de 2026

REVIEW - GRANBLUE FANTASY: RELINK - ENDLESS RAGNAROK

Nome do Game: Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok

Data de lançamento: 08 de julho de 2026

Gênero: JRPG

Plataformas: Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e PC 

Desenvolvedor: Cygames 

Estúdio: Cygames

Análise: 

⚔️ Um endgame massivo, brutal e viciante, feito para quem quer levar Relink ao limite e transformar cada combate numa prova de fogo.

Endless Ragnarok é a expansão que transforma Granblue Fantasy: Relink num jogo completamente novo para quem já terminou a campanha.

Aqui não existe “conteúdo extra” existe um novo patamar de dificuldade, novas missões, novos bosses, novos tiers de builds, e uma sensação constante de que estás sempre a subir mais um degrau.

É Relink no modo “máquina de guerra”.

Endless Ragnarok expande o endgame com novas quests de alto nível, onde cada inimigo parece ter sido desenhado para testar reflexos, builds e domínio total das mecânicas.

Os bosses são o grande destaque: padrões rápidos, ataques massivos, fases múltiplas e aquela sensação de “ok, isto é sério agora”.

O sistema de builds ganha outra vida: sigils, armas, upgrades e combinações que antes eram “boas” agora precisam ser perfeitas para sobreviver às missões mais altas.

A sensação de progressão é constante cada vitória desbloqueia algo novo, cada derrota ensina algo, e cada melhoria na build muda completamente o desempenho do personagem.

O grind existe, mas é o tipo de grind que recompensa: quanto mais jogas, mais forte ficas, mais missões desbloqueias e mais longe consegues ir.

É conteúdo feito para quem gosta de endgame sério: otimizar, repetir, dominar, melhorar e enfrentar desafios cada vez mais absurdos.

Não adiciona história e isso é intencional. O foco é combate, build, desafio e repetição com propósito.

Pontos Positivos

  • Missões endgame realmente desafiantes.
  • Novos bosses com padrões insanos.
  • Sistema de builds muito mais profundo.
  • Loot endgame que finalmente faz diferença.
  • Progressão clara e viciante.
  • Rejogabilidade altíssima.
  • Perfeito para quem gosta de otimizar personagens.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Dificuldade pode ser brutal para iniciantes.
  • Grind pesado em tiers mais altos.
  • Algumas missões exigem equipa coordenada.
  • Certos bosses têm picos de dano exagerados.
  • Não adiciona história é puro endgame.

🎯 Conclusão

Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok é a expansão que transforma Relink num jogo de endgame completo.

É difícil, é exigente, é viciante e é exatamente o tipo de conteúdo que quem ama ARPGs procura quando termina a campanha.

Se gostas de otimizar builds, enfrentar bosses absurdos e sentir que cada vitória foi conquistada com suor, este modo é simplesmente obrigatório.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



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segunda-feira, 20 de julho de 2026

REVIEW - RUSHING BEAT X: RETURN OF BRAWL BROTHERS

Nome do Game: RUSHING BEAT X: Return of Brawl Brothers

Data de lançamento: 19 de março de 2026  

Gênero: 2D Beat-'Em-Up

Plataformas: PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor: City Connection

Estúdio: Clear River Games

Descrição original: 

Um vírus batizado de 'incidente Joecal' multiplica a capacidade física do corpo ao ser contraído. Três anos depois, um novo incidente, o 'incidente Cyber Clone', estourou em uma cidade réplica. E mais um ano se passou... a batalha contra os Zeekus e os Cyber Clones está prestes a começar. Eles estão trilhando o caminho da destruição? Ou...

RUSHING BEAT foi originalmente desenvolvido pela Jaleco, com a City Connection agora liderando o desenvolvimento após adquirir os direitos de todas as propriedades intelectuais da Jaleco. RUSHING BEAT vem alimentando o vício dos jogadores por jogos de 'briga de rua' (brawler) desde 1992, quando o jogo apareceu pela primeira vez no Super Nintendo® Entertainment System. Agora, mais de trinta anos depois, 'The Peace Keepers' estão de volta com o renascimento da franquia para os consoles modernos!

Análise: 

🥊 Um beat ’em up clássico renascido, mais rápido, mais polido e com aquele espírito SNES que continua a ser divertido até hoje.

RUSHING BEAT X: Return of Brawl Brothers é uma nova versão do clássico da Jaleco, trazendo de volta a pancadaria direta, personagens carismáticos e aquela vibe de rua dos anos 90 que define o género.

A City Connection e Clear River Games fizeram aqui o que costuma fazer bem: preservar o original, modernizar o essencial e entregar uma forma prática de revisitar um jogo que marcou época.

É um beat ’em up simples, mas cheio de estilo e continua a ter aquele charme bruto que só os jogos da era 16‑bit tinham.

O combate mantém o estilo clássico dos beat ’em ups: andar para a direita, bater em tudo o que aparece e usar golpes especiais para limpar grupos de inimigos. É simples, mas funciona e continua divertido.

Os personagens têm estilos diferentes, com ataques fortes, rápidos ou mais técnicos, permitindo experimentar várias formas de jogar.

As fases misturam ruas, armazéns, áreas industriais e cenários urbanos, criando aquela sensação de “aventura de rua” típica dos beat ’em ups da época.

No geral, é um jogo que sabe exatamente o que é: um beat ’em up clássico, direto, nostálgico e cheio de personalidade.

✅ Pontos Positivos

  • Combate rápido e direto ao ponto.
  • Personagens carismáticos e bem animados.
  • Movimentos especiais e golpes variados.
  • Trilha sonora com aquele punch clássico dos anos 90.

❌ Pontos Negativos

  • História simples e pouco desenvolvida.
  • Alguns inimigos repetem padrões demais.
  • Dificuldade irregular em certas fases.
  • Movimentação ainda um pouco rígida, típica da época.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é uma ótima forma de revisitar um beat ’em up clássico sem perder o espírito original.

Não tenta reinventar nada, ele quer ser pancadaria old‑school com estilo renovado.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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Minha gameplay:



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domingo, 19 de julho de 2026

REVIEW BIOMECHANICAL TOY

Nome do Game: Biomechanical Toy

Data de lançamento: 16 de julho de 2026

Gênero: Plataforma 2D

Plataformas: PC, Nintendo Switch, Xbox Series X, PlayStation 4, Xbox One e PlayStation 5

Desenvolvedor:  QUByte Interactive

Estúdio: QUByte Interactive

Análise:

🤖 Um run‑and‑gun arcade que é puro caos divertido, estranho, rápido e com aquele charme sujo dos anos 90 que só os arcades tinham.

Biomechanical Toy é exatamente o tipo de jogo que eu gosto de revisitar quando quero algo simples, direto e com personalidade.

Nada de histórias longas, nada de tutoriais, é entrar, disparar e sobreviver ao caos.

A jogabilidade é run‑and‑gun puro, com movimento rápido, tiros constantes e foco total em reflexos. As fases são curtas, diretas e cheias de inimigos, mantendo o ritmo arcade original. 

O protagonista, Inguz, é um herói com visual extremamente anos 90: rabo‑de‑cavalo, óculos escuros e jeans apertados, um charme kitsch que define o tom do jogo. 

O mundo mistura brinquedos, máquinas, criaturas mecânicas e elementos surreais, criando uma estética única que não se parece com nenhum outro run‑and‑gun da época. 

Os bosses são um dos pontos altos: grandes, exagerados e com padrões claros, mantendo a tradição dos arcades espanhóis da Gaelco. 

A versão QUByte adiciona ferramentas modernas como save states, filtros, opções de vídeo e melhorias de acessibilidade, tornando o jogo mais fácil de revisitar sem perder a essência. 

O jogo é divertido, caótico e estiloso, é um título mediano da era arcade que vale pela curiosidade e pela vibe.

Pontos Positivos

  • Ação rápida e frenética estilo arcade. 
  • Visual pixelado vibrante e cheio de personalidade. 
  • Bosses criativos e bem animados. 
  • Mecânicas simples e diretas. 
  • Ferramentas modernas: save states, filtros, opções de vídeo. 
  • Mundo surreal e único, misturando brinquedos e biomecânica. 

Pontos Negativos

  • História rasa e pouco relevante. 
  • Dificuldade arcade pode frustrar iniciantes. 
  • Falta profundidade, experiência curta e direta. 
  • Alguns padrões de inimigos repetitivos. 
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Biomechanical Toy é uma preservação competente de um arcade estranho, criativo e cheio de personalidade.

Não é profundo, não é revolucionário, mas é divertido, rápido, surreal e perfeito para quem ama run‑and‑gun old‑school.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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Minha gameplay:



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terça-feira, 14 de julho de 2026

REVIEW - DRACAMAR

Nome do Game: Dracamar

Data de lançamento: 30 de abril de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Petoons Studio

Estúdio: Petoons Studio

Análise: 

Dracamar é um jogo que abraça completamente o espírito dos platformers 3D da era PS2: mundos coloridos, personagens simpáticos, níveis longos e uma jogabilidade simples, mas divertida.

Não é revolucionário, mas é encantador, familiar e perfeito para quem gosta de plataformas clássicos ou para jogadores mais jovens.

Dracamar aposta numa fórmula clássica: 15 níveis grandes, com plataformas, colecionáveis e pequenos desafios, seguindo a tradição dos jogos de aventura 3D dos anos 2000. 

A estética é brilhante, colorida e familiar, com personagens simpáticos e um mundo que parece saído de um desenho animado. 

A jogabilidade é simples e acessível, com foco em saltos, exploração leve e combate básico, tornando o jogo ideal para crianças, iniciantes ou quem procura algo descontraído. 

Os níveis são surpreendentemente longos, oferecendo uma boa sensação de progressão sem se tornarem cansativos. 

A história é direta: salvar o mundo de Dracamar do vilão King Crad, resgatar criaturas mágicas e restaurar a paz, narrativa leve, mas funcional. 

O jogo não tenta inovar, mas sim entregar uma experiência nostálgica, confortável e bem executada. 

Pequenos problemas técnicos existem, como culling e animações simples, mas nada que comprometa a experiência geral. 

Pontos Positivos

  • Legendas em português
  • Visual colorido e muito agradável. 
  • Níveis longos e bem estruturados. 
  • Jogabilidade acessível e fácil de aprender. 
  • Ótimo para iniciantes e público jovem. 
  • Atmosfera leve e carismática. 
  • Sensação nostálgica de platformer clássico. 

Pontos Negativos

  • Diálogos simples e um pouco rígidos. 
  • Baixa dificuldade para jogadores experientes. 
  • Alguns problemas técnicos menores. 
  • Estrutura demasiado segura e tradicional. 

🎯 Conclusão

Dracamar é um 3D platformer encantador, nostálgico e acessível, que funciona muito bem para quem procura uma aventura leve, colorida e sem complicações.

Não tenta reinventar o género, ele quer ser divertido, acolhedor e clássico, e nisso acerta em cheio.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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quarta-feira, 8 de julho de 2026

REVIEW - JUNKSTER

Nome do Game: Junkster

Data de lançamento: 16 de junho de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas:  Xbox Series X, PlayStation 5, PC e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Stormcloud Games Limited 

Estúdio: Stormcloud Games Limited

Análise: 

Um puzzle‑platformer inteligente, criativo e cheio de personalidade com foco total em física, engenhocas e soluções fora da caixa.

É um jogo centrado em puzzles físicos, com uma estética de sucata e máquinas improvisadas.

É um daqueles indies que não tenta ser grande, ele tenta ser esperto, bem‑desenhado e surpreendentemente viciante.

Junkster baseia‑se em puzzles de física onde o jogador precisa montar engenhocas, manipular objetos, criar trajetórias e usar sucata para resolver desafios.

A jogabilidade é extremamente intuitiva: arrastar, combinar, testar e ajustar, tudo com feedback claro e consistente.

A estética é um dos pontos fortes: tudo parece feito de lixo reciclado, com máquinas improvisadas, peças velhas e um charme industrial que dá personalidade ao jogo.

Os puzzles têm múltiplas soluções, incentivando criatividade e experimentação, algo que reviewers elogiam bastante.

A dificuldade cresce de forma acentuada, mas justa: cada nível ensina algo novo e depois exige que o jogador aplique esse conhecimento de forma mais complexa.

A história é mínima, funcionando apenas como pano de fundo para justificar a jornada do protagonista num mundo de sucata e engenhocas.

A duração é moderada: não é um jogo longo, mas é compacto, bem desenhado e sem enchimento.

A receção geral é positiva, com elogios à criatividade, ao design dos puzzles e ao estilo visual.

Pontos Positivos

  • Puzzles muito bem construídos.
  • Mecânicas físicas criativas e consistentes.
  • Visual estilizado com identidade própria.
  • Humor leve e personagens carismáticos.
  • Níveis variados e com soluções múltiplas.
  • Ótima curva de aprendizagem.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Dificuldade sobe rápido.
  • Algumas fases exigem tentativa e erro pesado.
  • História simples e pouco explorada.
  • Certos puzzles podem ser frustrantes.
  • Pouca variedade de ambientes.
  • Duração curta para jogadores experientes.

🎯 Conclusão

Junkster é um puzzle‑platformer criativo, inteligente e cheio de personalidade.

Não tenta ser épico, ele quer ser bem desenhado, coeso e divertido, e nisso acerta em cheio.

Para quem gosta de puzzles de física, engenhocas e soluções fora da caixa, é uma pequena joia indie.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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