domingo, 26 de abril de 2026

REVIEW - SIGMA STAR SAGA DX

Nome do Game: Sigma Star Saga DX

Data de lançamento:  07 de Abril de 2026

Gênero: Action RPG

Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch e PC

Desenvolvedor: WayForward 

Estúdio: WayForward

Análise: 

🚀 Um híbrido espacial ousado que mistura exploração, espionagem e shmup, estranho, ambicioso e cheio de personalidade.

Sigma Star Saga DX é aquele tipo de jogo que não existiria hoje se não tivesse nascido no GBA: uma mistura improvável de RPG top‑down, tiroteios shmup, história sci‑fi pesada e um protagonista preso entre dois mundos.

O remake mantém tudo o que tornou o original especial, mas com melhorias que deixam a experiência mais fluida e acessível.

A história coloca‑te no papel de Ian Recker, um piloto que sobrevive a um ataque devastador e acaba infiltrado entre os Krill, vivendo um conflito interno constante enquanto descobre que nenhum dos lados é totalmente herói ou vilão. 

A narrativa evolui de ficção militar para temas de confiança, sacrifício e manipulação, com personagens que mudam de posição moral ao longo da aventura, criando um enredo surpreendentemente maduro. 

A jogabilidade alterna entre exploração top‑down em planetas e estações espaciais, onde encontras ferramentas, desbloqueias áreas e conversas com NPCs, e secções shmup que funcionam como “batalhas randomizadas” no estilo de encontros de RPG. 

Os planetas têm mapas próprios, segredos, upgrades e biomas distintos, mas a navegação pode ser confusa devido à falta de orientação clara e mapas que não mostram obstáculos. 

O remake melhora a fluidez dos combates shmup, tornando as batalhas mais dinâmicas e menos punitivas do que no original, com barras de vida e armas alternáveis. 

A relação entre Ian e Psyme é um dos pontos altos, trazendo drama, tensão e escolhas que influenciam o rumo da história e os múltiplos finais disponíveis. 

Apesar das melhorias, o jogo ainda carrega problemas do design original, como direções vagas, backtracking e momentos de frustração ao tentar descobrir o próximo objetivo. 

Pontos Positivos

  • Mistura de RPG e shmup funciona muito bem.
  • História cheia de moralidade cinzenta.
  • Personagens carismáticos e memoráveis.
  • Exploração variada entre planetas e estações.
  • Visual retrabalhado com ótimo spritework.
  • Combate shmup mais fluido e responsivo.
  • Múltiplos finais que incentivam replay.

Pontos Negativos

  • Direção pouco clara em várias missões.
  • Mapas confusos e navegação frustrante.
  • Início lento e pouco empolgante.
  • Shmup inicial repetitivo.
  • Algumas áreas com backtracking excessivo.
  • Dificuldade irregular entre segmentos.
  • Falta de legenda em português

🎯 Conclusão

Sigma Star Saga DX é um daqueles jogos que só existem porque alguém teve coragem de misturar géneros que não deveriam funcionar juntos e, surpreendentemente, funcionam.

É estranho, é ambicioso, é imperfeito… mas é também memorável, cheio de estilo e com uma história que prende do início ao fim.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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#SigmaStarSagaDX #PS5 #40taoGames

sábado, 25 de abril de 2026

REVIEW - MARATHON

Nome do Game: MARATHON

Data de lançamento: 05 de Março de 2026 

Gênero: FPS

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X e PC

Desenvolvedor: Bungie

Estúdio: Bungie

Análise: 

💥 Um extraction shooter brutal, estiloso e viciante e a Bungie no auge do seu talento técnico.

Marathon marca o regresso da Bungie ao universo clássico de 1994, mas reinventado como um PvPvE extraction shooter ambientado em Tau Ceti IV.

É um jogo exigente, tenso e profundamente técnico, feito para quem gosta de risco, loot valioso e gunplay perfeito.

O gunplay é o grande destaque: cada arma tem peso, ritmo, recuo e impacto únicos, com feedback sonoro e visual que tornam cada disparo satisfatório.

O mundo de Tau Ceti IV é apresentado através de facções com filosofias distintas, contratos específicos e lore ambiental, criando um universo rico sem depender de cutscenes tradicionais. 

O sistema de Runner shells funciona como uma camada de “hero shooter”, oferecendo kits diferentes que alteram completamente a forma de abordar cada incursão. 

O loop de extração é tenso e recompensador: entrar, lutar contra IA e jogadores, coletar loot valioso e tentar exfiltrar vivo, sabendo que morrer significa perder tudo. 

A direção de arte mistura neon, sci‑fi industrial e ambientes vibrantes, destacando-se num género normalmente dominado por tons cinzentos e realistas. 

O áudio é extremamente detalhado, com passos, recargas, alarmes e impactos que ajudam na leitura tática do ambiente, reforçando a sensação de perigo constante. 

A UI é muito ruim, fontes pequenas, menus densos e excesso de informação tornam a navegação difícil, especialmente para novos jogadores. 

O jogo é hardcore por design: progressão lenta, necessidade de aprender sistemas complexos e punição severa por erros fazem parte da experiência. 

Pontos Positivos

  • Gunplay absolutamente impecável.
  • Direção de arte impressionante.
  • Lore profundo e cheio de facções.
  • Som e ambientação de altíssimo nível.
  • Variedade real entre os Runner shells.
  • Loop de extração viciante.
  • Performance sólida no PS5 e PC.
  • Legenda e dublagem em português

Pontos Negativos

  • UI difícil de ler e navegar.
  • Curva de aprendizagem muito alta.
  • Sistema hardcore pode afastar jogadores.
  • Progressão lenta para iniciantes.
  • Alguns mapas ainda precisam de ajustes.

🎯 Conclusão

Marathon é Bungie no seu melhor: tiros perfeitos, mundo fascinante, arte incrível e um loop de jogo que vicia.

Mas também é um jogo difícil, exigente e nada amigável para iniciantes.

Se gostas de shooters técnicos, loot arriscado e tensão constante, este é um dos melhores do género.

Se procuras algo casual, Marathon não vai perdoar.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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#MARATHON #PS5 #40taoGames

terça-feira, 21 de abril de 2026

REVIEW - LEGACY OF KAIN: ASCENDANCE

Nome do Game: Legacy of Kain: Ascendance

Data de lançamento: 31 de Março de 2026 

Gênero: Plataforma 2D 

Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox Series X e PC

Desenvolvedor: Freak Zone Games Bit Bot Media 

Estúdio: Crystal Dynamics

Análise: 

🩸 Um regresso inesperado a Nosgoth, estiloso, nostálgico, mas também controverso e inconsistente.

Ascendance marca o primeiro jogo novo da série em mais de 20 anos, mas não segue o caminho esperado: em vez de um action‑adventure 3D, temos um side‑scroller 2D rápido, vertical e focado em combate skill‑based.

A receção é dividida: alguns veem um tributo criativo; outros consideram um desvio que não faz justiça ao legado da série.

O jogo aposta num estilo 2D retro com foco em verticalidade, oferecendo níveis variados como pântanos em silhueta, castelos e áreas cheias de segredos, incentivando exploração constante. 

O combate é rápido e direto, com cada personagem — Kain, Raziel e Elaleth — tendo formas distintas de eliminar inimigos, criando variedade dentro da simplicidade. 

O maior destaque é o retorno dos voice actors originais, que trazem autenticidade às cenas e reforçam a nostalgia dos fãs veteranos. 

A narrativa tenta ligar eventos de toda a saga, funcionando como prequela e preenchendo lacunas. 

Elaleth, a nova protagonista, é uma adição forçada ao lore, com personalidade que não se encaixa bem no tom clássico da série. 

A estrutura narrativa fragmentada saltando entre timelines e personagens prejudica a coerência e dificulta acompanhar a história, mesmo para fãs experientes. 

Embora o jogo tenha momentos de fan service bem construídos, mas ele faz lembrar constantemente que os jogos antigos eram melhores, criando uma sensação de “queria estar a jogar Soul Reaver em vez disto”. 

Pontos Positivos

  • Estilo retro bem executado. 
  • Combate rápido e fluido. 
  • Variedade de níveis e muitos segredos. 
  • Retorno dos voice actors originais. 
  • Fan service forte para veteranos. 
  • Jogabilidade acessível e responsiva. 
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • História confusa e mal estruturada. 
  • Elaleth não convence como protagonista. 
  • Revisita cenas antigas sem impacto. 
  • Combate básico demais
  • Conexão fraca com o tom clássico da série. 
  • Bugs e problemas técnicos.

🎯 Conclusão

Legacy of Kain: Ascendance é um jogo feito com paixão, mas que divide profundamente.

Tem estilo, boa ação e nostalgia mas falha na narrativa, na coerência e na ambição esperada para o regresso da série.

Para fãs hardcore, vale pela curiosidade e pelo fan service.

Para novos jogadores, é uma entrada confusa e pouco representativa do que a série já foi.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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#LegacyOfKainAscendance #PS5 #40taogames

sexta-feira, 17 de abril de 2026

REVIEW - NEW SUPER LUCKY'S TALE

Nome do Game: New Super Lucky's Tale

Data de lançamento: 23 de Março de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PlayStation5, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC

Desenvolvedor: Playful Corp.

Estúdio: Playful Corp.

Análise: 

✨ Um platformer leve, colorido e extremamente polido e no PS5 ele finalmente brilha como deveria.

A versão de PS5 de New Super Lucky’s Tale não muda o conteúdo do jogo, mas transforma a experiência com 4K, 120 FPS, loadings rápidos e DualSense.

É um platformer alegre, acessível e cheio de variedade, perfeito para quem sente falta de jogos no estilo Astro Bot, mesmo que não chegue ao mesmo nível de inovação.

O jogo mantém a estrutura clássica de platformer 3D, com mundos temáticos cheios de colecionáveis, puzzles simples, mini‑jogos e níveis 2D que quebram o ritmo de forma divertida. 

A performance a 120 FPS e o 4K deixam o jogo mais fluido e vibrante, fazendo com que a arte colorida e o estilo “cartoon” brilhem como nunca. 

O DualSense adiciona feedback tátil durante ações como cavar, saltar e interagir com objetos, tornando a experiência mais imersiva e divertida. 

A variedade é um dos pontos mais elogiados: um nível pode ser de exploração 3D, outro um puzzle, outro um runner automático, outro um mini‑jogo estilo pinball. 

A narrativa é simples e leve, focada em recuperar páginas do Book of Ages e derrotar Jinx e o Kitty Litter, funcionando mais como pano de fundo do que como elemento central. 

Apesar de divertido, o jogo não traz novidades significativas para quem já jogou versões anteriores, sendo essencialmente a “versão definitiva” graças ao hardware do PS5. 

A duração é curta e o ritmo é rápido, tornando‑o ideal para sessões leves e para quem quer um platformer sem frustrações. 

Pontos Positivos

  • Performance impecável a 120 FPS.
  • Visual mais nítido e colorido em 4K.
  • DualSense melhora a imersão.
  • Variedade constante entre níveis.
  • Humor leve e atmosfera sempre positiva.
  • Controlo preciso e acessível.
  • Ótima opção para fãs de platformers.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Nenhum conteúdo novo.
  • Inovação limitada para o género.
  • História simples e previsível.
  • Mini‑jogos com motion controls inconsistentes.
  • Upgrade pouco atrativo para quem já jogou antes.

🎯 Conclusão

New Super Lucky’s Tale no PS5 é a melhor versão do jogo: mais fluida, mais bonita e mais agradável de jogar.

Não traz novidades de conteúdo, mas entrega um platformer leve, divertido e cheio de charme, perfeito para quem quer algo colorido, positivo e tecnicamente impecável.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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#NewSuperLuckysTale #PS5 #40taoGames

terça-feira, 14 de abril de 2026

REVIEW - ARIANA AND THE ELDER CODEX

Nome do Game: Ariana and the Elder Codex

Data de lançamento: 24 de março de 2026 

Gênero: Plataforma 2D

Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC

Desenvolvedor: Idea Factory / Compile Heart  

Estúdio: Idea Factory International

Análise: 

Um action‑platformer mágico sobre entrar em livros, restaurar mundos e dominar um sistema de feitiços profundo e flexível.

Ariana and the Elder Codex é um action‑adventure 2D com elementos de RPG e metroidvania, onde cada nível é um livro corrompido que precisas restaurar.

O jogo mistura combate rápido, magia personalizável, plataformas, e uma estrutura de “mini‑aventuras” dentro de cada Codex.

É bonito, criativo e cheio de boas ideias, mas também tem problemas de ritmo e narrativa.

O jogo coloca‑te no papel de Ariana, uma bibliotecária capaz de entrar em livros corrompidos para restaurar mundos inteiros, criando uma estrutura de “mini‑aventuras” que mantém a variedade alta. 

Cada Codex funciona como um pequeno metroidvania, com mapas próprios, segredos e um boss final que fecha a narrativa daquele livro. 

O sistema de magia é o grande destaque: podes equipar até seis feitiços, misturar elementos e criar combinações devastadoras, o que dá enorme liberdade de estilo de jogo. 

A progressão é consistente: derrotar inimigos, recolher materiais, melhorar feitiços e desbloquear novas habilidades de travessia que abrem caminhos antes inacessíveis. 

O visual é muito bonitos, com cenários desenhados à mão e efeitos mágicos que tornam cada Codex visualmente distinto e memorável. 

A narrativa dentro dos livros é interessante e cheia de pequenas parábolas, mas a história principal fora deles sofre com ritmo lento, excesso de texto e revelações previsíveis. 

O combate exige atenção, especialmente contra bosses, que obrigam a dominar timings, cooldowns e sinergias entre feitiços. 

Apesar de divertido e bem construído, o jogo não traz grandes inovações ao género, funcionando mais como uma execução sólida do que como algo revolucionário.

Pontos Positivos

  • Combate rápido e cheio de opções.
  • Sistema de magia muito flexível.
  • Visual belíssimo e bem animado.
  • Codices variados e criativos.
  • Progressão clara e recompensadora.
  • Performance sólida nas plataformas principais.
  • Conteúdo generoso pelo preço.

Pontos Negativos

  • Narrativa confusa e mal ritmada.
  • Diálogos longos e cansativos.
  • Inconsistência no design de menus.
  • Elementos RPG pouco claros.
  • Inimigos repetitivos em certas áreas.
  • Pacing irregular entre livros.
  • História principal previsível.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Ariana and the Elder Codex é um action‑platformer sólido, bonito e cheio de personalidade, com um sistema de magia excelente e Codices que funcionam como pequenas aventuras independentes.

A narrativa é o seu ponto mais fraca, longa, confusa e mal ritmada, mas o combate, a arte e a variedade compensam.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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#Ariana #PS5 #40taoGames

domingo, 12 de abril de 2026

REVIEW - MACHINE GUN FURY

Nome do Game: Machine Gun Fury

Data de lançamento: 20 de março de 2026 

Gênero: Ação / Tiro

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X, PlayStation 4 e Xbox One

Desenvolvedor:  Reset Games Ltd

Estúdio: Reset Games Ltd

Análise: 

🔥 Um run‑and‑gun retro que abraça totalmente a nostalgia: divertido, difícil e cheio de caos arcade.

Machine Gun Fury é um shooter militar arcade inspirado diretamente em Contra, Commando, Ikari Warriors, Metal Slug e Broforce.

É rápido, difícil, barulhento e totalmente focado em destruição, movimento constante e ação old‑school.

O jogo não tenta reinventar nada, ele quer ser exatamente aquilo que os arcades dos anos 80 entregavam.

O jogo oferece uma experiência run‑and‑gun totalmente clássica, com foco em movimento constante, tiros em todas as direções e hordas de inimigos que te obrigam a reagir rapidamente. 

O estilo visual inspirado no Commodore 64 é limpo, polido e fiel ao retro, com pixel art 8‑bit e uma trilha sonora SID que reforça a nostalgia. 

A campanha tem oito níveis curtos, mas variados, com duração total entre três e seis horas dependendo da dificuldade escolhida. 

A dificuldade é elevada, com inimigos vindos de múltiplas direções e pouca margem para erro, recriando a sensação dos arcades clássicos. 

O jogo inclui dois modos principais: Standard (campanha normal) e Arcade (cinco vidas para terminar tudo), incentivando repetição e domínio das fases. 

O movimento limitado e a navegação rígida fazem parte do design retrô, mas podem frustrar jogadores acostumados a shooters modernos. 

O level design mistura boas ideias com momentos menos inspirados, e a morte punitiva obriga a repetir fases inteiras, reforçando o estilo “NES hard”. 

Apesar de divertido, o jogo é curto e não oferece muito conteúdo além da campanha, o que deixa a sensação de que poderia ter ido mais longe. 

Pontos Positivos

  • Ação rápida e constante.
  • Visual 8‑bit limpo e bem polido.
  • Trilha sonora SID autêntica.
  • Níveis curtos e variados.
  • Dificuldade old‑school bem calibrada.
  • Modo Arcade viciante.
  • Boa variedade de armas e pickups.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Movimento pouco fluido.
  • Combate limitado comparado a shooters modernos.
  • Campanha muito curta.
  • Repetição em algumas fases.
  • Falta de conteúdo além dos 8 níveis.
  • Level design inconsistente em certas áreas.
  • Morte punitiva obriga a repetir fases inteiras.

🎯 Conclusão

Machine Gun Fury é um shooter retro honesto: rápido, difícil, barulhento e cheio de charme 8‑bit.

Para quem ama Contra, Commando e Metal Slug, é uma viagem direta ao passado com tudo de bom e de mau que isso implica.

É curto, limitado e às vezes frustrante, mas também é divertido, viciante e perfeito para sessões rápidas de caos arcade.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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#MachineGunFury #PlayStation5 #40taoGames

domingo, 5 de abril de 2026

REVIEW - STARTSHIP TROOPERS: ULTIMATE BUG WAR

Nome do Game: Starship Troopers: Ultimate Bug War

Data de lançamento: 16 de Março de 2026

Gênero: FPS

Plataformas: PC, Xbox Series X, PlayStation 5 e Nintendo Switch 2 

Desenvolvedor: Auroch Digital

Estúdio: DotEmu

Análise: 

Um boomer‑shooter moderno que mistura nostalgia, sátira militar e toneladas de insetos explodindo, divertido, exagerado e imperfeito.

O jogo da Auroch Digital e DotEmu tenta recriar a energia caótica do filme original, com humor militarista, propaganda exagerada e missões cheias de explosões.

É um FPS retro estilizado, rápido e direto, com foco total em matar insetos, chamar bombardeios e sobreviver ao caos.

O jogo recria a fantasia militarista exagerada do filme, com cutscenes em estilo propaganda e até a presença de Casper Van Dien como Johnny Rico, reforçando o tom satírico e divertido. 

A jogabilidade é rápida e caótica, com foco em hordas enormes de insetos e armas que têm impacto real, criando uma sensação constante de urgência e adrenalina. 

O uso de ataques orbitais, bombardeios e armas de destruição massiva diferencia o jogo de outros shooters retro, tornando cada missão um espetáculo de exagero militar. 

A campanha é curta, mas bem ritmada, com missões que alternam entre defender posições, destruir ninhos e sobreviver a enxames, mantendo o espírito arcade. 

O estilo gráfico mistura sprites 2D para humanos e modelos 3D para insetos, criando um visual estranho mas funcional, que ajuda a distinguir rapidamente aliados e inimigos. 

Apesar da diversão, o jogo sofre com repetição de objetivos e falta de profundidade estratégica, tornando‑se mais um “run and gun” do que um shooter tático. 

O modo de jogar como inseto é interessante, mas pouco explorado, deixando a sensação de potencial desperdiçado.

Pontos Positivos

  • Legendas em português
  • Apresentação fiel ao filme original. 
  • Jogabilidade rápida e divertida. 
  • Humor e propaganda militar bem integrados. 
  • Armas poderosas e satisfatórias. 
  • Estilo retro com charme próprio. 
  • Possibilidade de jogar como humano ou inseto. 
  • Cutscenes com atores do filme e muito carisma. 

Pontos Negativos

  • Missões repetitivas. 
  • Dificuldade irregular entre fases. 
  • Modo inseto pouco desenvolvido. 
  • Falta de variedade nos objetivos. 
  • Visual retro pode afastar alguns jogadores. 

🎯 Conclusão

Starship Troopers: Ultimate Bug War é um shooter divertido, exagerado e cheio de personalidade, perfeito para quem quer desligar o cérebro e explodir insetos com estilo.

Não é profundo, não é inovador e não tenta ser. É puro entretenimento retro com humor militarista e toneladas de gore.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#StarshipTroopers #PlayStation5 #40taoGames