sábado, 2 de maio de 2026

REVIEW - THE CONFINEMENT

Nome do Game: The Confinement

Data de lançamento: 09 de Abril de 2026 

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X

Desenvolvedor: Mr. Dev Studio

Estúdio: QUByte Interactive

Análise: 

🎮 Review: The Confinement

🏃 Um jogo de plataforma e ação 2D focado em precisão, onde o objetivo é sobreviver a salas mortais enquanto foge de uma instalação de segurança máxima.

The Confinement é direto ao ponto: você acorda preso e precisa usar sua agilidade para superar lasers, robôs e armadilhas ambientais. É um jogo de reflexo e tentativa e erro, com uma estética que remete aos clássicos de plataforma de precisão.

A precisão nos saltos é a mecânica principal, exigindo que o jogador domine o tempo de reação para desviar de serras e lasers no último segundo.

O level design é focado no "morrer e aprender", onde cada falha serve para você entender o padrão da sala e tentar uma rota diferente na próxima vida.

A estética minimalista ajuda na leitura do jogo, garantindo que você identifique rapidamente o que é plataforma e o que é um perigo mortal, sem distrações visuais desnecessárias.

O ritmo de jogo é intenso, sem muitos diálogos ou enrolação, jogando você direto na ação desde o primeiro minuto dentro da instalação.

A dificuldade é o grande atrativo, apelando para aquele sentimento de "só mais uma tentativa" que mantém o jogador preso até conseguir limpar a tela atual.

A sensação de progressão vem da habilidade do jogador, e não de upgrades ou níveis, o que torna a vitória em cada fase muito mais recompensadora.

Apesar da simplicidade, ele entrega uma experiência honesta, focando em ser um jogo de plataforma sólido e desafiador para quem curte testar os reflexos.

Pontos Positivos

  • Gameplay rápido e viciante.
  • Desafio crescente e bem escalonado.
  • Controles precisos para os saltos.
  • Level design inteligente que te força a pensar rápido.
  • Visual retrô limpo e funcional.
  • Sessões curtas ideais para quem tem pouco tempo.
  • Curva de aprendizado satisfatória.

Pontos Negativos

  • Pode ser muito punitivo para jogadores casuais.
  • Pouca variedade visual entre as fases.
  • Trilha sonora fica repetitiva após muitas mortes.
  • História serve apenas como pano de fundo raso.
  • Faltam checkpoints em algumas salas mais longas.
  • Alguns hitboxes (caixas de colisão) parecem injustos.

🎯 Conclusão

The Confinement é um jogo de plataforma de precisão raiz, feito para quem gosta de desafio e não tem medo de morrer dezenas de vezes.

Ele não tenta reinventar a roda, focando no que importa: mecânicas de pulo afiadas e obstáculos que exigem 100% da sua atenção.

É um título ideal para quem busca uma experiência de "arcade" moderna, rápida, difícil e que não toma seu tempo com conversas desnecessárias.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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Minha gameplay:


#TheConfinement #PS5 #40taogames

sexta-feira, 1 de maio de 2026

REVIEW - SKAUTFOLD MOONLESS KNIGHT

Nome do Game: Skautfold: Moonless Knight

Data de lançamento: 09 de Abril de 2026 

Gênero: Action RPG

Plataformas: PC, Xbox Series X, Xbox One, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5

Desenvolvedor: Pugware 

Estúdio: Red Art Games

Análise: 

🩸 Um metroidvania gótico, rápido e brutal, que mistura combate técnico com exploração densa e atmosfera pesada.

Skautfold: Moonless Knight é um spin‑off que expande o universo da série com uma abordagem mais direta: menos foco em narrativa, mais foco em combate, mobilidade e bosses.

É um jogo curto, estiloso e com personalidade, daqueles que sabem exatamente o que querem entregar.

O combate é o coração do jogo: rápido, preciso e baseado em leitura de padrões, com esquivas que exigem timing e armas que mudam completamente o ritmo das lutas.

A atmosfera gótica é forte desde o início, com cenários sombrios, criaturas grotescas e uma direção artística que reforça o tom decadente do mundo.

Os bosses são o ponto alto, cada um com ataques únicos, fases distintas e uma apresentação que mistura brutalidade com estilo, criando confrontos memoráveis.

A mobilidade é fluida, esquivas rápidas e movimentos que tornam a exploração agradável, mesmo que o mapa não seja tão complexo quanto outros metroidvanias.

A narrativa existe, mas fica em segundo plano, apresentada de forma minimalista e deixando quase tudo para interpretação, o que pode agradar ou frustrar dependendo do jogador.

A duração curta faz com que o jogo nunca se arraste, mas também deixa a sensação de que o mundo poderia ter sido expandido com mais áreas e mais segredos.

Apesar de algumas repetições de inimigos e momentos de dificuldade mal calibrada, o jogo mantém um ritmo forte e entrega exatamente o que promete: ação gótica intensa e estilosa.

Pontos Positivos

  • Combate rápido e responsivo.
  • Atmosfera gótica muito bem construída.
  • Mobilidade fluida e divertida.
  • Visual 2D estiloso e consistente.
  • Boa variedade de armas e habilidades.

Pontos Negativos

  • História pouco desenvolvida.
  • Alguns picos de dificuldade injustos.
  • Exploração limitada para um metroidvania.
  • Inimigos repetitivos em certas áreas.
  • Falta de polimento em animações específicas.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Skautfold: Moonless Knight é um metroidvania gótico rápido, brutal e cheio de estilo.

Não tenta competir com gigantes do género, ele foca no essencial: combate, bosses e atmosfera.

É curto, imperfeito e às vezes frustrante, mas também é viciante, intenso e marcante para quem gosta de ação 2D com personalidade.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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Minha gameplay:



#SkautfoldMoonlessKnight #PS5 #40taogames

 

domingo, 26 de abril de 2026

REVIEW - SIGMA STAR SAGA DX

Nome do Game: Sigma Star Saga DX

Data de lançamento:  07 de Abril de 2026

Gênero: Action RPG

Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch e PC

Desenvolvedor: WayForward 

Estúdio: WayForward

Análise: 

🚀 Um híbrido espacial ousado que mistura exploração, espionagem e shmup, estranho, ambicioso e cheio de personalidade.

Sigma Star Saga DX é aquele tipo de jogo que não existiria hoje se não tivesse nascido no GBA: uma mistura improvável de RPG top‑down, tiroteios shmup, história sci‑fi pesada e um protagonista preso entre dois mundos.

O remake mantém tudo o que tornou o original especial, mas com melhorias que deixam a experiência mais fluida e acessível.

A história coloca‑te no papel de Ian Recker, um piloto que sobrevive a um ataque devastador e acaba infiltrado entre os Krill, vivendo um conflito interno constante enquanto descobre que nenhum dos lados é totalmente herói ou vilão. 

A narrativa evolui de ficção militar para temas de confiança, sacrifício e manipulação, com personagens que mudam de posição moral ao longo da aventura, criando um enredo surpreendentemente maduro. 

A jogabilidade alterna entre exploração top‑down em planetas e estações espaciais, onde encontras ferramentas, desbloqueias áreas e conversas com NPCs, e secções shmup que funcionam como “batalhas randomizadas” no estilo de encontros de RPG. 

Os planetas têm mapas próprios, segredos, upgrades e biomas distintos, mas a navegação pode ser confusa devido à falta de orientação clara e mapas que não mostram obstáculos. 

O remake melhora a fluidez dos combates shmup, tornando as batalhas mais dinâmicas e menos punitivas do que no original, com barras de vida e armas alternáveis. 

A relação entre Ian e Psyme é um dos pontos altos, trazendo drama, tensão e escolhas que influenciam o rumo da história e os múltiplos finais disponíveis. 

Apesar das melhorias, o jogo ainda carrega problemas do design original, como direções vagas, backtracking e momentos de frustração ao tentar descobrir o próximo objetivo. 

Pontos Positivos

  • Mistura de RPG e shmup funciona muito bem.
  • História cheia de moralidade cinzenta.
  • Personagens carismáticos e memoráveis.
  • Exploração variada entre planetas e estações.
  • Visual retrabalhado com ótimo spritework.
  • Combate shmup mais fluido e responsivo.
  • Múltiplos finais que incentivam replay.

Pontos Negativos

  • Direção pouco clara em várias missões.
  • Mapas confusos e navegação frustrante.
  • Início lento e pouco empolgante.
  • Shmup inicial repetitivo.
  • Algumas áreas com backtracking excessivo.
  • Dificuldade irregular entre segmentos.
  • Falta de legenda em português

🎯 Conclusão

Sigma Star Saga DX é um daqueles jogos que só existem porque alguém teve coragem de misturar géneros que não deveriam funcionar juntos e, surpreendentemente, funcionam.

É estranho, é ambicioso, é imperfeito… mas é também memorável, cheio de estilo e com uma história que prende do início ao fim.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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#SigmaStarSagaDX #PS5 #40taoGames

sábado, 25 de abril de 2026

REVIEW - MARATHON

Nome do Game: MARATHON

Data de lançamento: 05 de Março de 2026 

Gênero: FPS

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X e PC

Desenvolvedor: Bungie

Estúdio: Bungie

Análise: 

💥 Um extraction shooter brutal, estiloso e viciante e a Bungie no auge do seu talento técnico.

Marathon marca o regresso da Bungie ao universo clássico de 1994, mas reinventado como um PvPvE extraction shooter ambientado em Tau Ceti IV.

É um jogo exigente, tenso e profundamente técnico, feito para quem gosta de risco, loot valioso e gunplay perfeito.

O gunplay é o grande destaque: cada arma tem peso, ritmo, recuo e impacto únicos, com feedback sonoro e visual que tornam cada disparo satisfatório.

O mundo de Tau Ceti IV é apresentado através de facções com filosofias distintas, contratos específicos e lore ambiental, criando um universo rico sem depender de cutscenes tradicionais. 

O sistema de Runner shells funciona como uma camada de “hero shooter”, oferecendo kits diferentes que alteram completamente a forma de abordar cada incursão. 

O loop de extração é tenso e recompensador: entrar, lutar contra IA e jogadores, coletar loot valioso e tentar exfiltrar vivo, sabendo que morrer significa perder tudo. 

A direção de arte mistura neon, sci‑fi industrial e ambientes vibrantes, destacando-se num género normalmente dominado por tons cinzentos e realistas. 

O áudio é extremamente detalhado, com passos, recargas, alarmes e impactos que ajudam na leitura tática do ambiente, reforçando a sensação de perigo constante. 

A UI é muito ruim, fontes pequenas, menus densos e excesso de informação tornam a navegação difícil, especialmente para novos jogadores. 

O jogo é hardcore por design: progressão lenta, necessidade de aprender sistemas complexos e punição severa por erros fazem parte da experiência. 

Pontos Positivos

  • Gunplay absolutamente impecável.
  • Direção de arte impressionante.
  • Lore profundo e cheio de facções.
  • Som e ambientação de altíssimo nível.
  • Variedade real entre os Runner shells.
  • Loop de extração viciante.
  • Performance sólida no PS5 e PC.
  • Legenda e dublagem em português

Pontos Negativos

  • UI difícil de ler e navegar.
  • Curva de aprendizagem muito alta.
  • Sistema hardcore pode afastar jogadores.
  • Progressão lenta para iniciantes.
  • Alguns mapas ainda precisam de ajustes.

🎯 Conclusão

Marathon é Bungie no seu melhor: tiros perfeitos, mundo fascinante, arte incrível e um loop de jogo que vicia.

Mas também é um jogo difícil, exigente e nada amigável para iniciantes.

Se gostas de shooters técnicos, loot arriscado e tensão constante, este é um dos melhores do género.

Se procuras algo casual, Marathon não vai perdoar.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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#MARATHON #PS5 #40taoGames

terça-feira, 21 de abril de 2026

REVIEW - LEGACY OF KAIN: ASCENDANCE

Nome do Game: Legacy of Kain: Ascendance

Data de lançamento: 31 de Março de 2026 

Gênero: Plataforma 2D 

Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox Series X e PC

Desenvolvedor: Freak Zone Games Bit Bot Media 

Estúdio: Crystal Dynamics

Análise: 

🩸 Um regresso inesperado a Nosgoth, estiloso, nostálgico, mas também controverso e inconsistente.

Ascendance marca o primeiro jogo novo da série em mais de 20 anos, mas não segue o caminho esperado: em vez de um action‑adventure 3D, temos um side‑scroller 2D rápido, vertical e focado em combate skill‑based.

A receção é dividida: alguns veem um tributo criativo; outros consideram um desvio que não faz justiça ao legado da série.

O jogo aposta num estilo 2D retro com foco em verticalidade, oferecendo níveis variados como pântanos em silhueta, castelos e áreas cheias de segredos, incentivando exploração constante. 

O combate é rápido e direto, com cada personagem — Kain, Raziel e Elaleth — tendo formas distintas de eliminar inimigos, criando variedade dentro da simplicidade. 

O maior destaque é o retorno dos voice actors originais, que trazem autenticidade às cenas e reforçam a nostalgia dos fãs veteranos. 

A narrativa tenta ligar eventos de toda a saga, funcionando como prequela e preenchendo lacunas. 

Elaleth, a nova protagonista, é uma adição forçada ao lore, com personalidade que não se encaixa bem no tom clássico da série. 

A estrutura narrativa fragmentada saltando entre timelines e personagens prejudica a coerência e dificulta acompanhar a história, mesmo para fãs experientes. 

Embora o jogo tenha momentos de fan service bem construídos, mas ele faz lembrar constantemente que os jogos antigos eram melhores, criando uma sensação de “queria estar a jogar Soul Reaver em vez disto”. 

Pontos Positivos

  • Estilo retro bem executado. 
  • Combate rápido e fluido. 
  • Variedade de níveis e muitos segredos. 
  • Retorno dos voice actors originais. 
  • Fan service forte para veteranos. 
  • Jogabilidade acessível e responsiva. 
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • História confusa e mal estruturada. 
  • Elaleth não convence como protagonista. 
  • Revisita cenas antigas sem impacto. 
  • Combate básico demais
  • Conexão fraca com o tom clássico da série. 
  • Bugs e problemas técnicos.

🎯 Conclusão

Legacy of Kain: Ascendance é um jogo feito com paixão, mas que divide profundamente.

Tem estilo, boa ação e nostalgia mas falha na narrativa, na coerência e na ambição esperada para o regresso da série.

Para fãs hardcore, vale pela curiosidade e pelo fan service.

Para novos jogadores, é uma entrada confusa e pouco representativa do que a série já foi.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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#LegacyOfKainAscendance #PS5 #40taogames

sexta-feira, 17 de abril de 2026

REVIEW - NEW SUPER LUCKY'S TALE

Nome do Game: New Super Lucky's Tale

Data de lançamento: 23 de Março de 2026

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PlayStation5, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC

Desenvolvedor: Playful Corp.

Estúdio: Playful Corp.

Análise: 

✨ Um platformer leve, colorido e extremamente polido e no PS5 ele finalmente brilha como deveria.

A versão de PS5 de New Super Lucky’s Tale não muda o conteúdo do jogo, mas transforma a experiência com 4K, 120 FPS, loadings rápidos e DualSense.

É um platformer alegre, acessível e cheio de variedade, perfeito para quem sente falta de jogos no estilo Astro Bot, mesmo que não chegue ao mesmo nível de inovação.

O jogo mantém a estrutura clássica de platformer 3D, com mundos temáticos cheios de colecionáveis, puzzles simples, mini‑jogos e níveis 2D que quebram o ritmo de forma divertida. 

A performance a 120 FPS e o 4K deixam o jogo mais fluido e vibrante, fazendo com que a arte colorida e o estilo “cartoon” brilhem como nunca. 

O DualSense adiciona feedback tátil durante ações como cavar, saltar e interagir com objetos, tornando a experiência mais imersiva e divertida. 

A variedade é um dos pontos mais elogiados: um nível pode ser de exploração 3D, outro um puzzle, outro um runner automático, outro um mini‑jogo estilo pinball. 

A narrativa é simples e leve, focada em recuperar páginas do Book of Ages e derrotar Jinx e o Kitty Litter, funcionando mais como pano de fundo do que como elemento central. 

Apesar de divertido, o jogo não traz novidades significativas para quem já jogou versões anteriores, sendo essencialmente a “versão definitiva” graças ao hardware do PS5. 

A duração é curta e o ritmo é rápido, tornando‑o ideal para sessões leves e para quem quer um platformer sem frustrações. 

Pontos Positivos

  • Performance impecável a 120 FPS.
  • Visual mais nítido e colorido em 4K.
  • DualSense melhora a imersão.
  • Variedade constante entre níveis.
  • Humor leve e atmosfera sempre positiva.
  • Controlo preciso e acessível.
  • Ótima opção para fãs de platformers.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Nenhum conteúdo novo.
  • Inovação limitada para o género.
  • História simples e previsível.
  • Mini‑jogos com motion controls inconsistentes.
  • Upgrade pouco atrativo para quem já jogou antes.

🎯 Conclusão

New Super Lucky’s Tale no PS5 é a melhor versão do jogo: mais fluida, mais bonita e mais agradável de jogar.

Não traz novidades de conteúdo, mas entrega um platformer leve, divertido e cheio de charme, perfeito para quem quer algo colorido, positivo e tecnicamente impecável.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



#NewSuperLuckysTale #PS5 #40taoGames

terça-feira, 14 de abril de 2026

REVIEW - ARIANA AND THE ELDER CODEX

Nome do Game: Ariana and the Elder Codex

Data de lançamento: 24 de março de 2026 

Gênero: Plataforma 2D

Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC

Desenvolvedor: Idea Factory / Compile Heart  

Estúdio: Idea Factory International

Análise: 

Um action‑platformer mágico sobre entrar em livros, restaurar mundos e dominar um sistema de feitiços profundo e flexível.

Ariana and the Elder Codex é um action‑adventure 2D com elementos de RPG e metroidvania, onde cada nível é um livro corrompido que precisas restaurar.

O jogo mistura combate rápido, magia personalizável, plataformas, e uma estrutura de “mini‑aventuras” dentro de cada Codex.

É bonito, criativo e cheio de boas ideias, mas também tem problemas de ritmo e narrativa.

O jogo coloca‑te no papel de Ariana, uma bibliotecária capaz de entrar em livros corrompidos para restaurar mundos inteiros, criando uma estrutura de “mini‑aventuras” que mantém a variedade alta. 

Cada Codex funciona como um pequeno metroidvania, com mapas próprios, segredos e um boss final que fecha a narrativa daquele livro. 

O sistema de magia é o grande destaque: podes equipar até seis feitiços, misturar elementos e criar combinações devastadoras, o que dá enorme liberdade de estilo de jogo. 

A progressão é consistente: derrotar inimigos, recolher materiais, melhorar feitiços e desbloquear novas habilidades de travessia que abrem caminhos antes inacessíveis. 

O visual é muito bonitos, com cenários desenhados à mão e efeitos mágicos que tornam cada Codex visualmente distinto e memorável. 

A narrativa dentro dos livros é interessante e cheia de pequenas parábolas, mas a história principal fora deles sofre com ritmo lento, excesso de texto e revelações previsíveis. 

O combate exige atenção, especialmente contra bosses, que obrigam a dominar timings, cooldowns e sinergias entre feitiços. 

Apesar de divertido e bem construído, o jogo não traz grandes inovações ao género, funcionando mais como uma execução sólida do que como algo revolucionário.

Pontos Positivos

  • Combate rápido e cheio de opções.
  • Sistema de magia muito flexível.
  • Visual belíssimo e bem animado.
  • Codices variados e criativos.
  • Progressão clara e recompensadora.
  • Performance sólida nas plataformas principais.
  • Conteúdo generoso pelo preço.

Pontos Negativos

  • Narrativa confusa e mal ritmada.
  • Diálogos longos e cansativos.
  • Inconsistência no design de menus.
  • Elementos RPG pouco claros.
  • Inimigos repetitivos em certas áreas.
  • Pacing irregular entre livros.
  • História principal previsível.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Ariana and the Elder Codex é um action‑platformer sólido, bonito e cheio de personalidade, com um sistema de magia excelente e Codices que funcionam como pequenas aventuras independentes.

A narrativa é o seu ponto mais fraca, longa, confusa e mal ritmada, mas o combate, a arte e a variedade compensam.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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#Ariana #PS5 #40taoGames

domingo, 12 de abril de 2026

REVIEW - MACHINE GUN FURY

Nome do Game: Machine Gun Fury

Data de lançamento: 20 de março de 2026 

Gênero: Ação / Tiro

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X, PlayStation 4 e Xbox One

Desenvolvedor:  Reset Games Ltd

Estúdio: Reset Games Ltd

Análise: 

🔥 Um run‑and‑gun retro que abraça totalmente a nostalgia: divertido, difícil e cheio de caos arcade.

Machine Gun Fury é um shooter militar arcade inspirado diretamente em Contra, Commando, Ikari Warriors, Metal Slug e Broforce.

É rápido, difícil, barulhento e totalmente focado em destruição, movimento constante e ação old‑school.

O jogo não tenta reinventar nada, ele quer ser exatamente aquilo que os arcades dos anos 80 entregavam.

O jogo oferece uma experiência run‑and‑gun totalmente clássica, com foco em movimento constante, tiros em todas as direções e hordas de inimigos que te obrigam a reagir rapidamente. 

O estilo visual inspirado no Commodore 64 é limpo, polido e fiel ao retro, com pixel art 8‑bit e uma trilha sonora SID que reforça a nostalgia. 

A campanha tem oito níveis curtos, mas variados, com duração total entre três e seis horas dependendo da dificuldade escolhida. 

A dificuldade é elevada, com inimigos vindos de múltiplas direções e pouca margem para erro, recriando a sensação dos arcades clássicos. 

O jogo inclui dois modos principais: Standard (campanha normal) e Arcade (cinco vidas para terminar tudo), incentivando repetição e domínio das fases. 

O movimento limitado e a navegação rígida fazem parte do design retrô, mas podem frustrar jogadores acostumados a shooters modernos. 

O level design mistura boas ideias com momentos menos inspirados, e a morte punitiva obriga a repetir fases inteiras, reforçando o estilo “NES hard”. 

Apesar de divertido, o jogo é curto e não oferece muito conteúdo além da campanha, o que deixa a sensação de que poderia ter ido mais longe. 

Pontos Positivos

  • Ação rápida e constante.
  • Visual 8‑bit limpo e bem polido.
  • Trilha sonora SID autêntica.
  • Níveis curtos e variados.
  • Dificuldade old‑school bem calibrada.
  • Modo Arcade viciante.
  • Boa variedade de armas e pickups.
  • Legendas em português.

Pontos Negativos

  • Movimento pouco fluido.
  • Combate limitado comparado a shooters modernos.
  • Campanha muito curta.
  • Repetição em algumas fases.
  • Falta de conteúdo além dos 8 níveis.
  • Level design inconsistente em certas áreas.
  • Morte punitiva obriga a repetir fases inteiras.

🎯 Conclusão

Machine Gun Fury é um shooter retro honesto: rápido, difícil, barulhento e cheio de charme 8‑bit.

Para quem ama Contra, Commando e Metal Slug, é uma viagem direta ao passado com tudo de bom e de mau que isso implica.

É curto, limitado e às vezes frustrante, mas também é divertido, viciante e perfeito para sessões rápidas de caos arcade.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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Minha gameplay:



#MachineGunFury #PlayStation5 #40taoGames

domingo, 5 de abril de 2026

REVIEW - STARTSHIP TROOPERS: ULTIMATE BUG WAR

Nome do Game: Starship Troopers: Ultimate Bug War

Data de lançamento: 16 de Março de 2026

Gênero: FPS

Plataformas: PC, Xbox Series X, PlayStation 5 e Nintendo Switch 2 

Desenvolvedor: Auroch Digital

Estúdio: DotEmu

Análise: 

Um boomer‑shooter moderno que mistura nostalgia, sátira militar e toneladas de insetos explodindo, divertido, exagerado e imperfeito.

O jogo da Auroch Digital e DotEmu tenta recriar a energia caótica do filme original, com humor militarista, propaganda exagerada e missões cheias de explosões.

É um FPS retro estilizado, rápido e direto, com foco total em matar insetos, chamar bombardeios e sobreviver ao caos.

O jogo recria a fantasia militarista exagerada do filme, com cutscenes em estilo propaganda e até a presença de Casper Van Dien como Johnny Rico, reforçando o tom satírico e divertido. 

A jogabilidade é rápida e caótica, com foco em hordas enormes de insetos e armas que têm impacto real, criando uma sensação constante de urgência e adrenalina. 

O uso de ataques orbitais, bombardeios e armas de destruição massiva diferencia o jogo de outros shooters retro, tornando cada missão um espetáculo de exagero militar. 

A campanha é curta, mas bem ritmada, com missões que alternam entre defender posições, destruir ninhos e sobreviver a enxames, mantendo o espírito arcade. 

O estilo gráfico mistura sprites 2D para humanos e modelos 3D para insetos, criando um visual estranho mas funcional, que ajuda a distinguir rapidamente aliados e inimigos. 

Apesar da diversão, o jogo sofre com repetição de objetivos e falta de profundidade estratégica, tornando‑se mais um “run and gun” do que um shooter tático. 

O modo de jogar como inseto é interessante, mas pouco explorado, deixando a sensação de potencial desperdiçado.

Pontos Positivos

  • Legendas em português
  • Apresentação fiel ao filme original. 
  • Jogabilidade rápida e divertida. 
  • Humor e propaganda militar bem integrados. 
  • Armas poderosas e satisfatórias. 
  • Estilo retro com charme próprio. 
  • Possibilidade de jogar como humano ou inseto. 
  • Cutscenes com atores do filme e muito carisma. 

Pontos Negativos

  • Missões repetitivas. 
  • Dificuldade irregular entre fases. 
  • Modo inseto pouco desenvolvido. 
  • Falta de variedade nos objetivos. 
  • Visual retro pode afastar alguns jogadores. 

🎯 Conclusão

Starship Troopers: Ultimate Bug War é um shooter divertido, exagerado e cheio de personalidade, perfeito para quem quer desligar o cérebro e explodir insetos com estilo.

Não é profundo, não é inovador e não tenta ser. É puro entretenimento retro com humor militarista e toneladas de gore.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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Minha gameplay:



#StarshipTroopers #PlayStation5 #40taoGames

sexta-feira, 3 de abril de 2026

REVIEW - INK INSIDE

Nome do Game: Ink Inside

Data de lançamento: 11 de Dezembro de 2025

Gênero: RPG

Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor: Blackfield Entertainment LLC

Estúdio: Entalto Publishing

Análise: 

🎨 Um action‑adventure com elementos de RPG, enfrentar inimigos via dodge ball (queimada).

Cada nível tem um layout diferente, incentivando o jogador a memorizar caminhos, atalhos e padrões de inimigos.

Os power‑ups ajudam a variar o ritmo, tornando cada tentativa um pouco diferente da anterior.

A jogabilidade é acessível e rápida, permitindo partidas curtas que funcionam bem.

O jogo luta contra si próprio em termos de navegação e combate, com decisões de design que tornam a experiência menos fluida. 

Apesar disso, a progressão e a estrutura dos níveis mostram boas ideias que poderiam brilhar mais com polimento adicional.

Infelizmente tive problemas no game e não consegui nem enfrentar o primeiro boss, infelizmente o jogo não avançava ao tentar encontrar um personagem que estava perdido na floresta, usei dois saves e mesmo assim persistiu no problema.

Pontos Positivos

  • Jogabilidade rápida e acessível.
  • Níveis variados com layouts diferentes.
  • Criaturas e inimigos com padrões distintos.
  • Power‑ups que mudam o ritmo da partida.
  • Progressão simples e clara.
  • Estilo visual limpo e funcional.

Pontos Negativos

  • Bugs frequentes prejudicam o ritmo.
  • Navegação e mapa pouco intuitivos.
  • Dificuldade irregular entre níveis.
  • Combate e movimento pouco precisos.
  • Falta de profundidade para um RPG.
  • Falta de Legendas em português

🎯 Conclusão

Ink Inside é um action‑adventure leve, rápido e com boas ideias, mas que sofre com muitos bugs, navegação confusa e falta de polimento.

Tem charme, tem potencial, mas não consegue manter a diversão por muito tempo devido às falhas técnicas e de design.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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Minha gameplay:


#inkinside #review #40taogames

quinta-feira, 2 de abril de 2026

REVIEW - GRIME II

Nome do Game: GRIME II

Data de lançamento: 31 de Março de 2026

Gênero: Ação / Metroidvania

Plataformas: PlayStation 5, PC e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Clover Bite

Estúdio: Kwalee Ltd

Análise: 

Mais estranho, mais brutal e mais artístico, um metroidvania soulslike que sabe exatamente o que quer ser

GRIME II pega tudo o que o primeiro jogo fez bem e empurra tudo para um nível mais ambicioso: mapas maiores, combate mais técnico, bosses mais criativos e um mundo ainda mais bizarro e desconfortável.

É um daqueles jogos que não tenta agradar todo mundo, ele quer ser estranho, quer ser denso, quer ser difícil, e nisso ele acerta em cheio.

O mapa agora é um verdadeiro metroidvania moderno: áreas enormes, caminhos alternativos, atalhos inteligentes, segredos escondidos em cada canto.

É um jogo que recompensa curiosidade de forma constante.

O sistema de absorção volta, mas agora com mais camadas: contra‑ataques mais variados, armas com estilos completamente diferentes, builds que realmente mudam a forma de jogar.

É rápido, pesado e extremamente satisfatório quando dominas o ritmo.

Se o primeiro já era estranho, GRIME II abraça o surrealismo total.

Criaturas deformadas, ambientes orgânicos, estátuas vivas, carne, pedra, metal, tudo misturado num pesadelo artístico que não parece com nada no mercado.

Cada boss é um espetáculo visual e mecânico. São lutas longas, criativas e com padrões que exigem leitura e adaptação. É o ponto mais forte do jogo.

Som opressivo, ambientes densos, silêncio desconfortável… O jogo sabe criar tensão sem precisar de jumpscares.

A liberdade é ótima, mas às vezes o jogo exagera. Há momentos em que simplesmente não sabes para onde ir e o jogo não faz questão de ajudar.

Alguns bosses são perfeitos, outros parecem feitos para te punir só porque sim. Há picos de dificuldade que quebram o ritmo.

O game tem alguns bugs mas nada que destrua a experiência, mas existem: colisões estranhas, animações que falham, quedas de FPS em áreas mais pesadas.

O lore é interessante, mas o jogo insiste em contar tudo de forma simbólica e fragmentada. Para alguns, isso é charme; para outros, frustração.

Pontos Positivos

  • Exploração muito mais aberta e interligada
  • Combate mais profundo e mais agressivo
  • Direção artística absurda
  • Bosses memoráveis
  • Trilha sonora e atmosfera impecáveis
  • Legendas em português


Pontos Negativos

  • Pode ser confuso demais
  • Dificuldade irregular
  • Alguns bugs e quedas de performance
  • História continua críptica demais

🎯 Conclusão

GRIME II é um metroidvania soulslike poderoso, artístico e brutal, que sabe exatamente o que quer ser. Não tenta ser acessível, não tenta ser “mainstream”, ele quer ser estranho, quer ser desafiador, quer ser único.

E nisso, ele entrega uma das experiências mais marcantes do género em 2026. Se gostaste do primeiro, este aqui é obrigatório. Se nunca jogaste, prepara‑te para um mundo que não te explica nada… mas te recompensa por cada descoberta.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



#grime2 #PS5 #40taogames

terça-feira, 31 de março de 2026

REVIEW - MONSTER HUNTER STORIES 3: TWISTED REFLECTION

Nome do Game: Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection

Data de lançamento: 13 de Março de 2026

Gênero: JRPG

Plataformas: Nintendo Switch 2, PC, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor:  Capcom

Estúdio: Capcom

Análise: 

Um dos RPGs mais completos e viciantes de 2026, profundo, bonito e cheio de personalidade.

Este é, sem dúvida, o Stories mais ambicioso até agora, e dá para sentir isso em cada sistema, cada Monstie e cada zona explorada.

O sistema turn‑based continua baseado no triângulo Power / Speed / Technical, mas agora está mais rápido, mais estratégico e com muito mais sinergias entre o Rider e os Monsties. É aquele tipo de combate que te faz pensar, mas sem ficar lento ou pesado.

Pela primeira vez, o teu Rider fala, reage e tem presença narrativa real. Isso muda completamente o tom do jogo, mais maduro, mais emocional e com mais impacto.

Adeus Navirou e às piadas infantis. Rudy é divertido, mas sem exageros, e encaixa muito melhor no novo tom do jogo.

O conflito entre Azuria e Vermeil é cheio de nuances, política, ecologia e personagens com motivações reais. A Princesa Eleanor é um destaque absoluto, humana, vulnerável e essencial para a narrativa.

Cada bioma parece um mini‑RPG: ecossistemas para restaurar, ovos raros para encontrar, monstros únicos, side quests com histórias pequenas mas interessantes.

É o Stories mais bonito de longe: modelos, animações, cenários, UI, tudo está num nível altíssimo.

Alguns picos de dificuldade obrigam a parar a história para fortalecer Monsties.

O jogo é profundo e cheio de sistemas e nem sempre explica tudo da melhor forma.

Há momentos com “enchimento” e subtramas que não levam a lugar algum.

Pontos Positivos

  • Legendas em Português
  • O melhor combate da série até agora
  • Protagonista adulto e com personalidade
  • Rudy é o melhor Palico da série
  • História surpreendentemente forte
  • Exploração viciante e cheia de recompensas
  • Visualmente impressionante

Pontos Negativos

  • Grinding excessivo em certos momentos
  • Onboarding pouco amigável para iniciantes
  • História perde foco em alguns capítulos

🎯 Conclusão

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é o auge da série: profundo, viciante, visualmente incrível e com uma história muito mais madura do que os anteriores.

Mesmo com algum grinding e momentos menos inspirados, é um RPG que prende do início ao fim, daqueles que dizes “só mais uma missão” e quando dás por ti passaram 3 horas.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:


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sábado, 28 de março de 2026

REVIEW - FATAL FRAME II: CRIMSON BUTTERFLY REMAKE

Nome do Game: Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake

Data de lançamento: 12 de Março de 2026 

Gênero: Survival

Plataformas: PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X

Desenvolvedor: Team Ninja 

Estúdio: Koei Tecmo Games

Análise: 

📸 Um dos maiores clássicos do terror japonês renasce — mais bonito, mais intenso, mas nem sempre melhor

O remake de Fatal Frame II chegou em 2026 como uma mistura de respeito absoluto ao original e modernização agressiva. E, jogando, dá para sentir exatamente isso: é lindo, assustador, atmosférico… mas algumas mudanças mexem com o equilíbrio que tornava o jogo tão sufocante.

A força da série sempre foi o terror psicológico, e aqui isso está mais forte do que nunca: ambientes detalhados, sons perturbadores e aquela sensação constante de que algo está atrás de ti. 

Os cenários e modelos receberam um salto enorme. O remake é visualmente deslumbrante, com iluminação moderna e ambientes muito mais densos.

A narrativa das irmãs Mio e Mayu mantém o impacto emocional e ganha novas cenas e conteúdos opcionais que expandem a história da vila de Minakami.

O combate foi retrabalhado, com novas mecânicas e upgrades mais intuitivos. Fotografar fantasmas continua tenso e único.  

A navegação e o ritmo foram melhorados, tornando o jogo menos confuso sem perder o clima de exploração. 

A troca para uma câmara mais moderna reduz parte da tensão do original, já que agora consegues ver mais do ambiente e antecipar sustos. 

Alguns fantasmas são fáceis demais, outros são irritantemente agressivos, o remake não acerta sempre no equilíbrio.

Algumas adições, como certas formas de fantasmas, acabam por quebrar o ritmo e não encaixam tão bem no estilo clássico.

Pontos Positivos

  • Atmosfera e terror continuam impecáveis
  • Visual impressionante
  • História continua poderosa
  • Camera Obscura mais fluida e moderna
  • Progressão mais clara e acessível

Pontos Negativos

  • Falta de legendas em português
  • Algumas mudanças prejudicam o terror
  • Dificuldade inconsistente
  • Novos elementos nem sempre funcionam

🎯 Conclusão

Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake é um regresso poderoso a um dos maiores clássicos do terror japonês.

É visualmente incrível, mantém a alma do original e moderniza o suficiente para atrair novos jogadores, mas algumas mudanças tiram um pouco da magia do terror sufocante.

Mesmo assim, é um remake sólido, assustador e cheio de respeito pela obra original.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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domingo, 22 de março de 2026

REVIEW - LEGACY OF KAIN: DEFIANCE REMASTERED

Nome do Game: Legacy of Kain: Defiiance Remastered

Data de lançamento: 03 de Março de 2026

Gênero: Action Adventure

Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X, PC e Nintendo Switch

Desenvolvedor: PlayEveryWare Games 

Estúdio: Crystal Dynamics

Análise: 

Visual renovado, mas fiel ao original

O jogo recebeu modelos, texturas e iluminação atualizados, mantendo o estilo gótico e decadente de Nosgoth.

Podes alternar a qualquer momento entre o visual moderno e o clássico, é um toque perfeito para fãs antigos.

Câmara modernizada

A maior melhoria de jogabilidade:

Nova câmara flutuante em terceira pessoa, muito mais confortável;

Opção de voltar à câmara fixa clássica.

Qualidade de vida moderna

O remaster inclui:

Melhor navegação com o sistema “vampire foresight navigation”;

Novo tutorial de combate;

HUD e controlos refinados;

Photo mode;

Skins alternativas;

Lore reader completo.

Conteúdo perdido restaurado

Um dos maiores destaques:

Níveis perdidos (“lost levels”) recuperados dos arquivos originais;

Acesso separado, como um “museu jogável”;

Preservados no estado original, sem modernização artificial.

Demo de The Dark Prophecy

Quem compra a edição Deluxe recebe algo histórico:

uma demo jogável do Legacy of Kain 6 cancelado em 2003.

É literalmente um pedaço de história que nunca tinha sido jogável.

Pontos Positivos

  • Alternância entre Kain e Raziel continua fantástica.
  • Combate mais fluido graças aos controlos atualizados.
  • Transições entre planos e habilidades continuam únicas.
  • Dublagem e Legenda em português

Pontos Negativos

  • A estrutura de combate ainda mostra a idade.
  • Algumas áreas continuam repetitivas.
  • A câmara, mesmo melhorada, pode atrapalhar em espaços apertados.

🎯 Conclusão

Legacy of Kain: Defiance Remastered é o remaster que os fãs esperaram durante décadas.

Não é um remake e não tenta ser. É uma restauração cuidadosa, cheia de extras, com melhorias reais e respeito absoluto pelo material original.

Para quem ama a série, é obrigatório. Para novos jogadores, é finalmente a forma ideal de entrar no capítulo final da saga Kain/Raziel.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌗

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Minha gameplay:



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sábado, 21 de março de 2026

REVIEW - CITY HUNTER

Nome do Game: City Hunter

Data de lançamento: 25 Fevereiro de 2026 

Gênero: Ação 

Plataformas: PlayStation 5, PC, Xbox Series X, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Red Art Games

Estúdio: Clouded Leopard Entertainment

Análise: 

🔫 Um clássico renascido… mas nem todo clássico merece renascer

City Hunter Remastered é aquele tipo de jogo que tu olhas e pensas: “fixe, nostalgia pura”. Mas quando começas a jogar, percebes rapidamente que isto é mesmo um produto dos anos 90, com tudo o que isso tem de bom… e de mau.

É um remaster competente, cheio de filtros, rewind, save states e extras, mas no fim do dia continua a ser um jogo curto, repetitivo e com um design de níveis que mostra a idade sem dó, só é diferente por causa do modo hard que dá até medo.

Aqui não há falhas: scanlines, rewind instantâneo, save states, arte de bastidores, opções de ecrã… tudo impecável. É, sem dúvida, a melhor forma de jogar este clássico. 

As cutscenes e o espírito “anos 80/90” continuam intactos. O jogo tem charme visual e mantém a vibe do Ryo Saeba a correr pelas ruas de Tóquio como um polícia de ação exagerado.

É aquele side‑scroll shooter básico: andar, saltar, disparar, entrar em portas. Nada complicado, nada confuso. Para quem gosta de retro puro, funciona.

Rewind, saves rápidos e navegação mais fluida tornam o jogo muito mais acessível do que era no PC Engine.

Os níveis são pequenos, mas labirínticos, repetitivos e cheios de portas que não levam a lado nenhum. A exploração é mais irritante do que divertida. 

Os inimigos reaparecem assim que sais do ecrã, os tiros vêm de fora da tua visão e os bosses morrem em segundos com o rocket launcher.

Apesar de ser City Hunter, o jogo não transmite bem o espírito da série. Tens texto, tens personagens… mas falta alma.

Pontos Positivos

  • Remaster muito bem feito  
  • Estilo anime muito bem preservado  
  • Controlo simples e direto  
  • Qualidade de vida moderna  

Pontos Negativos

  • Design de níveis fraco e confuso  
  • Combate extremamente simples  
  • É tudo muito básico e pouco inspirado. 
  • Narrativa quase inexistente  
  • Parece um jogo genérico com a skin do Ryo. 
  • Falta de legendas em português.

🎯 Conclusão

City Hunter Remastered é um daqueles casos em que o remaster é melhor do que o jogo original. Tecnicamente, está impecável. Mas o jogo em si… é curto, repetitivo e mostra claramente que veio de 1990.

Se és fã hardcore de City Hunter ou tens curiosidade histórica, vale a pena pela nostalgia. 

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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domingo, 15 de março de 2026

REVIEW - SCOTT PILGRIM EX

Nome do Game: Scott Pilgrim EX

Data de lançamento: 03 de Março de 2026 

Gênero: 2D Beat-'Em-Up

Plataformas: Xbox Series X, PlayStation 5, Nintendo Switch, PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Tribute Games 

Estúdio: Tribute Games

Análise: 

🕹️ Um beat ’em up cheio de estilo, mas preso entre nostalgia e repetição

Scott Pilgrim EX tenta ser a evolução natural do clássico de 2010, misturando nostalgia, humor e pancadaria pixelada. O problema é que, ao mesmo tempo que acerta no charme e no estilo, também tropeça em algumas escolhas de design que tornam a experiência menos consistente do que podia ser.

O visual é um dos grandes destaques. O jogo tem aquele charme retro moderno que funciona muito bem, com animações fluidas e referências visuais a clássicos dos anos 80 e 90.

As pancadas têm peso, os personagens respondem bem e cada lutador tem estilo próprio. É fácil entrar no flow e limpar grupos de inimigos com combos satisfatórios. 

A banda sonora continua a ser um dos pilares da série. O jogo mantém a energia e o espírito musical que sempre fizeram parte do universo Scott Pilgrim.

Há lutadores inspirados em jogos de luta clássicos, cada um com movimentos e ritmos diferentes, o que dá vontade de experimentar vários. 

O jogo obriga a voltar demasiadas vezes pelos mesmos cenários. Isso quebra o ritmo e torna a progressão mais cansativa do que devia. 

Apesar de ter o criador original envolvido, a narrativa não tem o mesmo impacto emocional do material original. Falta aquele toque mais pessoal e introspectivo que sempre fez parte da série.

A ideia de transformar Toronto num mapa interligado é boa, mas a execução deixa a desejar. A exploração não acrescenta muito e acaba por parecer mais um obstáculo do que uma evolução.

As quests são simples demais e não aproveitam o potencial dos personagens nem do universo.

Pontos Positivos

  • Pixel art incrível e cheio de personalidade  
  • Combate divertido e “crunchy”  
  • Trilha sonora excelente  
  • Boa variedade de personagens  
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Backtracking exagerado  
  • História superficial  
  • Mundo aberto pouco inspirado  
  • Pouca profundidade nas missões  

🎯 Conclusão

Scott Pilgrim EX é um jogo divertido, estiloso e cheio de nostalgia, mas também é limitado. Quando estás a lutar, o jogo brilha. Quando tens de andar para trás e para a frente ou seguir a história, ele perde força.

É um bom beat ’em up, mas não chega ao nível de outros trabalhos recentes da Tribute Games.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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sábado, 14 de março de 2026

REVIEW - STYX: BLADES OF GREED

Nome do Game: Styx: Blades of Greed

Data de lançamento: 19 de Fevereiro de 2026 

Gênero: Ação 3D / Stealth

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X e PC

Desenvolvedor: Cyanide  

Estúdio: Nacon

Análise: 

🗡️ O regresso do goblin mais safado e mais puro do stealth moderno

Styx: Blades of Greed é exatamente aquilo que eu queria ver num novo Styx: stealth puro, sem frescuras, sem tentar copiar Dishonored ou Hitman, e sem encher o jogo de sistemas que só atrapalham. Aqui é simples: se te veem, morres. Se fores esperto, passas. E é isso que sempre fez Styx ser diferente.

Nada de combate estiloso ou poderes exagerados. O jogo continua a ser sobre sombras, paciência e timing. E isso, para mim, é o coração da série.

A verticalidade é absurda. Há caminhos por cima, por baixo, por dentro de paredes, túneis, vigas… é um playground para quem gosta de infiltração.

Sarcástico, nojento, malandro, e é por isso que funciona. Ele dá personalidade ao jogo e torna tudo mais leve no meio da tensão.

O parkour está mais fluido, e dá gosto navegar pelos cenários sem ser visto. É o jogo onde me sinto mais “livre” dentro da série.

A Unreal Engine 5 deu um brilho enorme ao mundo. Não é perfeito, mas é o Styx mais bonito até hoje.

Às vezes os guardas parecem cegos, outras vezes veem-te a quilómetros. Isso quebra um pouco a lógica do stealth.

O combate continua fraco, e sinceramente? Ainda bem. Mas quando és apanhado, o combate é tão desajeitado que parece castigo e talvez seja mesmo.

Texturas a carregar tarde, animações que falham, inimigos que ficam presos. Nada que arruíne o jogo, mas nota-se.

Depois de umas horas, já viste quase todos os truques. 

Pontos Positivos

  • Stealth à moda antiga  
  • Níveis enormes e verticais  
  • Styx continua um personagem incrível  
  • Melhor mobilidade da série  
  • Visual muito mais polido 
  • Legendas em português 

Pontos Negativos

  • IA inconsistente  
  • Combate continua fraco  
  • Alguns bugs chatos  
  • Repetição no final  

🎯 Conclusão

Styx: Blades of Greed é, para mim, o melhor Styx até agora. Não porque seja perfeito, mas porque sabe exatamente o que quer ser: um stealth clássico, vertical, tenso e cheio de personalidade.

Se gostas de jogos onde o erro custa caro e a paciência é recompensada, este aqui é obrigatório. Se procuras ação, poderes ou combate estiloso… passa longe.

Nota 🌕🌕🌕🌗🌑

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Minha gameplay:



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terça-feira, 10 de março de 2026

REVIEW - REANIMAL

Nome do Game: REANIMAL

Data de lançamento:  13 de Fevereiro de 2026

Gênero: Ação / Aventura

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X, PC e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Tarsier Studios 

Estúdio: THQ Nordic

Descrição original: 

Os criadores originais de Little Nightmares e Little Nightmares II retornaram para levar você a uma jornada mais aterrorizante do que nunca. Neste jogo de aventura e terror cooperativo, você joga como um irmão e uma irmã que enfrentam o inferno para resgatar seus amigos desaparecidos.

Explorando de barco e por terra, você precisará usar sua inteligência para sobreviver, trabalhar em equipe para escapar da ilha infernal e enfrentar o segredo sombrio que os assombra.

Atravesse um mundo intrigante, porém assustador, onde o caminho principal é apenas uma parte da história fragmentada. Descubra diversos locais misteriosos ao longo da sua perigosa jornada, cada um com sua própria história para contar.

Análise: 

🩸 O horror mais sombrio da Tarsier Studios — cruel, sufocante e visualmente perturbador

REANIMAL é o novo jogo da Tarsier Studios, criadores de Little Nightmares, e a crítica é praticamente unânime: este é o trabalho mais brutal, mais maduro e mais emocionalmente devastador do estúdio.

Combinando puzzle‑platforming, stealth e terror psicológico, o jogo mergulha numa jornada opressiva sobre identidade, trauma e sobrevivência num mundo grotesco.

O mundo “quase intoleravelmente escuro” e criaturas grotescas que elevam o desconforto a outro nível. 

REANIMAL “pega tudo o que Tarsier aperfeiçoou e torna ainda mais cruel e implacável”.

O co‑op é um dos elementos que mais intensificam o medo e a sensação de vulnerabilidade.

A história é “horrível e sombria”, com momentos que ficam na memória. 

Várias cenas que misturam desespero, urgência e terror puro.

Os quebra‑cabeças são simples demais e não acompanham a qualidade do resto do jogo. 

O jogo é tão escuro que, por vezes, prejudica a navegação e a leitura visual. 

Apesar de mais polido, o jogo não traz grandes inovações além do tom mais cruel.

O game é “emocionalmente punitivo”, o que pode afastar jogadores mais sensíveis.

Pontos Positivos

  • Atmosfera e direção artística arrepiantes  
  • Evolução da fórmula Little Nightmares  
  • Co‑op que aumenta a tensão  
  • Narrativa emocional e perturbadora  
  • Sequências de perseguição memoráveis  
  • Legendas em português

Pontos Negativos

  • Puzzles pouco desafiantes  
  • Escuridão excessiva  
  • Não reinventa a fórmula  
  • Pode ser emocionalmente pesado demais  

🎯 Conclusão

REANIMAL é o ponto alto da Tarsier Studios: um horror artístico, sufocante e emocionalmente devastador. Não é para todos, é mais cruel, mais sombrio e mais intenso do que Little Nightmares, mas para quem aprecia terror psicológico com forte identidade visual, é um dos jogos mais marcantes de 2026.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

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Minha gameplay:



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domingo, 8 de março de 2026

REVIEW - MANAIRONS

Nome do Game: Manairons

Data de lançamento: 19 de Fevereiro de 2026 

Gênero: Plataforma 3D

Plataformas: PC, Xbox Series X, PlayStation 5, Nintendo Switch e Xbox One

Desenvolvedor: 3Cat 

Estúdio: janduSoft

Descrição original: 

Manairons é um jogo de ação e plataforma em 3D inspirado nas lendas das pequenas criaturas que vivem nos Pirenéus. Na aventura, acompanhamos Nai em sua missão para enfrentar o poderoso senhor de terras que tomou o controle de uma charmosa vila usando o poder do “canut”.

Análise: 

Manairons é um plataformer 2.5D/3D inspirado no folclore catalão e basco, desenvolvido pela 3Cat e publicado pela JanduSoft. O jogo coloca-te no papel de um manairó, uma criatura mítica minúscula, numa aventura que mistura puzzles, saltos e combate leve enquanto exploras aldeias dos Pirenéus e enfrentas temas como industrialização e perda cultural.

A crítica descreve o jogo como criativo, visualmente encantador e culturalmente rico, mas também limitado em escopo e com problemas de polimento.

O jogo baseia-se diretamente nas lendas dos manairons, criaturas mágicas da Catalunha e País Basco. A ambientação nos Pirenéus e o estilo artístico é muito original. 

As fases combinam saltos, pequenas batalhas e quebra‑cabeças simples, criando um ritmo leve e acessível. O design de níveis funciona bem dentro da proposta. 

O tom “sombrio, mas esperançoso” da música e da arte foi apontado como um dos grandes destaques, reforçando o charme do jogo.

Libertar uma aldeia da exploração e da industrialização dá ao jogo um toque ecológico e social interessante.

O sistema de combate é o elemento menos polido, com animações rígidas e impacto reduzido.

Alguns saltos e colisões não são tão consistentes quanto deveriam, o que pode frustrar em fases mais exigentes. 

A campanha é relativamente breve e não há muitos modos ou extras, o que reduz a longevidade.

O conceito folclórico é excelente, mas a narrativa e o gameplay poderiam ir mais fundo no potencial das criaturas e do mundo.

Pontos Positivos

  • Estética e identidade cultural fortes  
  • Boa mistura de plataforma e puzzles  
  • Trilha sonora e atmosfera marcantes  
  • História simples, mas cativante  

Pontos Negativos

  • Falta de legendas em português
  • Combate fraco e pouco responsivo  
  • Problemas de precisão no platforming  
  • Curto e com conteúdo limitado  
  • Algumas ideias não totalmente exploradas  

🎯 Conclusão

Manairons é um jogo de plataforma encantador, com forte identidade cultural, boa direção artística e uma aventura leve que funciona bem para quem gosta de jogos curtos e atmosféricos.

Apesar de limitações claras, especialmente no combate e no polimento técnico, o jogo destaca‑se pela originalidade e pelo charme folclórico.

Nota 🌕🌕🌕🌑🌑

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sábado, 28 de fevereiro de 2026

REVIEW - DYING LIGHT: THE BEAST

Nome do Game: Dying Light: The Beast 

Data de lançamento: 18 de Setembro de 2025 

Gênero: Survival

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series S/X e PC

Desenvolvedor: Techland

Estúdio: Techland

Análise: 

🧟‍♂️ Parkour, brutalidade e a maior reinvenção da série desde o primeiro jogo

Dying Light: The Beast marca o retorno da Techland ao universo de parkour e horror, mas com uma reviravolta: desta vez, o protagonista é um humano infundido com DNA de criatura, ganhando habilidades monstruosas que mudam completamente o ritmo do combate.

O jogo é mais intenso, mais focado e mais selvagem do que Dying Light 2, ao mesmo tempo em que recupera a alma do original.

A nova forma híbrida permite arrancar cabeças com as mãos, dilacerar inimigos e executar ataques animalescos. A crítica descreve isso como “satisfatório e perturbador ao mesmo tempo”. 

Mesmo após tantos anos, correr por telhados, saltar entre prédios e fugir de Volatiles continua emocionante. O jogo mantém a fluidez e o ritmo que definiram a série.

Apesar de menor que Villedor, o novo mapa é mais concentrado, cheio de detalhes e com melhor ritmo de exploração. GamesRadar+ chamou-o de “um sandbox de horror surpreendentemente profundo”. 

A presença do protagonista clássico dá peso emocional e nostalgia, algo muito elogiado por várias reviews. 

Missões secundárias têm mais personalidade e variedade, com destaque para encontros únicos e bosses especiais. 

Certos movimentos e interações ainda parecem “escorregadios”, especialmente em combate mais apertado. 

O mundo aberto, apesar de denso, às vezes se estende além do necessário. 

O jogo é mais uma “destilação” do que uma revolução, o que pode desapontar quem esperava algo totalmente novo. 

A forma “Beast” é tão forte que, em alguns momentos, o jogo perde parte da tensão tradicional da série. 

✅ Pontos Positivos

  • Combate brutal e satisfatório  
  • Parkour ainda no topo do género  
  • Mundo mais vivo e denso  
  • História mais focada e com o retorno de Kyle Crane  
  • Side quests ricas e bem construídas  
  • Dublagem em Português

❌ Pontos Negativos

  • Alguns controles continuam inconsistentes  
  • Mapa pode parecer grande demais  
  • Não reinventa a fórmula  
  • Poderes podem quebrar o equilíbrio  

🎯 Conclusão

Dying Light: The Beast é o melhor jogo da série desde o original, combinando parkour de excelência, combate visceral e uma atmosfera de horror mais intensa.

Não é uma revolução total, mas é uma evolução poderosa, com identidade própria e momentos memoráveis.

Para fãs de ação brutal, exploração vertical e noites aterrorizantes, é um dos grandes lançamentos do género.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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