quinta-feira, 2 de abril de 2026

REVIEW - GRIME II

Nome do Game: GRIME II

Data de lançamento: 31 de Março de 2026

Gênero: Ação / Metroidvania

Plataformas: PlayStation 5, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Clover Bite

Estúdio: Kwalee Ltd

Análise: 

Mais estranho, mais brutal e mais artístico, um metroidvania soulslike que sabe exatamente o que quer ser

GRIME II pega tudo o que o primeiro jogo fez bem e empurra tudo para um nível mais ambicioso: mapas maiores, combate mais técnico, bosses mais criativos e um mundo ainda mais bizarro e desconfortável.

É um daqueles jogos que não tenta agradar todo mundo, ele quer ser estranho, quer ser denso, quer ser difícil, e nisso ele acerta em cheio.

O mapa agora é um verdadeiro metroidvania moderno: áreas enormes, caminhos alternativos, atalhos inteligentes, segredos escondidos em cada canto.

É um jogo que recompensa curiosidade de forma constante.

O sistema de absorção volta, mas agora com mais camadas: contra‑ataques mais variados, armas com estilos completamente diferentes, builds que realmente mudam a forma de jogar.

É rápido, pesado e extremamente satisfatório quando dominas o ritmo.

Se o primeiro já era estranho, GRIME II abraça o surrealismo total.

Criaturas deformadas, ambientes orgânicos, estátuas vivas, carne, pedra, metal, tudo misturado num pesadelo artístico que não parece com nada no mercado.

Cada boss é um espetáculo visual e mecânico. São lutas longas, criativas e com padrões que exigem leitura e adaptação. É o ponto mais forte do jogo.

Som opressivo, ambientes densos, silêncio desconfortável… O jogo sabe criar tensão sem precisar de jumpscares.

A liberdade é ótima, mas às vezes o jogo exagera. Há momentos em que simplesmente não sabes para onde ir e o jogo não faz questão de ajudar.

Alguns bosses são perfeitos, outros parecem feitos para te punir só porque sim. Há picos de dificuldade que quebram o ritmo.

O game tem alguns bugs mas nada que destrua a experiência, mas existem: colisões estranhas, animações que falham, quedas de FPS em áreas mais pesadas.

O lore é interessante, mas o jogo insiste em contar tudo de forma simbólica e fragmentada. Para alguns, isso é charme; para outros, frustração.

Pontos Positivos

  • Exploração muito mais aberta e interligada
  • Combate mais profundo e mais agressivo
  • Direção artística absurda
  • Bosses memoráveis
  • Trilha sonora e atmosfera impecáveis
  • Legendas em português


Pontos Negativos

  • Pode ser confuso demais
  • Dificuldade irregular
  • Alguns bugs e quedas de performance
  • História continua críptica demais

🎯 Conclusão

GRIME II é um metroidvania soulslike poderoso, artístico e brutal, que sabe exatamente o que quer ser. Não tenta ser acessível, não tenta ser “mainstream”, ele quer ser estranho, quer ser desafiador, quer ser único.

E nisso, ele entrega uma das experiências mais marcantes do género em 2026. Se gostaste do primeiro, este aqui é obrigatório. Se nunca jogaste, prepara‑te para um mundo que não te explica nada… mas te recompensa por cada descoberta.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



#grime2 #PS5 #40taogames

Sem comentários:

Enviar um comentário