sexta-feira, 17 de abril de 2026

REVIEW - NEW SUPER LUCKY'S TALE

Nome do Game: New Super Lucky's Tale

Data de lançamento: 23 de Março de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PlayStation5, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC

Desenvolvedor: Playful Corp.

Estúdio: Playful Corp.

Análise: 

✨ Um platformer leve, colorido e extremamente polido e no PS5 ele finalmente brilha como deveria.

A versão de PS5 de New Super Lucky’s Tale não muda o conteúdo do jogo, mas transforma a experiência com 4K, 120 FPS, loadings rápidos e DualSense.

É um platformer alegre, acessível e cheio de variedade, perfeito para quem sente falta de jogos no estilo Astro Bot, mesmo que não chegue ao mesmo nível de inovação.

O jogo mantém a estrutura clássica de platformer 3D, com mundos temáticos cheios de colecionáveis, puzzles simples, mini‑jogos e níveis 2D que quebram o ritmo de forma divertida. 

A performance a 120 FPS e o 4K deixam o jogo mais fluido e vibrante, fazendo com que a arte colorida e o estilo “cartoon” brilhem como nunca. 

O DualSense adiciona feedback tátil durante ações como cavar, saltar e interagir com objetos, tornando a experiência mais imersiva e divertida. 

A variedade é um dos pontos mais elogiados: um nível pode ser de exploração 3D, outro um puzzle, outro um runner automático, outro um mini‑jogo estilo pinball. 

A narrativa é simples e leve, focada em recuperar páginas do Book of Ages e derrotar Jinx e o Kitty Litter, funcionando mais como pano de fundo do que como elemento central. 

Apesar de divertido, o jogo não traz novidades significativas para quem já jogou versões anteriores, sendo essencialmente a “versão definitiva” graças ao hardware do PS5. 

A duração é curta e o ritmo é rápido, tornando‑o ideal para sessões leves e para quem quer um platformer sem frustrações. 

Pontos Positivos

  • Performance impecável a 120 FPS.
  • Visual mais nítido e colorido em 4K.
  • DualSense melhora a imersão.
  • Variedade constante entre níveis.
  • Humor leve e atmosfera sempre positiva.
  • Controlo preciso e acessível.
  • Ótima opção para fãs de platformers.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Nenhum conteúdo novo.
  • Inovação limitada para o género.
  • História simples e previsível.
  • Mini‑jogos com motion controls inconsistentes.
  • Upgrade pouco atrativo para quem já jogou antes.

🎯 Conclusão

New Super Lucky’s Tale no PS5 é a melhor versão do jogo: mais fluida, mais bonita e mais agradável de jogar.

Não traz novidades de conteúdo, mas entrega um platformer leve, divertido e cheio de charme, perfeito para quem quer algo colorido, positivo e tecnicamente impecável.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



#NewSuperLuckysTale #PS5 #40taoGames

terça-feira, 14 de abril de 2026

REVIEW - ARIANA AND THE ELDER CODEX

Nome do Game: Ariana and the Elder Codex

Data de lançamento: 24 de março de 2026 

Gênero: Plataforma 2D

Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC

Desenvolvedor: Idea Factory / Compile Heart  

Estúdio: Idea Factory International

Análise: 

Um action‑platformer mágico sobre entrar em livros, restaurar mundos e dominar um sistema de feitiços profundo e flexível.

Ariana and the Elder Codex é um action‑adventure 2D com elementos de RPG e metroidvania, onde cada nível é um livro corrompido que precisas restaurar.

O jogo mistura combate rápido, magia personalizável, plataformas, e uma estrutura de “mini‑aventuras” dentro de cada Codex.

É bonito, criativo e cheio de boas ideias, mas também tem problemas de ritmo e narrativa.

O jogo coloca‑te no papel de Ariana, uma bibliotecária capaz de entrar em livros corrompidos para restaurar mundos inteiros, criando uma estrutura de “mini‑aventuras” que mantém a variedade alta. 

Cada Codex funciona como um pequeno metroidvania, com mapas próprios, segredos e um boss final que fecha a narrativa daquele livro. 

O sistema de magia é o grande destaque: podes equipar até seis feitiços, misturar elementos e criar combinações devastadoras, o que dá enorme liberdade de estilo de jogo. 

A progressão é consistente: derrotar inimigos, recolher materiais, melhorar feitiços e desbloquear novas habilidades de travessia que abrem caminhos antes inacessíveis. 

O visual é muito bonitos, com cenários desenhados à mão e efeitos mágicos que tornam cada Codex visualmente distinto e memorável. 

A narrativa dentro dos livros é interessante e cheia de pequenas parábolas, mas a história principal fora deles sofre com ritmo lento, excesso de texto e revelações previsíveis. 

O combate exige atenção, especialmente contra bosses, que obrigam a dominar timings, cooldowns e sinergias entre feitiços. 

Apesar de divertido e bem construído, o jogo não traz grandes inovações ao género, funcionando mais como uma execução sólida do que como algo revolucionário.

Pontos Positivos

  • Combate rápido e cheio de opções.
  • Sistema de magia muito flexível.
  • Visual belíssimo e bem animado.
  • Codices variados e criativos.
  • Progressão clara e recompensadora.
  • Performance sólida nas plataformas principais.
  • Conteúdo generoso pelo preço.

Pontos Negativos

  • Narrativa confusa e mal ritmada.
  • Diálogos longos e cansativos.
  • Inconsistência no design de menus.
  • Elementos RPG pouco claros.
  • Inimigos repetitivos em certas áreas.
  • Pacing irregular entre livros.
  • História principal previsível.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Ariana and the Elder Codex é um action‑platformer sólido, bonito e cheio de personalidade, com um sistema de magia excelente e Codices que funcionam como pequenas aventuras independentes.

A narrativa é o seu ponto mais fraca, longa, confusa e mal ritmada, mas o combate, a arte e a variedade compensam.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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#Ariana #PS5 #40taoGames

domingo, 12 de abril de 2026

REVIEW - MACHINE GUN FURY

Nome do Game: Machine Gun Fury

Data de lançamento: 20 de março de 2026 

Gênero: Ação / Tiro

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X, PlayStation 4 e Xbox One

Desenvolvedor:  Reset Games Ltd

Estúdio: Reset Games Ltd

Análise: 

🔥 Um run‑and‑gun retro que abraça totalmente a nostalgia: divertido, difícil e cheio de caos arcade.

Machine Gun Fury é um shooter militar arcade inspirado diretamente em Contra, Commando, Ikari Warriors, Metal Slug e Broforce.

É rápido, difícil, barulhento e totalmente focado em destruição, movimento constante e ação old‑school.

O jogo não tenta reinventar nada, ele quer ser exatamente aquilo que os arcades dos anos 80 entregavam.

O jogo oferece uma experiência run‑and‑gun totalmente clássica, com foco em movimento constante, tiros em todas as direções e hordas de inimigos que te obrigam a reagir rapidamente. 

O estilo visual inspirado no Commodore 64 é limpo, polido e fiel ao retro, com pixel art 8‑bit e uma trilha sonora SID que reforça a nostalgia. 

A campanha tem oito níveis curtos, mas variados, com duração total entre três e seis horas dependendo da dificuldade escolhida. 

A dificuldade é elevada, com inimigos vindos de múltiplas direções e pouca margem para erro, recriando a sensação dos arcades clássicos. 

O jogo inclui dois modos principais: Standard (campanha normal) e Arcade (cinco vidas para terminar tudo), incentivando repetição e domínio das fases. 

O movimento limitado e a navegação rígida fazem parte do design retrô, mas podem frustrar jogadores acostumados a shooters modernos. 

O level design mistura boas ideias com momentos menos inspirados, e a morte punitiva obriga a repetir fases inteiras, reforçando o estilo “NES hard”. 

Apesar de divertido, o jogo é curto e não oferece muito conteúdo além da campanha, o que deixa a sensação de que poderia ter ido mais longe. 

Pontos Positivos

  • Ação rápida e constante.
  • Visual 8‑bit limpo e bem polido.
  • Trilha sonora SID autêntica.
  • Níveis curtos e variados.
  • Dificuldade old‑school bem calibrada.
  • Modo Arcade viciante.
  • Boa variedade de armas e pickups.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Movimento pouco fluido.
  • Combate limitado comparado a shooters modernos.
  • Campanha muito curta.
  • Repetição em algumas fases.
  • Falta de conteúdo além dos 8 níveis.
  • Level design inconsistente em certas áreas.
  • Morte punitiva obriga a repetir fases inteiras.

🎯 Conclusão

Machine Gun Fury é um shooter retro honesto: rápido, difícil, barulhento e cheio de charme 8‑bit.

Para quem ama Contra, Commando e Metal Slug, é uma viagem direta ao passado com tudo de bom e de mau que isso implica.

É curto, limitado e às vezes frustrante, mas também é divertido, viciante e perfeito para sessões rápidas de caos arcade.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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#MachineGunFury #PlayStation5 #40taoGames

domingo, 5 de abril de 2026

REVIEW - STARTSHIP TROOPERS: ULTIMATE BUG WAR

Nome do Game: Starship Troopers: Ultimate Bug War

Data de lançamento: 16 de Março de 2026

Gênero: FPS

Plataformas: PC, Xbox Series X, PlayStation 5 e Nintendo Switch 2 

Desenvolvedor: Auroch Digital

Estúdio: DotEmu

Análise: 

Um boomer‑shooter moderno que mistura nostalgia, sátira militar e toneladas de insetos explodindo, divertido, exagerado e imperfeito.

O jogo da Auroch Digital e DotEmu tenta recriar a energia caótica do filme original, com humor militarista, propaganda exagerada e missões cheias de explosões.

É um FPS retro estilizado, rápido e direto, com foco total em matar insetos, chamar bombardeios e sobreviver ao caos.

O jogo recria a fantasia militarista exagerada do filme, com cutscenes em estilo propaganda e até a presença de Casper Van Dien como Johnny Rico, reforçando o tom satírico e divertido. 

A jogabilidade é rápida e caótica, com foco em hordas enormes de insetos e armas que têm impacto real, criando uma sensação constante de urgência e adrenalina. 

O uso de ataques orbitais, bombardeios e armas de destruição massiva diferencia o jogo de outros shooters retro, tornando cada missão um espetáculo de exagero militar. 

A campanha é curta, mas bem ritmada, com missões que alternam entre defender posições, destruir ninhos e sobreviver a enxames, mantendo o espírito arcade. 

O estilo gráfico mistura sprites 2D para humanos e modelos 3D para insetos, criando um visual estranho mas funcional, que ajuda a distinguir rapidamente aliados e inimigos. 

Apesar da diversão, o jogo sofre com repetição de objetivos e falta de profundidade estratégica, tornando‑se mais um “run and gun” do que um shooter tático. 

O modo de jogar como inseto é interessante, mas pouco explorado, deixando a sensação de potencial desperdiçado.

Pontos Positivos

  • Legendas em português
  • Apresentação fiel ao filme original. 
  • Jogabilidade rápida e divertida. 
  • Humor e propaganda militar bem integrados. 
  • Armas poderosas e satisfatórias. 
  • Estilo retro com charme próprio. 
  • Possibilidade de jogar como humano ou inseto. 
  • Cutscenes com atores do filme e muito carisma. 

Pontos Negativos

  • Missões repetitivas. 
  • Dificuldade irregular entre fases. 
  • Modo inseto pouco desenvolvido. 
  • Falta de variedade nos objetivos. 
  • Visual retro pode afastar alguns jogadores. 

🎯 Conclusão

Starship Troopers: Ultimate Bug War é um shooter divertido, exagerado e cheio de personalidade, perfeito para quem quer desligar o cérebro e explodir insetos com estilo.

Não é profundo, não é inovador e não tenta ser. É puro entretenimento retro com humor militarista e toneladas de gore.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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#StarshipTroopers #PlayStation5 #40taoGames

sexta-feira, 3 de abril de 2026

REVIEW - INK INSIDE

Nome do Game: Ink Inside

Data de lançamento: 11 de Dezembro de 2025

Gênero: RPG

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor: Blackfield Entertainment LLC

Estúdio: Entalto Publishing

Análise: 

🎨 Um action‑adventure com elementos de RPG, enfrentar inimigos via dodge ball (queimada).

Cada nível tem um layout diferente, incentivando o jogador a memorizar caminhos, atalhos e padrões de inimigos.

Os power‑ups ajudam a variar o ritmo, tornando cada tentativa um pouco diferente da anterior.

A jogabilidade é acessível e rápida, permitindo partidas curtas que funcionam bem.

O jogo luta contra si próprio em termos de navegação e combate, com decisões de design que tornam a experiência menos fluida. 

Apesar disso, a progressão e a estrutura dos níveis mostram boas ideias que poderiam brilhar mais com polimento adicional.

Infelizmente tive problemas no game e não consegui nem enfrentar o primeiro boss, infelizmente o jogo não avançava ao tentar encontrar um personagem que estava perdido na floresta, usei dois saves e mesmo assim persistiu no problema.

Pontos Positivos

  • Jogabilidade rápida e acessível.
  • Níveis variados com layouts diferentes.
  • Criaturas e inimigos com padrões distintos.
  • Power‑ups que mudam o ritmo da partida.
  • Progressão simples e clara.
  • Estilo visual limpo e funcional.

Pontos Negativos

  • Bugs frequentes prejudicam o ritmo.
  • Navegação e mapa pouco intuitivos.
  • Dificuldade irregular entre níveis.
  • Combate e movimento pouco precisos.
  • Falta de profundidade para um RPG.
  • Falta de Legendas em português

🎯 Conclusão

Ink Inside é um action‑adventure leve, rápido e com boas ideias, mas que sofre com muitos bugs, navegação confusa e falta de polimento.

Tem charme, tem potencial, mas não consegue manter a diversão por muito tempo devido às falhas técnicas e de design.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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#inkinside #review #40taogames

quinta-feira, 2 de abril de 2026

REVIEW - GRIME II

Nome do Game: GRIME II

Data de lançamento: 31 de Março de 2026

Gênero: Ação / Metroidvania

Plataformas: PlayStation 5, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Clover Bite

Estúdio: Kwalee Ltd

Análise: 

Mais estranho, mais brutal e mais artístico, um metroidvania soulslike que sabe exatamente o que quer ser

GRIME II pega tudo o que o primeiro jogo fez bem e empurra tudo para um nível mais ambicioso: mapas maiores, combate mais técnico, bosses mais criativos e um mundo ainda mais bizarro e desconfortável.

É um daqueles jogos que não tenta agradar todo mundo, ele quer ser estranho, quer ser denso, quer ser difícil, e nisso ele acerta em cheio.

O mapa agora é um verdadeiro metroidvania moderno: áreas enormes, caminhos alternativos, atalhos inteligentes, segredos escondidos em cada canto.

É um jogo que recompensa curiosidade de forma constante.

O sistema de absorção volta, mas agora com mais camadas: contra‑ataques mais variados, armas com estilos completamente diferentes, builds que realmente mudam a forma de jogar.

É rápido, pesado e extremamente satisfatório quando dominas o ritmo.

Se o primeiro já era estranho, GRIME II abraça o surrealismo total.

Criaturas deformadas, ambientes orgânicos, estátuas vivas, carne, pedra, metal, tudo misturado num pesadelo artístico que não parece com nada no mercado.

Cada boss é um espetáculo visual e mecânico. São lutas longas, criativas e com padrões que exigem leitura e adaptação. É o ponto mais forte do jogo.

Som opressivo, ambientes densos, silêncio desconfortável… O jogo sabe criar tensão sem precisar de jumpscares.

A liberdade é ótima, mas às vezes o jogo exagera. Há momentos em que simplesmente não sabes para onde ir e o jogo não faz questão de ajudar.

Alguns bosses são perfeitos, outros parecem feitos para te punir só porque sim. Há picos de dificuldade que quebram o ritmo.

O game tem alguns bugs mas nada que destrua a experiência, mas existem: colisões estranhas, animações que falham, quedas de FPS em áreas mais pesadas.

O lore é interessante, mas o jogo insiste em contar tudo de forma simbólica e fragmentada. Para alguns, isso é charme; para outros, frustração.

Pontos Positivos

  • Exploração muito mais aberta e interligada
  • Combate mais profundo e mais agressivo
  • Direção artística absurda
  • Bosses memoráveis
  • Trilha sonora e atmosfera impecáveis
  • Legendas em português


Pontos Negativos

  • Pode ser confuso demais
  • Dificuldade irregular
  • Alguns bugs e quedas de performance
  • História continua críptica demais

🎯 Conclusão

GRIME II é um metroidvania soulslike poderoso, artístico e brutal, que sabe exatamente o que quer ser. Não tenta ser acessível, não tenta ser “mainstream”, ele quer ser estranho, quer ser desafiador, quer ser único.

E nisso, ele entrega uma das experiências mais marcantes do género em 2026. Se gostaste do primeiro, este aqui é obrigatório. Se nunca jogaste, prepara‑te para um mundo que não te explica nada… mas te recompensa por cada descoberta.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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#grime2 #PS5 #40taogames

terça-feira, 31 de março de 2026

REVIEW - MONSTER HUNTER STORIES 3: TWISTED REFLECTION

Nome do Game: Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection

Data de lançamento: 13 de Março de 2026

Gênero: JRPG

Plataformas: Nintendo Switch 2, PC, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Capcom

Estúdio: Capcom

Análise: 

Um dos RPGs mais completos e viciantes de 2026, profundo, bonito e cheio de personalidade.

Este é, sem dúvida, o Stories mais ambicioso até agora, e dá para sentir isso em cada sistema, cada Monstie e cada zona explorada.

O sistema turn‑based continua baseado no triângulo Power / Speed / Technical, mas agora está mais rápido, mais estratégico e com muito mais sinergias entre o Rider e os Monsties. É aquele tipo de combate que te faz pensar, mas sem ficar lento ou pesado.

Pela primeira vez, o teu Rider fala, reage e tem presença narrativa real. Isso muda completamente o tom do jogo, mais maduro, mais emocional e com mais impacto.

Adeus Navirou e às piadas infantis. Rudy é divertido, mas sem exageros, e encaixa muito melhor no novo tom do jogo.

O conflito entre Azuria e Vermeil é cheio de nuances, política, ecologia e personagens com motivações reais. A Princesa Eleanor é um destaque absoluto, humana, vulnerável e essencial para a narrativa.

Cada bioma parece um mini‑RPG: ecossistemas para restaurar, ovos raros para encontrar, monstros únicos, side quests com histórias pequenas mas interessantes.

É o Stories mais bonito de longe: modelos, animações, cenários, UI, tudo está num nível altíssimo.

Alguns picos de dificuldade obrigam a parar a história para fortalecer Monsties.

O jogo é profundo e cheio de sistemas e nem sempre explica tudo da melhor forma.

Há momentos com “enchimento” e subtramas que não levam a lugar algum.

Pontos Positivos

  • Legendas em Português
  • O melhor combate da série até agora
  • Protagonista adulto e com personalidade
  • Rudy é o melhor Palico da série
  • História surpreendentemente forte
  • Exploração viciante e cheia de recompensas
  • Visualmente impressionante

Pontos Negativos

  • Grinding excessivo em certos momentos
  • Onboarding pouco amigável para iniciantes
  • História perde foco em alguns capítulos

🎯 Conclusão

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é o auge da série: profundo, viciante, visualmente incrível e com uma história muito mais madura do que os anteriores.

Mesmo com algum grinding e momentos menos inspirados, é um RPG que prende do início ao fim, daqueles que dizes “só mais uma missão” e quando dás por ti passaram 3 horas.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:


#MonsterHunterStories3 #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames