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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

REVIEW - BLUE REFLECTION QUARTET

Nome do Game: Blue Reflection Quartet

Data de lançamento:  30 de Julho de 2026

Gênero: Compilação JRPG

Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e PC

Desenvolvedor: Koei Tecmo Games  

Estúdio: Koei Tecmo Games

Análise: 

💙 Uma coletânea emocional e mágica que reúne todo o universo BLUE REFLECTION num único pacote — perfeita para quem gosta de JRPG de garotas mágicas, laços, drama e introspecção.

BLUE REFLECTION Quartet junta todos os quatro pilares da série num só lugar:

BLUE REFLECTION (PS4/PC, 2017)

BLUE REFLECTION: Second Light

BLUE REFLECTION RAY (anime)

BLUE REFLECTION SUN (mobile

É, literalmente, o “pacote completo” da franquia uma forma de entrar ou revisitar o universo inteiro, com foco em emoção, laços entre personagens, drama adolescente, magia e aquele tom melancólico que define a série.

Quartet é uma celebração da série: tu tens acesso à história original de Hinako, à expansão de mundo e personagens em Second Light, à continuidade temática e emocional em RAY, e à perspectiva mobile de SUN, tudo dentro de um mesmo ecossistema.

Os jogos principais mantêm o estilo JRPG por turnos, com combate focado em habilidades mágicas, buffs, debuffs e sinergia entre Reflectors, sempre com forte ligação ao estado emocional das personagens.

A narrativa gira em torno de garotas que ganham poderes mágicos ao lidar com traumas, inseguranças e conflitos internos, usando esses poderes para proteger o mundo e, ao mesmo tempo, tentar se entender a si mesmas.

A estética é um dos pontos mais fortes: cores suaves, cenários etéreos, design de personagens delicado, tudo com aquela vibe de anime emocional e contemplativo.

O pacote funciona tanto para quem quer entrar na série pela primeira vez, quanto para quem quer ter tudo organizado num só lugar, especialmente em plataformas modernas como PS5, Switch e Steam.

Em termos de conteúdo, é massivo: dezenas de horas de história, desenvolvimento de personagens, momentos dramáticos, cenas calmas e batalhas mágicas.

Pontos Positivos

Quatro obras num só pacote jogo, sequência, anime e mobile.

Foco forte em personagens, emoções e relações.

Estética anime muito bem trabalhada.

Temas de identidade, trauma, amizade e superação.

Combate por turnos com boa camada estratégica (nos jogos).

Ótima porta de entrada para quem nunca jogou a série.

Conteúdo enorme, com muitas horas de história.

Pontos Negativos

É uma coletânea — não traz um jogo totalmente novo.

Ritmo lento em vários momentos.

Muito diálogo e introspecção — não é para quem quer ação constante.

Visual e sistemas mostram raízes de gerações anteriores.

Quem já jogou tudo pode sentir pouca novidade.

Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

BLUE REFLECTION Quartet é menos “um novo jogo” e mais um grande abraço à franquia inteira.

Se tu gostas de JRPG emocional, garotas mágicas, drama adolescente bem escrito e histórias que falam de dor, amizade e crescimento, este pacote é uma forma excelente de viver tudo isso de uma vez.

Para quem já ama a série, é uma coletânea que faz sentido.

Para quem nunca tocou em BLUE REFLECTION, é provavelmente a melhor porta de entrada.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#BlueReflectionQuartet #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

REVIEW - DENSHATTACK!

Nome do Game: Denshattack!

Data de lançamento: 15 de julho de 2026

Gênero: Simulador de trem estilo arcade

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Fireshine Games 

Estúdio: Fireshine Games

Análise: 

🚆 Um arcade ferroviário rápido, preciso e cheio de personalidade, perfeito para quem gosta de desafios curtos, pontuação e aquela adrenalina de conduzir trem no limite.

Denshattack! pega a ideia clássica de simuladores de trem e transforma tudo numa experiência arcade, direta, veloz e cheia de desafios.

Não é um simulador pesado, é um jogo de reflexos, timing, gestão de velocidade e execução perfeita.

Tu assumes o controle de um trem ultra rápido em rotas variadas, tentando cumprir horários, parar exatamente no ponto certo e manter a viagem segura enquanto o jogo te pressiona com penalidades e metas apertadas.

É simples de entender, difícil de dominar e extremamente viciante.

Denshattack! é um jogo de controle de trem arcade, onde cada fase é um desafio de velocidade, frenagem e precisão.

O objetivo é sempre o mesmo: evitar erros, melhor tempo, maximizar pontuação, criando um loop viciante de “tentar de novo para fazer melhor”.

As rotas variam em distância, curvas, inclinações, obrigando a adaptar o ritmo e a forma de conduzir.

A jogabilidade é simples: acelerar, frear, controlar velocidade e reagir ao ambiente, mas a execução perfeita exige atenção constante.

O visual é estilizado e cenários limpos que ajudam a manter o foco no gameplay.

O jogo abraça totalmente o espírito de score attack, com rankings, medalhas e metas que incentivam repetir fases para melhorar desempenho.

É um jogo pensado para quem gosta de desafios curtos, precisão e aquela sensação de “quase consegui, vou tentar de novo”.

Pontos Positivos

  • Jogabilidade rápida e acessível.
  • Foco total em precisão e timing.
  • Rotas variadas com desafios diferentes.
  • Visual limpo e estilizado.
  • Sistema de pontuação viciante.
  • Ótimo para sessões curtas.
  • Humor leve e vibe descontraída.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Pode parecer repetitivo para quem não gosta de score attack.
  • Certos desafios têm janelas de precisão muito apertadas.
  • Conteúdo focado em arcade não espere narrativa.

🎯 Conclusão

Denshattack! é um arcade ferroviário divertido, rápido e cheio de personalidade.

Não tenta ser um simulador realista, ele quer ser precisão, timing, pontuação e desafio constante, e nisso acerta em cheio.

Para quem gosta de jogos de score attack, reflexos e execução perfeita, é uma experiência extremamente viciante.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:


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domingo, 16 de agosto de 2026

REVIEW - PLUNGEEZ

Nome do Game: Plungeez 

Data de lançamento: 13 de Agosto de 2026

Gênero: Metroidvania

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X

Desenvolvedor: QUByte Interactive 

Estúdio: QUByte Interactive

Análise: 

🛠️ Um metroidvania 16‑bit sem combate, focado em exploração, lógica e quebra‑cabeças ambientais com muita identidade brasileira.

Plungeez é aquele tipo de jogo que pega numa ideia clássica e vira tudo ao contrário:

em vez de inimigos, espadas e tiros, tu tens canos, válvulas, desentupidores e puzzles ambientais.

É uma aventura subterrânea em pixel art, onde cada sala é um problema de lógica e cada solução abre mais um pedaço de um labirinto enorme.

Tu jogas como Bôni, uma trabalhadora do sistema de tratamento de água de Salvador que cai num bueiro e acaba presa num sistema de esgotos esquecido debaixo da cidade.

Para sair, não há combate — só observação, raciocínio e experimentação.

Plungeez é um metroidvania 2D onde o foco está 100% em exploração e quebra‑cabeças ambientais: empurrar objetos, ativar mecanismos, redirecionar fluxos de água, abrir caminhos e entender como cada sala se conecta ao resto do labirinto. 

O mapa é não linear, cheio de atalhos, áreas secretas e rotas alternativas, obrigando a voltar atrás com novas ferramentas e soluções na cabeça, como um metroidvania clássico, só que sem qualquer combate para distrair. 

A personagem principal, Bôni, não é uma heroína de fantasia: é uma trabalhadora de saneamento, o que dá ao jogo uma identidade muito própria e um contexto urbano raro em jogos de plataforma. 

A ambientação nos esgotos da Salvador histórica mistura arquitetura antiga, infraestrutura moderna e mistério, criando um cenário que é ao mesmo tempo realista e quase mítico. 

A ausência de combate faz com que cada desafio seja resolvido com percepção, lógica espacial e experimentação, o que torna o jogo perfeito para quem gosta de pensar antes de agir. 

A progressão é marcada por pequenas conquistas: abrir uma nova rota, entender um mecanismo, ligar uma estrutura, encontrar um atalho, sempre com aquela sensação de “ok, agora o mapa faz mais sentido.

✅ Pontos Positivos

  • Visual 16‑bit muito bem feito, com ótima pixel art.
  • Atmosfera única nos esgotos da Salvador histórica.
  • Metroidvania sem combate, focado só em puzzles.
  • Design de níveis inteligente e cheio de conexões.
  • Protagonista feminina carismática e diferente do padrão.
  • Trilha sonora discreta, mas bem encaixada na ambientação.
  • Boa sensação de descoberta a cada nova área desbloqueada.
  • Legendas em português

❌ Pontos Negativos

  • Ausência total de combate pode afastar quem espera ação.
  • Alguns puzzles exigem bastante tentativa e erro.
  • Ritmo mais lento do que metroidvanias tradicionais.
  • Jogadores impacientes podem sentir frustração em certas áreas.
  • Se não gostares de backtracking, vais sentir o peso do mapa.

🎯 Conclusão

Plungeez é um metroidvania diferente, que troca combate por quebra‑cabeças inteligentes e transforma os esgotos de uma cidade brasileira num grande labirinto de lógica.

É mais cerebral do que explosivo, mais sobre observar e entender do que sobre derrotar inimigos.

Para quem gosta de puzzles, exploração e pixel art com identidade própria, é um jogo que merece atenção.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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Minha gameplay:


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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

REVIEW - DUSKFADE

Nome do Game: Duskfade

Data de lançamento: 13 de Agosto de 2026 

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X, Nintendo Switch 2 e PC

Desenvolvedor: Fireshine Games 

Estúdio: Fireshine Games

Análise: 

⏳ Um 3D action‑platformer moderno com alma de clássico, rápido, bonito, emocional e cheio de personalidade.

Duskfade é exatamente aquele tipo de jogo que parece ter saído da era de ouro dos platformers 3D, mas com a fluidez, o impacto e o polimento dos jogos atuais.

Ele mistura exploração, combate, plataformas precisas e uma estética clockpunk que dá ao mundo uma identidade própria, tudo enquanto conta uma história emocional sobre tempo, perda e superação.

É um jogo que não tenta reinventar o género, mas sim celebrar o que fez os clássicos serem tão bons, com uma execução moderna e extremamente bem cuidada.

Duskfade é um 3D action‑platformer onde tu saltas, corres, lutas e exploras regiões criadas pelos “Master Clockmakers”, cada uma com identidade visual própria, florestas etéreas, desertos iluminados, reinos subaquáticos e alturas nas nuvens. 

O protagonista, Zirian, viaja com o seu companheiro mecânico Cuckoo, numa missão para salvar a irmã e restaurar o tempo num mundo preso em eterna noite. 

A jogabilidade mistura plataformas rápidas, movimentos acrobáticos, combate leve e exploração, criando um ritmo que lembra clássicos como Jak & Daxter, Ratchet & Clank e outros platformers da era PS2, mas com polimento moderno.

O mundo é cheio de segredos, colecionáveis e caminhos alternativos, incentivando exploração sem tornar o jogo cansativo.

A estética clockpunk dá ao jogo uma identidade única: engrenagens, máquinas, estruturas temporais e ambientes que parecem vivos e mágicos ao mesmo tempo.

A história é emocional, focada em temas de perda, nostalgia e seguir em frente, funcionando como pano de fundo para a aventura sem interromper o ritmo. 

A performance é sólida, com boa fluidez e animações bem trabalhadas, especialmente nas sequências de plataformas e combate.

Pontos Positivos

  • Visual lindíssimo, com cenários variados e cheios de vida.
  • Plataformas rápidas e fluidas, com ótimo controle.
  • Combate simples, mas satisfatório.
  • Mundo clockpunk cheio de estilo e personalidade.
  • Boa variedade de biomas e desafios.
  • Trilha sonora atmosférica e emocional.
  • História acessível, mas com impacto.
  • Legendas em protuguês

Pontos Negativos

  • Alguns combates podem parecer repetitivos.
  • Certos trechos exigem precisão alta.
  • A narrativa poderia ter mais desenvolvimento.
  • Duração moderada, não é um jogo longo.
  • Alguns segmentos têm picos de dificuldade inesperados.

🎯 Conclusão

Duskfade é uma carta de amor aos platformers 3D clássicos, mas com a qualidade e o impacto dos jogos modernos.

É bonito, rápido, emocional e cheio de personalidade, daqueles jogos que não tentam ser gigantes, mas acertam exatamente no que se propõem a fazer.

Para quem gosta de aventuras com plataformas precisas, mundos estilizados e histórias leves, é uma experiência que vale muito a pena.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



#Duskfade #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames

sábado, 8 de agosto de 2026

REVIEW - MARVEL Tōkon: Fighting Souls

Nome do Game: MARVEL Tōkon: Fighting Souls

Data de lançamento: 06 de agosto de 2026  

Gênero: Luta

Plataformas: PlayStation 5 e PC

Desenvolvedor: Arc System Works 

Estúdio: Sony Interactive Entertainment

Análise: 

🦸 Um 4v4 tag fighter explosivo, estiloso e cheio de personalidade, com alma de anime da Arc System Works e escala de universo Marvel.

MARVEL Tōkon: Fighting Souls é aquele tipo de jogo que junta duas coisas que eu curto muito: o refinamento de luta da Arc System Works e o espetáculo absurdo do universo Marvel.

É um fighter 2.5D/“spectacle fighter” com foco total em equipa, sinergia e pressão constante, mais próximo de um Dragon Ball FighterZ encontra Marvel vs. Capcom do que de um 1v1 tradicional. 

O coração do jogo é o 4v4 tag system: começas com um lutador ativo e um assist, mas ao longo da luta vais desbloqueando e trazendo o resto da equipa, criando sequências longas, setups de pressão e situações de “descarregar o elenco inteiro” em cima do adversário. 

Cada personagem tem habilidades, arquétipos e estilos próprios — zoners, rushdown, grapplers, suportes, controladores de espaço, o que faz com que montar equipa seja quase tão importante quanto executar combos. 

A jogabilidade segue a filosofia Arc System Works: inputs relativamente acessíveis, mas com profundidade enorme em cancels, gestão de recursos, sinergia de assists e otimização de dano. 

O jogo tem cenários detalhados, efeitos de luz e impacto que combinam bem com o tom “espetáculo super‑herói”. 

Em termos de modos, tens single‑player, multiplayer local e online PvP, o que permite tanto jogar casualmente como entrar em ambiente mais competitivo. 

A sensação geral é de um jogo que quer ser rápido, vistoso e centrado em equipa, mais sobre criar momentos absurdos do que sobre duelos minimalistas.

Pontos Positivos

  • Sistema 4v4 tag muito dinâmico e caótico. 
  • Lineup grande de heróis e vilões com estilos bem distintos. 
  • Visual e animação no nível Arc System Works, com forte identidade de comic/anime. 
  • Mecânicas acessíveis, mas com espaço enorme para profundidade e otimização. 
  • Trilha sonora intensa, com pegada de anime de luta e clima de arena. 
  • Modos single e multiplayer, incluindo online e local, bem estruturados. 
  • Legendas e dublagem em português

Pontos Negativos

  • Caos visual pode ser demais para quem prefere lutas mais limpas. 
  • Curva de aprendizagem em equipa é mais pesada do que parece à primeira vista.
  • Balanceamento em jogos de elenco grande tende a ser sempre um ponto sensível. 
  • Online competitivo depende muito da comunidade e da estabilidade de netcode.

🎯 Conclusão

MARVEL Tōkon: Fighting Souls é um fighter pensado para quem gosta de caos controlado, equipa, sinergia e espetáculo visual.

Não é o jogo de 1v1 puro e seco, é o jogo de montar quatro personagens, aprender como eles conversam em campo e transformar cada luta num show.

Para quem curte Arc System Works, Marvel e tag fighters cheios de estilo, é um título que vale muito a pena acompanhar e dominar.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



#MarvelTokon #MarvelTokonFightingSouls #TeamARCcreators

sábado, 1 de agosto de 2026

REVIEW - 70s-STYLE ROOT ANIME GEPPY-X

Nome do Game: 70s-style Robot Anime Geppy-X

Data de lançamento: 16 de Julho de 2026  

Gênero: Horizontal Shoot-'Em-Up

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X, PlayStation 4, Nintendo Switch

Desenvolvedor: Implicit Conversions 

Estúdio: Bliss Brain

Análise:

🤖 Uma carta de amor aos animes de robôs dos anos 70, exagerado, estiloso, cheio de personalidade e completamente diferente de qualquer outro jogo do PS1.

Geppy-X é aquele tipo de jogo que só poderia ter existido no Japão dos anos 90: um shooter side‑scrolling que imita perfeitamente a estética, o humor, os clichés e até os comerciais de TV dos animes de mecha dos anos 70.

É tão dedicado ao tema que parece literalmente um anime perdido da época, só que jogável.

O jogo não tenta ser moderno, não tenta ser técnico, não tenta competir com shooters mais sérios.

Ele quer ser uma experiência audiovisual nostálgica, exagerada, teatral e completamente apaixonada pelo género.

E nisso ele acerta em cheio.

Geppy-X é um shooter side‑scrolling com foco total na estética e na narrativa, recriando a sensação de assistir a um anime de robôs dos anos 70, episódio por episódio.

Cada fase funciona como um “episódio”, com abertura, encerramento, comerciais falsos, recaps e até créditos, tudo feito com um nível de detalhe absurdo.

O robô protagonista tem várias transformações, cada uma com ataques diferentes, dando ao jogo uma variedade visual enorme, mesmo que a jogabilidade permaneça simples.

A trilha sonora é completamente temática, com músicas que parecem saídas de um anime clássico, incluindo canções de abertura e encerramento.

O humor é constante: exageros, poses dramáticas, vilões caricatos, diálogos absurdos e situações que parecem paródias diretas de Mazinger Z, Getter Robo e outros clássicos.

A jogabilidade é funcional, mas não é o foco, o jogo existe para ser uma experiência audiovisual nostálgica, e não um shooter competitivo ou técnico.

É um daqueles jogos que se destacam pela identidade, não pela profundidade mecânica.

Pontos Positivos

  • Estética 70s recriada com perfeição.
  • Humor constante e cheio de personalidade.
  • Cutscenes longas e cheias de estilo.
  • Comerciais falsos e segmentos de “TV” geniais.
  • Trilha sonora totalmente temática.
  • Variedade enorme de transformações e ataques.
  • Um dos shooters mais criativos do PS1.

Pontos Negativos

  • Jogabilidade simples e pouco profunda.
  • Duração das cutscenes pode cansar alguns jogadores.
  • Dificuldade irregular entre fases.
  • Certos segmentos são mais estilo do que substância.
  • É um jogo MUITO específico, não é para todos.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

70s-style Robot Anime Geppy-X é uma experiência única: um jogo que parece um anime clássico jogável, cheio de estilo, humor, exagero e personalidade.

Não é profundo, não é complexo, mas é memorável, criativo e completamente diferente de qualquer outro shooter do PS1.

Para quem ama mecha clássico, estética retro e projetos que respiram paixão, este jogo é uma joia rara.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



#Geppy-X #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames

segunda-feira, 27 de julho de 2026

REVIEW - GRANBLUE FANTASY: RELINK - ENDLESS RAGNAROK

Nome do Game: Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok

Data de lançamento: 08 de julho de 2026

Gênero: JRPG

Plataformas: Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e PC 

Desenvolvedor: Cygames 

Estúdio: Cygames

Análise: 

⚔️ Um endgame massivo, brutal e viciante, feito para quem quer levar Relink ao limite e transformar cada combate numa prova de fogo.

Endless Ragnarok é a expansão que transforma Granblue Fantasy: Relink num jogo completamente novo para quem já terminou a campanha.

Aqui não existe “conteúdo extra” existe um novo patamar de dificuldade, novas missões, novos bosses, novos tiers de builds, e uma sensação constante de que estás sempre a subir mais um degrau.

É Relink no modo “máquina de guerra”.

Endless Ragnarok expande o endgame com novas quests de alto nível, onde cada inimigo parece ter sido desenhado para testar reflexos, builds e domínio total das mecânicas.

Os bosses são o grande destaque: padrões rápidos, ataques massivos, fases múltiplas e aquela sensação de “ok, isto é sério agora”.

O sistema de builds ganha outra vida: sigils, armas, upgrades e combinações que antes eram “boas” agora precisam ser perfeitas para sobreviver às missões mais altas.

A sensação de progressão é constante cada vitória desbloqueia algo novo, cada derrota ensina algo, e cada melhoria na build muda completamente o desempenho do personagem.

O grind existe, mas é o tipo de grind que recompensa: quanto mais jogas, mais forte ficas, mais missões desbloqueias e mais longe consegues ir.

É conteúdo feito para quem gosta de endgame sério: otimizar, repetir, dominar, melhorar e enfrentar desafios cada vez mais absurdos.

Não adiciona história e isso é intencional. O foco é combate, build, desafio e repetição com propósito.

Pontos Positivos

  • Missões endgame realmente desafiantes.
  • Novos bosses com padrões insanos.
  • Sistema de builds muito mais profundo.
  • Loot endgame que finalmente faz diferença.
  • Progressão clara e viciante.
  • Rejogabilidade altíssima.
  • Perfeito para quem gosta de otimizar personagens.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Dificuldade pode ser brutal para iniciantes.
  • Grind pesado em tiers mais altos.
  • Algumas missões exigem equipa coordenada.
  • Certos bosses têm picos de dano exagerados.
  • Não adiciona história é puro endgame.

🎯 Conclusão

Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok é a expansão que transforma Relink num jogo de endgame completo.

É difícil, é exigente, é viciante e é exatamente o tipo de conteúdo que quem ama ARPGs procura quando termina a campanha.

Se gostas de otimizar builds, enfrentar bosses absurdos e sentir que cada vitória foi conquistada com suor, este modo é simplesmente obrigatório.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



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segunda-feira, 20 de julho de 2026

REVIEW - RUSHING BEAT X: RETURN OF BRAWL BROTHERS

Nome do Game: RUSHING BEAT X: Return of Brawl Brothers

Data de lançamento: 19 de março de 2026  

Gênero: 2D Beat-'Em-Up

Plataformas: PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor: City Connection

Estúdio: Clear River Games

Descrição original: 

Um vírus batizado de 'incidente Joecal' multiplica a capacidade física do corpo ao ser contraído. Três anos depois, um novo incidente, o 'incidente Cyber Clone', estourou em uma cidade réplica. E mais um ano se passou... a batalha contra os Zeekus e os Cyber Clones está prestes a começar. Eles estão trilhando o caminho da destruição? Ou...

RUSHING BEAT foi originalmente desenvolvido pela Jaleco, com a City Connection agora liderando o desenvolvimento após adquirir os direitos de todas as propriedades intelectuais da Jaleco. RUSHING BEAT vem alimentando o vício dos jogadores por jogos de 'briga de rua' (brawler) desde 1992, quando o jogo apareceu pela primeira vez no Super Nintendo® Entertainment System. Agora, mais de trinta anos depois, 'The Peace Keepers' estão de volta com o renascimento da franquia para os consoles modernos!

Análise: 

🥊 Um beat ’em up clássico renascido, mais rápido, mais polido e com aquele espírito SNES que continua a ser divertido até hoje.

RUSHING BEAT X: Return of Brawl Brothers é uma nova versão do clássico da Jaleco, trazendo de volta a pancadaria direta, personagens carismáticos e aquela vibe de rua dos anos 90 que define o género.

A City Connection e Clear River Games fizeram aqui o que costuma fazer bem: preservar o original, modernizar o essencial e entregar uma forma prática de revisitar um jogo que marcou época.

É um beat ’em up simples, mas cheio de estilo e continua a ter aquele charme bruto que só os jogos da era 16‑bit tinham.

O combate mantém o estilo clássico dos beat ’em ups: andar para a direita, bater em tudo o que aparece e usar golpes especiais para limpar grupos de inimigos. É simples, mas funciona e continua divertido.

Os personagens têm estilos diferentes, com ataques fortes, rápidos ou mais técnicos, permitindo experimentar várias formas de jogar.

As fases misturam ruas, armazéns, áreas industriais e cenários urbanos, criando aquela sensação de “aventura de rua” típica dos beat ’em ups da época.

No geral, é um jogo que sabe exatamente o que é: um beat ’em up clássico, direto, nostálgico e cheio de personalidade.

✅ Pontos Positivos

  • Combate rápido e direto ao ponto.
  • Personagens carismáticos e bem animados.
  • Movimentos especiais e golpes variados.
  • Trilha sonora com aquele punch clássico dos anos 90.

❌ Pontos Negativos

  • História simples e pouco desenvolvida.
  • Alguns inimigos repetem padrões demais.
  • Dificuldade irregular em certas fases.
  • Movimentação ainda um pouco rígida, típica da época.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é uma ótima forma de revisitar um beat ’em up clássico sem perder o espírito original.

Não tenta reinventar nada, ele quer ser pancadaria old‑school com estilo renovado.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#RushingBeatX #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames

domingo, 19 de julho de 2026

REVIEW BIOMECHANICAL TOY

Nome do Game: Biomechanical Toy

Data de lançamento: 16 de julho de 2026

Gênero: Plataforma 2D

Plataformas: PC, Nintendo Switch, Xbox Series X, PlayStation 4, Xbox One e PlayStation 5

Desenvolvedor:  QUByte Interactive

Estúdio: QUByte Interactive

Análise:

🤖 Um run‑and‑gun arcade que é puro caos divertido, estranho, rápido e com aquele charme sujo dos anos 90 que só os arcades tinham.

Biomechanical Toy é exatamente o tipo de jogo que eu gosto de revisitar quando quero algo simples, direto e com personalidade.

Nada de histórias longas, nada de tutoriais, é entrar, disparar e sobreviver ao caos.

A jogabilidade é run‑and‑gun puro, com movimento rápido, tiros constantes e foco total em reflexos. As fases são curtas, diretas e cheias de inimigos, mantendo o ritmo arcade original. 

O protagonista, Inguz, é um herói com visual extremamente anos 90: rabo‑de‑cavalo, óculos escuros e jeans apertados, um charme kitsch que define o tom do jogo. 

O mundo mistura brinquedos, máquinas, criaturas mecânicas e elementos surreais, criando uma estética única que não se parece com nenhum outro run‑and‑gun da época. 

Os bosses são um dos pontos altos: grandes, exagerados e com padrões claros, mantendo a tradição dos arcades espanhóis da Gaelco. 

A versão QUByte adiciona ferramentas modernas como save states, filtros, opções de vídeo e melhorias de acessibilidade, tornando o jogo mais fácil de revisitar sem perder a essência. 

O jogo é divertido, caótico e estiloso, é um título mediano da era arcade que vale pela curiosidade e pela vibe.

Pontos Positivos

  • Ação rápida e frenética estilo arcade. 
  • Visual pixelado vibrante e cheio de personalidade. 
  • Bosses criativos e bem animados. 
  • Mecânicas simples e diretas. 
  • Ferramentas modernas: save states, filtros, opções de vídeo. 
  • Mundo surreal e único, misturando brinquedos e biomecânica. 

Pontos Negativos

  • História rasa e pouco relevante. 
  • Dificuldade arcade pode frustrar iniciantes. 
  • Falta profundidade, experiência curta e direta. 
  • Alguns padrões de inimigos repetitivos. 
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Biomechanical Toy é uma preservação competente de um arcade estranho, criativo e cheio de personalidade.

Não é profundo, não é revolucionário, mas é divertido, rápido, surreal e perfeito para quem ama run‑and‑gun old‑school.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#BiomechanicalToy #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames 

terça-feira, 14 de julho de 2026

REVIEW - DRACAMAR

Nome do Game: Dracamar

Data de lançamento: 30 de abril de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Petoons Studio

Estúdio: Petoons Studio

Análise: 

Dracamar é um jogo que abraça completamente o espírito dos platformers 3D da era PS2: mundos coloridos, personagens simpáticos, níveis longos e uma jogabilidade simples, mas divertida.

Não é revolucionário, mas é encantador, familiar e perfeito para quem gosta de plataformas clássicos ou para jogadores mais jovens.

Dracamar aposta numa fórmula clássica: 15 níveis grandes, com plataformas, colecionáveis e pequenos desafios, seguindo a tradição dos jogos de aventura 3D dos anos 2000. 

A estética é brilhante, colorida e familiar, com personagens simpáticos e um mundo que parece saído de um desenho animado. 

A jogabilidade é simples e acessível, com foco em saltos, exploração leve e combate básico, tornando o jogo ideal para crianças, iniciantes ou quem procura algo descontraído. 

Os níveis são surpreendentemente longos, oferecendo uma boa sensação de progressão sem se tornarem cansativos. 

A história é direta: salvar o mundo de Dracamar do vilão King Crad, resgatar criaturas mágicas e restaurar a paz, narrativa leve, mas funcional. 

O jogo não tenta inovar, mas sim entregar uma experiência nostálgica, confortável e bem executada. 

Pequenos problemas técnicos existem, como culling e animações simples, mas nada que comprometa a experiência geral. 

Pontos Positivos

  • Legendas em português
  • Visual colorido e muito agradável. 
  • Níveis longos e bem estruturados. 
  • Jogabilidade acessível e fácil de aprender. 
  • Ótimo para iniciantes e público jovem. 
  • Atmosfera leve e carismática. 
  • Sensação nostálgica de platformer clássico. 

Pontos Negativos

  • Diálogos simples e um pouco rígidos. 
  • Baixa dificuldade para jogadores experientes. 
  • Alguns problemas técnicos menores. 
  • Estrutura demasiado segura e tradicional. 

🎯 Conclusão

Dracamar é um 3D platformer encantador, nostálgico e acessível, que funciona muito bem para quem procura uma aventura leve, colorida e sem complicações.

Não tenta reinventar o género, ele quer ser divertido, acolhedor e clássico, e nisso acerta em cheio.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#Dracamar #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames

quarta-feira, 8 de julho de 2026

REVIEW - JUNKSTER

Nome do Game: Junkster

Data de lançamento: 16 de junho de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas:  Xbox Series X, PlayStation 5, PC e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Stormcloud Games Limited 

Estúdio: Stormcloud Games Limited

Análise: 

Um puzzle‑platformer inteligente, criativo e cheio de personalidade com foco total em física, engenhocas e soluções fora da caixa.

É um jogo centrado em puzzles físicos, com uma estética de sucata e máquinas improvisadas.

É um daqueles indies que não tenta ser grande, ele tenta ser esperto, bem‑desenhado e surpreendentemente viciante.

Junkster baseia‑se em puzzles de física onde o jogador precisa montar engenhocas, manipular objetos, criar trajetórias e usar sucata para resolver desafios.

A jogabilidade é extremamente intuitiva: arrastar, combinar, testar e ajustar, tudo com feedback claro e consistente.

A estética é um dos pontos fortes: tudo parece feito de lixo reciclado, com máquinas improvisadas, peças velhas e um charme industrial que dá personalidade ao jogo.

Os puzzles têm múltiplas soluções, incentivando criatividade e experimentação, algo que reviewers elogiam bastante.

A dificuldade cresce de forma acentuada, mas justa: cada nível ensina algo novo e depois exige que o jogador aplique esse conhecimento de forma mais complexa.

A história é mínima, funcionando apenas como pano de fundo para justificar a jornada do protagonista num mundo de sucata e engenhocas.

A duração é moderada: não é um jogo longo, mas é compacto, bem desenhado e sem enchimento.

A receção geral é positiva, com elogios à criatividade, ao design dos puzzles e ao estilo visual.

Pontos Positivos

  • Puzzles muito bem construídos.
  • Mecânicas físicas criativas e consistentes.
  • Visual estilizado com identidade própria.
  • Humor leve e personagens carismáticos.
  • Níveis variados e com soluções múltiplas.
  • Ótima curva de aprendizagem.
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Dificuldade sobe rápido.
  • Algumas fases exigem tentativa e erro pesado.
  • História simples e pouco explorada.
  • Certos puzzles podem ser frustrantes.
  • Pouca variedade de ambientes.
  • Duração curta para jogadores experientes.

🎯 Conclusão

Junkster é um puzzle‑platformer criativo, inteligente e cheio de personalidade.

Não tenta ser épico, ele quer ser bem desenhado, coeso e divertido, e nisso acerta em cheio.

Para quem gosta de puzzles de física, engenhocas e soluções fora da caixa, é uma pequena joia indie.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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segunda-feira, 6 de julho de 2026

REVIEW - DEAD OR ALIVE 6 - LAST ROUND

Nome do Game: Dead or Alive 6 - Last Round

Data de lançamento: 25 de junho de 2026 

Gênero: luta

Plataformas: PlayStation 5, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Team Ninja

Estúdio: Koei Tecmo Games

Análise: 

O auge técnico de DOA6, mais completo, mais polido e com o pacote total de personagens, modos e visuais.

A edição “Last Round” de Dead or Alive 6 representa aquilo que o jogo deveria ter sido no lançamento:

todo o conteúdo reunido, todos os personagens disponíveis, todos os trajes, todas as arenas e todas as melhorias aplicadas.

É a versão mais estável, mais equilibrada e mais rica do jogo.

O combate continua a ser o ponto mais forte: rápido, técnico, com ênfase em leitura de movimentos, contra‑golpes e mind‑games. A mecânica de Break Gauge adiciona profundidade sem comprometer o ritmo clássico da série.

Visualmente, DOA6 está no topo da franquia: modelos detalhados, animações fluidas, efeitos de impacto e arenas interativas que tornam cada luta mais dinâmica.

A edição “Last Round” reúne todo o conteúdo lançado, incluindo personagens adicionais, trajes, arenas e ajustes de balanceamento, criando a versão mais completa e acessível para novos jogadores.

O modo história é extenso, com cutscenes cinematográficas, mas a narrativa é fragmentada e difícil de seguir.

O online funciona, mas não é perfeito: o netcode é melhor do que no lançamento, porém ainda apresenta inconsistências, especialmente em regiões com menor playerbase.

A quantidade de conteúdo cosmético é enorme, e embora tenha sido criticada pelo modelo de DLC, na edição definitiva isso se transforma num ponto positivo: há opções para todos os gostos.

Em termos de jogabilidade, é a versão mais equilibrada, com ajustes que melhoram personagens que estavam fracos e reduzem abusos de quem estava forte demais.

Falta de legendas em português de algo que é definitivo....

Não é possível fazer live do modo história caso faça a stream direto do videogame...

Pontos Positivos

  • Visual impressionante com o melhor motor da série.
  • Combate rápido, fluido e técnico.
  • Sistema de Break Gauge bem integrado.
  • Elenco enorme e variado.
  • Modo história completo e cinematográfico.
  • Muitos trajes, arenas e personalizações.
  • Versão mais estável e equilibrada do jogo.
  • Ótima opção para jogar casual ou competitivo.

Pontos Negativos

  • Netcode ainda inconsistente.
  • História confusa e mal estruturada.
  • Alguns personagens continuam desbalanceados.
  • Interface pouco intuitiva.
  • Poucas novidades reais além do pacote completo.
  • Falta de legendas em português
  • Modo história não dá para fazer stream

🎯 Conclusão

Dead or Alive 6 – Last Round é a melhor forma de jogar DOA6. É a edição mais completa, mais polida e mais equilibrada, com todo o conteúdo reunido e uma experiência muito superior ao lançamento original.

Para fãs de luta 3D, é um jogo rápido, técnico e visualmente impressionante.

Para quem já jogou DOA6 antes, esta versão é finalmente aquilo que o jogo merecia ser.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:




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segunda-feira, 29 de junho de 2026

REVIEW - ARASHI GAIDEN

Nome do Game: Arashi Gaiden

Data de lançamento: 14 de Julho de 2025 

Gênero: Jogo de turnos de estratégia

Plataformas:  PC, Nintendo Switch, Xbox Series X, Xbox One, PlayStation 4, PlayStation 5

Desenvolvedor: Statera Studio

Estúdio: Nuntius Games

Análise: 

🗡️ Um híbrido ousado entre tática por turnos e ação ninja, estiloso, desafiador e surpreendentemente estratégico.

Arashi Gaiden mistura tática por turnos, posicionamento, execução precisa e ação rápida, criando um sistema híbrido que nenhum outro jogo ninja está a fazer neste momento.

É um jogo que exige planeamento, leitura de padrões, timing perfeito e execução limpa.

Cada fase é um puzzle sangrento e isso não é metáfora, é literalmente isso mesmo!

O combate é por turnos, mas extremamente rápido: cada ação exige precisão, e qualquer erro pode custar a fase inteira.

A jogabilidade mistura estratégia de posicionamento, execução técnica e timing, criando um sistema híbrido que nenhum outro jogo ninja oferece atualmente.

A pixel art é estilosa, violenta e cheia de personalidade, com animações fluidas e cenários densos.

Cada fase funciona como um puzzle tático, onde o jogador precisa descobrir a sequência ideal de movimentos para sobreviver.

A dificuldade é elevada, e o jogo recompensa quem se dedica e aprende as mecânicas.

A narrativa é simples, mas o foco está totalmente na jogabilidade e no desafio.

Algumas explicações do game são pouco clara, mas nada que comprometa a experiência geral.

Pontos Positivos

  • Mistura única de tática + ação.
  • Pixel art estilosa e muito bem animada.
  • Sistema de turnos rápido e agressivo.
  • Fases que funcionam como puzzles estratégicos.
  • Dificuldade alta, mas recompensadora.
  • Atmosfera ninja muito bem construída.
  • Excelente para quem gosta de precisão.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Curva de aprendizagem íngreme.
  • Mecânicas podem parecer confusas no início.
  • Alguns bugs técnicos relatados por reviewers.
  • Explicações pouco claras em certas habilidades.
  • Pode frustrar quem espera ação contínua.

🎯 Conclusão

Arashi Gaiden é um jogo ninja tático, preciso e desafiador, que mistura ação e estratégia de forma única.

Não é para todos mas para quem gosta de jogos que exigem cabeça fria, execução perfeita e leitura de padrões, é uma experiência brutal e memorável.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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terça-feira, 31 de março de 2026

REVIEW - MONSTER HUNTER STORIES 3: TWISTED REFLECTION

Nome do Game: Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection

Data de lançamento: 13 de Março de 2026

Gênero: JRPG

Plataformas: Nintendo Switch 2, PC, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Capcom

Estúdio: Capcom

Análise: 

Um dos RPGs mais completos e viciantes de 2026, profundo, bonito e cheio de personalidade.

Este é, sem dúvida, o Stories mais ambicioso até agora, e dá para sentir isso em cada sistema, cada Monstie e cada zona explorada.

O sistema turn‑based continua baseado no triângulo Power / Speed / Technical, mas agora está mais rápido, mais estratégico e com muito mais sinergias entre o Rider e os Monsties. É aquele tipo de combate que te faz pensar, mas sem ficar lento ou pesado.

Pela primeira vez, o teu Rider fala, reage e tem presença narrativa real. Isso muda completamente o tom do jogo, mais maduro, mais emocional e com mais impacto.

Adeus Navirou e às piadas infantis. Rudy é divertido, mas sem exageros, e encaixa muito melhor no novo tom do jogo.

O conflito entre Azuria e Vermeil é cheio de nuances, política, ecologia e personagens com motivações reais. A Princesa Eleanor é um destaque absoluto, humana, vulnerável e essencial para a narrativa.

Cada bioma parece um mini‑RPG: ecossistemas para restaurar, ovos raros para encontrar, monstros únicos, side quests com histórias pequenas mas interessantes.

É o Stories mais bonito de longe: modelos, animações, cenários, UI, tudo está num nível altíssimo.

Alguns picos de dificuldade obrigam a parar a história para fortalecer Monsties.

O jogo é profundo e cheio de sistemas e nem sempre explica tudo da melhor forma.

Há momentos com “enchimento” e subtramas que não levam a lugar algum.

Pontos Positivos

  • Legendas em Português
  • O melhor combate da série até agora
  • Protagonista adulto e com personalidade
  • Rudy é o melhor Palico da série
  • História surpreendentemente forte
  • Exploração viciante e cheia de recompensas
  • Visualmente impressionante

Pontos Negativos

  • Grinding excessivo em certos momentos
  • Onboarding pouco amigável para iniciantes
  • História perde foco em alguns capítulos

🎯 Conclusão

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é o auge da série: profundo, viciante, visualmente incrível e com uma história muito mais madura do que os anteriores.

Mesmo com algum grinding e momentos menos inspirados, é um RPG que prende do início ao fim, daqueles que dizes “só mais uma missão” e quando dás por ti passaram 3 horas.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:


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sábado, 28 de março de 2026

REVIEW - FATAL FRAME II: CRIMSON BUTTERFLY REMAKE

Nome do Game: Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake

Data de lançamento: 12 de Março de 2026 

Gênero: Survival

Plataformas: PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor: Team Ninja 

Estúdio: Koei Tecmo Games

Análise: 

📸 Um dos maiores clássicos do terror japonês renasce — mais bonito, mais intenso, mas nem sempre melhor

O remake de Fatal Frame II chegou em 2026 como uma mistura de respeito absoluto ao original e modernização agressiva. E, jogando, dá para sentir exatamente isso: é lindo, assustador, atmosférico… mas algumas mudanças mexem com o equilíbrio que tornava o jogo tão sufocante.

A força da série sempre foi o terror psicológico, e aqui isso está mais forte do que nunca: ambientes detalhados, sons perturbadores e aquela sensação constante de que algo está atrás de ti. 

Os cenários e modelos receberam um salto enorme. O remake é visualmente deslumbrante, com iluminação moderna e ambientes muito mais densos.

A narrativa das irmãs Mio e Mayu mantém o impacto emocional e ganha novas cenas e conteúdos opcionais que expandem a história da vila de Minakami.

O combate foi retrabalhado, com novas mecânicas e upgrades mais intuitivos. Fotografar fantasmas continua tenso e único.  

A navegação e o ritmo foram melhorados, tornando o jogo menos confuso sem perder o clima de exploração. 

A troca para uma câmara mais moderna reduz parte da tensão do original, já que agora consegues ver mais do ambiente e antecipar sustos. 

Alguns fantasmas são fáceis demais, outros são irritantemente agressivos, o remake não acerta sempre no equilíbrio.

Algumas adições, como certas formas de fantasmas, acabam por quebrar o ritmo e não encaixam tão bem no estilo clássico.

Pontos Positivos

  • Atmosfera e terror continuam impecáveis
  • Visual impressionante
  • História continua poderosa
  • Camera Obscura mais fluida e moderna
  • Progressão mais clara e acessível

Pontos Negativos

  • Falta de legendas em português
  • Algumas mudanças prejudicam o terror
  • Dificuldade inconsistente
  • Novos elementos nem sempre funcionam

🎯 Conclusão

Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake é um regresso poderoso a um dos maiores clássicos do terror japonês.

É visualmente incrível, mantém a alma do original e moderniza o suficiente para atrair novos jogadores, mas algumas mudanças tiram um pouco da magia do terror sufocante.

Mesmo assim, é um remake sólido, assustador e cheio de respeito pela obra original.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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domingo, 22 de março de 2026

REVIEW - LEGACY OF KAIN: DEFIANCE REMASTERED

Nome do Game: Legacy of Kain: Defiiance Remastered

Data de lançamento: 03 de Março de 2026

Gênero: Action Adventure

Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X, PC e Nintendo Switch

Desenvolvedor: PlayEveryWare Games 

Estúdio: Crystal Dynamics

Análise: 

Visual renovado, mas fiel ao original

O jogo recebeu modelos, texturas e iluminação atualizados, mantendo o estilo gótico e decadente de Nosgoth.

Podes alternar a qualquer momento entre o visual moderno e o clássico, é um toque perfeito para fãs antigos.

Câmara modernizada

A maior melhoria de jogabilidade:

Nova câmara flutuante em terceira pessoa, muito mais confortável;

Opção de voltar à câmara fixa clássica.

Qualidade de vida moderna

O remaster inclui:

Melhor navegação com o sistema “vampire foresight navigation”;

Novo tutorial de combate;

HUD e controlos refinados;

Photo mode;

Skins alternativas;

Lore reader completo.

Conteúdo perdido restaurado

Um dos maiores destaques:

Níveis perdidos (“lost levels”) recuperados dos arquivos originais;

Acesso separado, como um “museu jogável”;

Preservados no estado original, sem modernização artificial.

Demo de The Dark Prophecy

Quem compra a edição Deluxe recebe algo histórico:

uma demo jogável do Legacy of Kain 6 cancelado em 2003.

É literalmente um pedaço de história que nunca tinha sido jogável.

Pontos Positivos

  • Alternância entre Kain e Raziel continua fantástica.
  • Combate mais fluido graças aos controlos atualizados.
  • Transições entre planos e habilidades continuam únicas.
  • Dublagem e Legenda em português

Pontos Negativos

  • A estrutura de combate ainda mostra a idade.
  • Algumas áreas continuam repetitivas.
  • A câmara, mesmo melhorada, pode atrapalhar em espaços apertados.

🎯 Conclusão

Legacy of Kain: Defiance Remastered é o remaster que os fãs esperaram durante décadas.

Não é um remake e não tenta ser. É uma restauração cuidadosa, cheia de extras, com melhorias reais e respeito absoluto pelo material original.

Para quem ama a série, é obrigatório. Para novos jogadores, é finalmente a forma ideal de entrar no capítulo final da saga Kain/Raziel.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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sábado, 21 de março de 2026

REVIEW - CITY HUNTER

Nome do Game: City Hunter

Data de lançamento: 25 Fevereiro de 2026 

Gênero: Ação 

Plataformas: PlayStation 5, PC, Xbox Series X, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Red Art Games

Estúdio: Clouded Leopard Entertainment

Análise: 

🔫 Um clássico renascido… mas nem todo clássico merece renascer

City Hunter Remastered é aquele tipo de jogo que tu olhas e pensas: “fixe, nostalgia pura”. Mas quando começas a jogar, percebes rapidamente que isto é mesmo um produto dos anos 90, com tudo o que isso tem de bom… e de mau.

É um remaster competente, cheio de filtros, rewind, save states e extras, mas no fim do dia continua a ser um jogo curto, repetitivo e com um design de níveis que mostra a idade sem dó, só é diferente por causa do modo hard que dá até medo.

Aqui não há falhas: scanlines, rewind instantâneo, save states, arte de bastidores, opções de ecrã… tudo impecável. É, sem dúvida, a melhor forma de jogar este clássico. 

As cutscenes e o espírito “anos 80/90” continuam intactos. O jogo tem charme visual e mantém a vibe do Ryo Saeba a correr pelas ruas de Tóquio como um polícia de ação exagerado.

É aquele side‑scroll shooter básico: andar, saltar, disparar, entrar em portas. Nada complicado, nada confuso. Para quem gosta de retro puro, funciona.

Rewind, saves rápidos e navegação mais fluida tornam o jogo muito mais acessível do que era no PC Engine.

Os níveis são pequenos, mas labirínticos, repetitivos e cheios de portas que não levam a lado nenhum. A exploração é mais irritante do que divertida. 

Os inimigos reaparecem assim que sais do ecrã, os tiros vêm de fora da tua visão e os bosses morrem em segundos com o rocket launcher.

Apesar de ser City Hunter, o jogo não transmite bem o espírito da série. Tens texto, tens personagens… mas falta alma.

Pontos Positivos

  • Remaster muito bem feito  
  • Estilo anime muito bem preservado  
  • Controlo simples e direto  
  • Qualidade de vida moderna  

Pontos Negativos

  • Design de níveis fraco e confuso  
  • Combate extremamente simples  
  • É tudo muito básico e pouco inspirado. 
  • Narrativa quase inexistente  
  • Parece um jogo genérico com a skin do Ryo. 
  • Falta de legendas em português.

🎯 Conclusão

City Hunter Remastered é um daqueles casos em que o remaster é melhor do que o jogo original. Tecnicamente, está impecável. Mas o jogo em si… é curto, repetitivo e mostra claramente que veio de 1990.

Se és fã hardcore de City Hunter ou tens curiosidade histórica, vale a pena pela nostalgia. 

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#CityHunter #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames

domingo, 15 de março de 2026

REVIEW - SCOTT PILGRIM EX

Nome do Game: Scott Pilgrim EX

Data de lançamento: 03 de Março de 2026 

Gênero: 2D Beat-'Em-Up

Plataformas: Xbox Series X, PlayStation 5, Nintendo Switch, PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Tribute Games 

Estúdio: Tribute Games

Análise: 

🕹️ Um beat ’em up cheio de estilo, mas preso entre nostalgia e repetição

Scott Pilgrim EX tenta ser a evolução natural do clássico de 2010, misturando nostalgia, humor e pancadaria pixelada. O problema é que, ao mesmo tempo que acerta no charme e no estilo, também tropeça em algumas escolhas de design que tornam a experiência menos consistente do que podia ser.

O visual é um dos grandes destaques. O jogo tem aquele charme retro moderno que funciona muito bem, com animações fluidas e referências visuais a clássicos dos anos 80 e 90.

As pancadas têm peso, os personagens respondem bem e cada lutador tem estilo próprio. É fácil entrar no flow e limpar grupos de inimigos com combos satisfatórios. 

A banda sonora continua a ser um dos pilares da série. O jogo mantém a energia e o espírito musical que sempre fizeram parte do universo Scott Pilgrim.

Há lutadores inspirados em jogos de luta clássicos, cada um com movimentos e ritmos diferentes, o que dá vontade de experimentar vários. 

O jogo obriga a voltar demasiadas vezes pelos mesmos cenários. Isso quebra o ritmo e torna a progressão mais cansativa do que devia. 

Apesar de ter o criador original envolvido, a narrativa não tem o mesmo impacto emocional do material original. Falta aquele toque mais pessoal e introspectivo que sempre fez parte da série.

A ideia de transformar Toronto num mapa interligado é boa, mas a execução deixa a desejar. A exploração não acrescenta muito e acaba por parecer mais um obstáculo do que uma evolução.

As quests são simples demais e não aproveitam o potencial dos personagens nem do universo.

Pontos Positivos

  • Pixel art incrível e cheio de personalidade  
  • Combate divertido e “crunchy”  
  • Trilha sonora excelente  
  • Boa variedade de personagens  
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Backtracking exagerado  
  • História superficial  
  • Mundo aberto pouco inspirado  
  • Pouca profundidade nas missões  

🎯 Conclusão

Scott Pilgrim EX é um jogo divertido, estiloso e cheio de nostalgia, mas também é limitado. Quando estás a lutar, o jogo brilha. Quando tens de andar para trás e para a frente ou seguir a história, ele perde força.

É um bom beat ’em up, mas não chega ao nível de outros trabalhos recentes da Tribute Games.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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sábado, 14 de março de 2026

REVIEW - STYX: BLADES OF GREED

Nome do Game: Styx: Blades of Greed

Data de lançamento: 19 de Fevereiro de 2026 

Gênero: Ação 3D / Stealth

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X e PC

Desenvolvedor: Cyanide  

Estúdio: Nacon

Análise: 

🗡️ O regresso do goblin mais safado e mais puro do stealth moderno

Styx: Blades of Greed é exatamente aquilo que eu queria ver num novo Styx: stealth puro, sem frescuras, sem tentar copiar Dishonored ou Hitman, e sem encher o jogo de sistemas que só atrapalham. Aqui é simples: se te veem, morres. Se fores esperto, passas. E é isso que sempre fez Styx ser diferente.

Nada de combate estiloso ou poderes exagerados. O jogo continua a ser sobre sombras, paciência e timing. E isso, para mim, é o coração da série.

A verticalidade é absurda. Há caminhos por cima, por baixo, por dentro de paredes, túneis, vigas… é um playground para quem gosta de infiltração.

Sarcástico, nojento, malandro, e é por isso que funciona. Ele dá personalidade ao jogo e torna tudo mais leve no meio da tensão.

O parkour está mais fluido, e dá gosto navegar pelos cenários sem ser visto. É o jogo onde me sinto mais “livre” dentro da série.

A Unreal Engine 5 deu um brilho enorme ao mundo. Não é perfeito, mas é o Styx mais bonito até hoje.

Às vezes os guardas parecem cegos, outras vezes veem-te a quilómetros. Isso quebra um pouco a lógica do stealth.

O combate continua fraco, e sinceramente? Ainda bem. Mas quando és apanhado, o combate é tão desajeitado que parece castigo e talvez seja mesmo.

Texturas a carregar tarde, animações que falham, inimigos que ficam presos. Nada que arruíne o jogo, mas nota-se.

Depois de umas horas, já viste quase todos os truques. 

Pontos Positivos

  • Stealth à moda antiga  
  • Níveis enormes e verticais  
  • Styx continua um personagem incrível  
  • Melhor mobilidade da série  
  • Visual muito mais polido 
  • Legendas em português 

Pontos Negativos

  • IA inconsistente  
  • Combate continua fraco  
  • Alguns bugs chatos  
  • Repetição no final  

🎯 Conclusão

Styx: Blades of Greed é, para mim, o melhor Styx até agora. Não porque seja perfeito, mas porque sabe exatamente o que quer ser: um stealth clássico, vertical, tenso e cheio de personalidade.

Se gostas de jogos onde o erro custa caro e a paciência é recompensada, este aqui é obrigatório. Se procuras ação, poderes ou combate estiloso… passa longe.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#StyxBladesofGreed #PS5 #XboxSeriesX #XboxSeriesS #Xbox #XboxOne #Playstation5 #Playstation4 #NintendoSwitch  #PC #Sponsored #streamer #stream #twitch #twitchstreamer #retro #retrogamer #40taogames