terça-feira, 1 de setembro de 2026

Mexican Ninja Review: Vale a Pena? Análise Completa

 

REVIEW - Mexican Ninja

Nome do Game: Mexican Ninja

Data de lançamento: 20 de agosto de 2026

Gênero: Ação / Beat 'em up / Roguelite

Plataformas: PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e Nintendo Switch

Desenvolvedor: Madbricks

Estúdio/Publisher: Amber Studio


Análise

Vou começar sendo sincero: Mexican Ninja é um daqueles jogos que você olha e pensa "que ideia maluca é essa?".

E talvez seja justamente por isso que ele chama tanta atenção.

O jogo mistura cultura mexicana, referências japonesas, ninjas, crime organizado e uma boa dose de humor absurdo em um mundo chamado Nuevo Tokyo.

Aqui, Narcos e Yakuza se juntaram para formar os Narkuzas, um novo grupo que tomou conta da cidade.

E quem vai tentar colocar um fim nessa bagunça?

Exatamente.

O Mexican Ninja.

A história não tenta ser complicada. Ela serve muito mais como uma desculpa para colocar você no meio da confusão e começar a distribuir espadadas.

E, sinceramente, funciona.

Um beat 'em up com roguelite

A primeira coisa que você precisa saber sobre Mexican Ninja é que ele não é apenas um beat 'em up tradicional.

O jogo mistura a pancadaria clássica dos arcades com uma estrutura de roguelite.

Isso significa que você vai entrar em uma partida, enfrentar inimigos, conseguir melhorias, desbloquear novas possibilidades e tentar chegar cada vez mais longe.

Quando morrer, começa novamente.

Mas não volta exatamente para o ponto zero.

Você leva parte da evolução para a próxima tentativa e pode continuar melhorando seu personagem.

E isso cria aquela sensação perigosa de:

"Vou fazer só mais uma."

Aí você olha para o relógio e percebe que já passou muito mais tempo do que imaginava.

O combate é onde o jogo realmente brilha

Se tem uma coisa que Mexican Ninja entende é que um beat 'em up precisa ser divertido de jogar.

Os combates são rápidos e permitem combinar ataques leves e pesados, além de usar habilidades especiais chamadas Mexican Jutsus.

E são justamente esses poderes que deixam as batalhas muito mais caóticas.

Você pode estar enfrentando alguns inimigos tranquilamente e, de repente, a tela começa a ficar cheia de efeitos, explosões e adversários voando para todos os lados.

É exagerado?

Muito.

Mas esse é justamente o ponto.

O jogo não está tentando ser realista.

Ele quer ser absurdo.

E quanto mais você avança e desbloqueia novas habilidades, mais interessante fica experimentar diferentes combinações.

Cada run pode ficar diferente

Uma das coisas mais legais do sistema de roguelite é a possibilidade de montar diferentes builds.

Durante as partidas, você encontra melhorias que podem alterar bastante o desempenho do personagem.

Isso faz com que você comece a pensar não apenas em qual inimigo atacar, mas também em qual combinação de habilidades faz mais sentido para aquela tentativa.

E quando algumas melhorias começam a conversar entre si, o combate fica ainda mais divertido.

Você começa com um personagem relativamente simples e, depois de algumas escolhas certas, pode terminar a partida fazendo uma verdadeira bagunça na tela.

É uma progressão que recompensa bastante quem gosta de testar possibilidades.

Nuevo Tokyo é completamente maluco

O mundo de Mexican Ninja talvez seja uma das coisas mais diferentes do jogo.

Imagine uma cidade que mistura elementos mexicanos e japoneses e coloque no meio disso uma guerra contra uma organização formada pela fusão entre Narcos e Yakuza.

É estranho?

Sim.

Mas também dá ao jogo uma identidade própria.

A apresentação aposta em personagens caricatos, cenários coloridos e uma estética que lembra bastante histórias em quadrinhos.

Isso combina com o humor exagerado e com a violência cartunesca dos combates.

É difícil confundir Mexican Ninja com outro jogo.

E isso é uma qualidade importante.

Em um mercado cheio de roguelites, conseguir ter uma identidade própria já é um grande passo.

O humor vai dividir opiniões

Agora vem um ponto que precisa ser falado.

O humor de Mexican Ninja é bem exagerado.

E quando digo exagerado, é exagerado mesmo.

O jogo aposta em palavrões, situações absurdas, piadas de gosto duvidoso e momentos que claramente querem provocar uma reação.

Algumas piadas funcionam muito bem porque combinam com toda a loucura do jogo.

Outras podem simplesmente não funcionar para você.

E acho que isso vai depender bastante do seu tipo de humor.

Se você gosta de comédia mais absurda e não se incomoda com conteúdo mais pesado, provavelmente vai entrar na brincadeira.

Agora, se esse tipo de humor não é para você, algumas partes podem acabar sendo mais irritantes do que engraçadas.

Explorar também vale a pena

Apesar de a pancadaria ser o foco principal, Mexican Ninja também coloca algumas pequenas surpresas pelo caminho.

Existem caminhos escondidos, estátuas que podem oferecer melhorias, objetivos secundários e personagens que podem aparecer durante as fases.

Esses elementos ajudam a quebrar um pouco a sequência de simplesmente avançar e bater em tudo que aparece pela frente.

Também existem diferentes roupas para desbloquear.

E o interessante é que elas não servem apenas para mudar a aparência.

Algumas oferecem vantagens e bônus diferentes.

Isso dá mais um motivo para explorar e completar determinadas tarefas durante as runs.

Os chefes são um bom destaque

As batalhas contra chefes são outro ponto que merece atenção.

Eles conseguem mudar um pouco o ritmo da partida e obrigam você a prestar mais atenção nos ataques.

Não basta simplesmente chegar perto e apertar o botão de ataque.

Você precisa observar o que o chefe está fazendo e encontrar uma oportunidade para atacar.

E quando você finalmente entende o padrão e consegue derrotá-lo, existe aquela sensação boa de:

"Agora foi!"

É exatamente esse tipo de pequena vitória que combina muito bem com a estrutura de roguelite.

Mas existe repetição

Agora, nem tudo é perfeito.

A estrutura do jogo pode ficar repetitiva depois de algumas horas.

Você vai passar por áreas que começam a parecer familiares e enfrentar inimigos que já conhece.

Isso é algo que pode pesar mais dependendo do quanto você gosta de repetir fases.

O problema não é exatamente repetir.

Afinal, isso faz parte do gênero.

A questão é que Mexican Ninja nem sempre consegue fazer cada nova tentativa parecer tão diferente quanto poderia.

As builds ajudam bastante, mas eu gostaria de encontrar mais variedade nos inimigos, nas fases e nos desafios.

Isso deixaria as runs ainda mais interessantes.

A progressão poderia ser mais profunda

Outro ponto que senti é que algumas melhorias poderiam ter um impacto maior na maneira como você joga.

Você consegue ficar mais forte, desbloquear novos golpes e experimentar combinações diferentes, mas nem sempre existe aquela sensação de ter criado uma build completamente absurda e única.

E esse é justamente um dos momentos que fazem alguns roguelites serem tão viciantes.

Quando você encontra uma combinação que transforma completamente seu personagem, a vontade de continuar jogando aumenta muito.

Mexican Ninja chega perto disso, mas poderia ir ainda mais longe.

Mesmo assim, o sistema funciona e ajuda bastante a manter o interesse durante as partidas.


✅ Pontos Positivos

  • Combate rápido e divertido.
  • Boa mistura de beat 'em up com roguelite.
  • Mexican Jutsus deixam as batalhas mais caóticas.
  • Visual colorido e cheio de personalidade.
  • Mundo de Nuevo Tokyo é bastante original.
  • Diferentes builds e melhorias.
  • Chefes interessantes.
  • Roupas desbloqueáveis com bônus.
  • Caminhos secretos e objetivos secundários.
  • Humor absurdo combina com a proposta.
  • Boa sensação de progressão.
  • Fácil de começar e difícil de dominar completamente.
  • Legendas em português

❌ Pontos Negativos

  • Algumas fases podem ficar repetitivas.
  • Variedade de inimigos poderia ser maior.
  • Algumas builds poderiam ser mais profundas.
  • O humor pode não agradar todo mundo.
  • Algumas armadilhas são difíceis de perceber durante a ação.
  • A quantidade de efeitos na tela pode deixar certos combates confusos.
  • A progressão poderia oferecer combinações ainda mais impactantes.

🎯 Conclusão

Mexican Ninja é um jogo que provavelmente vai dividir opiniões pelo seu estilo, mas uma coisa eu preciso reconhecer: ele tem personalidade.

Em um gênero cheio de jogos parecidos, criar um mundo como Nuevo Tokyo e misturar tudo isso com beat 'em up, roguelite e um humor completamente sem filtro faz com que seja fácil lembrar dele.

Mas a melhor parte está mesmo nos combates.

A pancadaria é rápida, os combos são divertidos e os Mexican Jutsus conseguem transformar algumas batalhas em uma verdadeira loucura.

E quando você começa a desbloquear melhorias e testar diferentes builds, fica ainda mais gostoso tentar uma nova run.

Claro que a repetição aparece e eu gostaria de encontrar mais variedade nas fases, inimigos e possibilidades de evolução.

Mas isso não impede que Mexican Ninja seja uma experiência divertida.

Se você gosta de beat 'em ups, roguelites, jogos de ação e experiências diferentes, acho que vale dar uma chance.

Principalmente se você estiver procurando algo que não tenha medo de ser estranho.

Porque Mexican Ninja definitivamente não tem.

Ele sabe que é exagerado, sabe que é absurdo e transforma isso em parte da própria identidade.

E talvez seja justamente essa loucura que faça você querer voltar para Nuevo Tokyo depois de cada derrota.


E o que você achou do game?

Você já jogou Mexican Ninja?

Quero saber o que você achou dessa mistura completamente maluca entre México, Japão, ninjas e roguelite.

E principalmente: você curtiu o humor do jogo ou achou exagerado demais?

Não esqueça de fazer um comentário! 👇


🎮 Minha gameplay

Confira também a minha gameplay de Mexican Ninja e veja na prática os combates, os Mexican Jutsus, as builds e toda a loucura de Nuevo Tokyo.

Minha gameplay:





⭐ Nota

sábado, 29 de agosto de 2026

Grim Trials Review: Vale a Pena? Análise Completa

 

REVIEW - Grim Trials

Nome do Game: Grim Trials

Data de lançamento: 20 de agosto de 2026

Gênero: Ação / RPG / Roguelite

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Glory Jam

Estúdio: Soft Source


Análise

Sabe aquele tipo de jogo que mistura ação rápida, monstros, evolução de personagem e aquela sensação de "só mais uma tentativa"?

Grim Trials entra exatamente nessa categoria.

O jogo coloca você no controle de Avelin, uma jovem que morreu cedo demais e acaba sendo recrutada para se tornar uma das ceifadoras da Morte. Agora, ela precisa enfrentar diferentes desafios no além-vida enquanto tenta descobrir mais sobre sua própria história e encontrar uma forma de voltar para a pessoa que ama.

E olha, a ideia já chama atenção.

Você está literalmente morto, mas isso não significa que a aventura acabou.

Na verdade, é aí que ela começa.

Uma mistura interessante de ação e roguelite

A base de Grim Trials está no combate.

O jogo mistura ataques de curta e longa distância e permite que Avelin utilize armas como foices e bestas durante as batalhas. Você também pode melhorar e personalizar seus equipamentos para criar diferentes formas de enfrentar os inimigos.

E isso deixa os combates bem dinâmicos.

Você pode partir para cima dos inimigos usando a foice ou manter um pouco mais de distância e utilizar a besta.

Mas não pense que basta atacar sem parar.

Conforme você avança, os inimigos começam a ocupar mais espaço na arena e você precisa prestar atenção nos ataques, nas armadilhas e na posição dos adversários.

É aquele tipo de combate em que ficar parado por alguns segundos pode ser o suficiente para transformar uma boa tentativa em uma derrota.

Cada tentativa é uma nova oportunidade

Se você já jogou algum roguelite, sabe exatamente o que esperar.

Você entra em uma área, enfrenta inimigos, consegue recursos, encontra melhorias e tenta chegar cada vez mais longe.

Quando Avelin morre, a aventura não simplesmente termina.

Você leva parte da experiência e dos materiais conquistados para as próximas tentativas, permitindo melhorar sua personagem e seus equipamentos aos poucos.

E esse sistema funciona justamente porque faz cada derrota parecer um pouco menos frustrante.

Você pode pensar:

"Ok, dessa vez não deu. Mas agora eu sei o que fazer."

E começa novamente.

É uma estrutura simples, mas que consegue prender bastante quando você começa a perceber que está ficando mais forte e também entendendo melhor os inimigos.

O além-vida tem muita coisa para esconder

Uma das coisas que gostei em Grim Trials é que a aventura não acontece simplesmente em uma sequência de corredores.

O jogo utiliza arenas em formato de hexágonos, cheias de monstros, armadilhas e almas pecadoras. Ao longo da aventura, você também enfrenta chefes importantes que colocam suas habilidades à prova.

Isso ajuda a deixar os combates mais interessantes.

Você não precisa olhar apenas para os inimigos.

Também precisa prestar atenção no espaço onde está lutando.

Uma armadilha no lugar errado pode complicar bastante uma batalha que parecia fácil.

E quando vários inimigos aparecem ao mesmo tempo, controlar o espaço ao redor da personagem passa a ser tão importante quanto causar dano.

A história ajuda a dar um motivo para continuar

Aqui temos outro ponto que achei interessante.

Normalmente, em um roguelite, a gente acaba ficando muito focado na próxima melhoria, na próxima arma ou simplesmente em chegar mais longe.

Grim Trials tenta colocar uma história por trás de tudo isso.

Avelin precisa passar pelos testes para se tornar uma ceifadora de verdade, mas também está tentando descobrir mais sobre sua própria morte e cumprir uma promessa relacionada à pessoa que ama.

Isso dá um objetivo maior para a aventura.

Você não está apenas entrando em uma arena porque precisa derrotar mais alguns inimigos.

Existe uma razão para Avelin continuar.

E eu gosto quando um jogo consegue equilibrar bem a ação com uma história que dá contexto para aquilo que estamos fazendo.

As armas fazem diferença

A possibilidade de personalizar equipamentos também ajuda bastante.

Você pode trabalhar diferentes combinações de armas e habilidades para encontrar um estilo que combine melhor com a sua maneira de jogar.

A foice é perfeita para quem gosta de ficar mais perto dos inimigos.

Já a besta permite trabalhar melhor a distância.

E ainda existem as chamadas Blessings, poderes ligados aos deuses da Morte que podem mudar bastante a forma como uma tentativa se desenvolve.

É aqui que começa aquela parte gostosa de experimentar.

Você encontra uma melhoria e pensa:

"Será que consigo montar uma build boa com isso?"

Às vezes funciona muito bem.

Às vezes...

Bom, às vezes você descobre da pior maneira possível que aquela combinação não era tão boa assim.

Mas faz parte.

O estilo visual combina muito com a proposta

Outro detalhe que chama atenção é a identidade visual.

Grim Trials aposta em uma estética sombria, com uma mistura de fantasia e elementos de heavy metal que combina muito bem com a proposta do jogo.

A trilha sonora também segue essa direção e ajuda a deixar os combates ainda mais intensos.

E isso é importante porque o jogo passa boa parte do tempo colocando você em situações de combate.

Se a música não acompanhasse essa energia, provavelmente a experiência perderia bastante impacto.

Aqui, pelo contrário, ela ajuda a criar o clima.

Onde Grim Trials poderia melhorar?

Apesar de ter uma proposta interessante, nem tudo funciona perfeitamente.

A estrutura de roguelite pode acabar ficando repetitiva depois de muitas tentativas, principalmente quando você já conhece bem determinados encontros.

E esse é um risco comum nesse tipo de jogo.

A graça está justamente em repetir a experiência para conseguir algo novo, ficar mais forte e chegar mais longe.

Mas quando as recompensas não conseguem surpreender tanto quanto você gostaria, aquela vontade de fazer "só mais uma tentativa" pode diminuir.

Também acredito que existe espaço para deixar algumas armas e habilidades ainda mais diferentes entre si.

Quanto maior a variedade de builds realmente viáveis, mais interessante fica experimentar novas combinações.

Ainda assim, isso não apaga o que Grim Trials faz de bom.

A base é divertida e existe uma boa estrutura para quem gosta desse estilo de jogo.


✅ Pontos Positivos

  • Combate rápido e divertido.
  • Mistura de ataques corpo a corpo e à distância.
  • Foices e bestas oferecem estilos diferentes de combate.
  • Sistema de evolução funciona bem.
  • Personalização de armas e equipamentos.
  • As Blessings ajudam a criar diferentes combinações.
  • Arenas com inimigos, armadilhas e desafios.
  • Boa atmosfera sombria.
  • Trilha sonora combina com a proposta.
  • História dá mais sentido à jornada de Avelin.
  • Estrutura de roguelite incentiva novas tentativas.
  • Boa quantidade de conteúdo para quem gosta do gênero.

❌ Pontos Negativos

  • Algumas partes podem ficar repetitivas depois de várias tentativas.
  • Algumas armas poderiam ter diferenças mais marcantes.
  • O sistema de recompensas poderia oferecer mais surpresas.
  • A dificuldade pode afastar quem prefere jogos mais tranquilos.
  • Algumas mecânicas poderiam ter mais profundidade.
  • O progresso pode demorar um pouco para engrenar.

🎯 Conclusão

Grim Trials é um daqueles jogos que consegue misturar várias ideias conhecidas e transformar tudo em uma experiência que funciona bem.

A ação é rápida, as batalhas exigem atenção e o sistema de roguelite faz você querer tentar novamente depois de cada derrota.

E a história de Avelin ajuda bastante.

Você não está simplesmente enfrentando monstros sem motivo. Existe uma personagem com uma história, uma promessa e um objetivo que fazem você querer descobrir o que vem depois.

Também gostei da possibilidade de combinar armas, equipamentos e Blessings para encontrar diferentes formas de jogar.

Claro que ainda existem alguns pontos que poderiam ser melhores, principalmente quando falamos de variedade e repetição depois de muitas partidas.

Mas, no geral, Grim Trials entrega uma experiência divertida para quem gosta de ação, RPG e roguelites.

Se você curte jogos em que morrer faz parte do aprendizado, gosta de testar builds diferentes e não se importa em repetir uma aventura para ficar cada vez mais forte, esse é um jogo que merece entrar no seu radar.

E talvez a melhor parte seja justamente essa:

Você pode perder uma batalha, voltar para o começo e pensar que agora vai ser diferente.

E aí começa tudo de novo.

Só que dessa vez você está um pouco mais preparado.


E o que você achou do game?

Você já jogou Grim Trials?

Quero saber se você curtiu essa mistura de ação, RPG e roguelite e qual arma ou combinação você mais gostou de usar.

Não esqueça de fazer um comentário! 👇


🎮 Minha gameplay

Confira também a minha gameplay de Grim Trials e veja na prática como funcionam os combates, as armas, as Blessings e toda a aventura de Avelin.

Minha gameplay:




⭐ Nota



sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Akatori Review: Vale a Pena? Análise do Metroidvania

REVIEW - Truxton Extreme

Nome do Game: Akatori

Data de lançamento: 5 de agosto de 2026 no PC / 12 de agosto de 2026 no PlayStation 5 e Xbox Series X|S

Gênero: Ação / Plataforma / Metroidvania

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2

Desenvolvedor: Contrast Games

Estúdio/Publisher: Games Harbor e Esprit Games


Análise

Sabe aquele tipo de jogo que chama sua atenção primeiro pelo visual e, quando você começa a jogar, percebe que tem muito mais por trás?

Foi exatamente essa sensação que Akatori me passou.

O jogo mistura plataforma de ação com elementos de metroidvania e coloca você no controle de Mako, uma jovem criada no Templo da Fênix que precisa atravessar diferentes mundos para tentar impedir as chamadas Tempestades Âmbar, que estão destruindo e distorcendo tudo pelo caminho.

E o mais interessante é que o jogo não depende apenas de combate.

O movimento é uma parte enorme da experiência.

Um metroidvania diferente

Em Akatori, o cajado que Mako carrega não serve apenas para bater nos inimigos.

Ele também é uma das principais ferramentas para explorar o mundo.

E isso muda bastante a forma como você se movimenta.

Você pode usar o cajado para atacar, atravessar obstáculos e alcançar lugares que inicialmente parecem impossíveis. Conforme novas habilidades são desbloqueadas, áreas que antes estavam fora do seu alcance começam a fazer sentido.

É aquela velha e boa sensação de metroidvania:

"Espera... eu já passei por aqui!"

Aí você lembra de um lugar que não conseguia acessar antes e volta para descobrir o que estava escondido.

É justamente esse tipo de exploração que faz Akatori funcionar tão bem.

O combate é rápido e direto

Se tem uma coisa que o jogo não deixa ficar parada é a ação.

Mako é bastante ágil e o combate acompanha esse ritmo.

Os ataques são rápidos e o cajado acaba se tornando praticamente uma extensão da personagem. Você não fica simplesmente parado apertando o botão de ataque. É preciso se movimentar, pular e aproveitar o espaço ao seu redor.

E isso combina muito bem com a proposta do jogo.

A sensação é de que você está sempre fazendo alguma coisa.

Mesmo durante a exploração, o movimento continua sendo importante.

Você corre, pula, ataca, atravessa obstáculos e tenta descobrir qual é o melhor caminho para chegar ao próximo ponto.

É uma combinação que deixa a experiência bem dinâmica.

O visual é um dos grandes destaques

Aqui é difícil não falar de Akatori.

O jogo tem um visual 2.5D muito bonito, com cenários coloridos, personagens em pixel art e mundos que conseguem transmitir uma identidade própria.

Não é simplesmente aquele visual retrô colocado ali para parecer nostálgico.

Existe bastante cuidado na construção dos ambientes.

As diferentes áreas possuem suas próprias características e ajudam a criar a sensação de que Mako realmente está viajando por mundos diferentes.

E os efeitos das Tempestades Âmbar também ajudam a dar personalidade ao universo.

É um daqueles jogos em que, vez ou outra, você provavelmente vai parar por alguns segundos só para olhar o cenário.

Uma história simples, mas que funciona

A aventura acompanha Mako em uma missão para salvar os mundos afetados pelas Tempestades Âmbar.

No caminho, ela conta com a ajuda de uma misteriosa ave vermelha chamada Akatori.

E aqui existe uma ideia bem interessante: o pássaro pode se transformar no cajado utilizado por Mako.

Isso faz com que o companheiro não seja apenas alguém que acompanha a protagonista durante a história.

Ele também está diretamente ligado à maneira como você joga.

A relação entre os dois vai sendo desenvolvida ao longo da aventura, enquanto você descobre mais sobre esse mundo e sobre o que está acontecendo.

Não espere uma história gigantesca cheia de reviravoltas.

A força de Akatori está muito mais na combinação entre exploração, movimento e descoberta.

Explorar é tão importante quanto lutar

Uma coisa que gostei bastante é que o jogo não trata a exploração apenas como um caminho para chegar à próxima batalha.

Existem segredos, áreas escondidas e caminhos que você só consegue acessar depois de adquirir determinadas habilidades.

Isso incentiva bastante a voltar para lugares que você já visitou.

E é exatamente isso que eu espero de um bom metroidvania.

Você começa olhando para um obstáculo pensando:

"Como é que eu vou passar por isso?"

Depois consegue uma nova habilidade e percebe:

"Ahhh... então era para fazer isso!"

Essa pequena sensação de descoberta é uma das melhores partes da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente

Apesar de Akatori ter bastante personalidade, existem alguns pontos que poderiam ser melhores.

A própria estrutura de exploração pode fazer com que algumas partes pareçam um pouco repetitivas, principalmente quando você começa a revisitar áreas já conhecidas.

O sistema de progressão também poderia entregar recompensas mais interessantes em alguns momentos.

E, dependendo do jogador, a aventura pode parecer curta quando comparada com outros metroidvanias mais focados em conteúdo e exploração.

Isso não significa que falte diversão.

É mais uma questão de expectativa.

Se você está entrando esperando uma experiência gigantesca com dezenas de horas de conteúdo, talvez Akatori não entregue exatamente isso.

Agora, se você procura uma aventura mais focada, com bastante atenção ao movimento, combate e exploração, a proposta funciona muito melhor.

Para quem Akatori é indicado?

Eu recomendaria Akatori principalmente para quem gosta de metroidvanias e jogos de plataforma com bastante movimento.

Se você curte descobrir novos caminhos, voltar para áreas antigas e encontrar segredos depois de desbloquear uma habilidade nova, tem bastante coisa aqui para gostar.

Também é uma boa opção para quem procura algo diferente dos grandes lançamentos.

Porque uma das melhores coisas de jogos independentes é justamente encontrar experiências que tentam fazer as coisas do seu próprio jeito.

E Akatori tem personalidade.

Ele sabe o tipo de jogo que quer ser e não tenta complicar demais a fórmula.


✅ Pontos Positivos

  • Visual 2.5D muito bonito.
  • Pixel art cheia de personalidade.
  • Combate rápido e fácil de aprender.
  • Sistema de movimentação muito divertido.
  • O cajado é usado tanto para combate quanto para exploração.
  • Boa mistura de ação, plataforma e metroidvania.
  • Mundos com identidade visual própria.
  • Exploração recompensa quem gosta de procurar segredos.
  • Mako é uma protagonista carismática.
  • A relação entre Mako e Akatori ajuda a dar personalidade à aventura.
  • Boa opção para quem gosta de jogos independentes.
  • Legendas em português

❌ Pontos Negativos

  • Algumas áreas podem parecer repetitivas durante a exploração.
  • O sistema de recompensas poderia ser mais interessante.
  • A aventura pode parecer curta para quem espera um metroidvania muito grande.
  • Alguns momentos poderiam ter mais variedade.
  • Quem procura uma história extremamente profunda pode achar a narrativa simples.

🎯 Conclusão

Akatori é aquele tipo de jogo que não precisa reinventar o gênero para conseguir chamar atenção.

Ele pega elementos conhecidos dos metroidvanias, coloca uma boa dose de plataforma e combate rápido e acrescenta uma mecânica de movimentação que acaba sendo um dos seus maiores destaques.

O resultado é uma aventura gostosa de jogar, principalmente para quem gosta de explorar, descobrir caminhos escondidos e desbloquear novas habilidades.

E o visual ajuda muito.

A pixel art é bonita, os mundos têm personalidade e a combinação entre o estilo 2D e os elementos em profundidade deixa tudo ainda mais interessante.

Claro que existem alguns problemas. A exploração pode ficar repetitiva em determinados momentos e eu gostaria de ver mais variedade nas recompensas e nos desafios.

Mas isso não tira o mérito do jogo.

Akatori é uma aventura divertida, bonita e com personalidade própria.

Se você gosta de metroidvania, jogos de plataforma e aventuras em pixel art, vale colocar esse aqui no radar.

E, sinceramente, uma das coisas que mais gostei é que o jogo consegue fazer você querer continuar explorando simplesmente para descobrir o que existe depois daquela próxima porta.

E para mim, quando um metroidvania consegue despertar essa curiosidade, já está fazendo muita coisa certa.


E o que você achou do game?

Você já jogou Akatori?

Quero saber o que você achou do visual, do combate e principalmente dessa ideia de usar o cajado tanto para lutar quanto para explorar.

Não esqueça de fazer um comentário! 👇


🎮 Minha gameplay

Confira também a minha gameplay de Akatori e veja na prática como estão o combate, a movimentação, a exploração e os diferentes mundos do jogo.

Minha gameplay:




⭐ Nota



domingo, 23 de agosto de 2026

Truxton Extreme Review: Vale a Pena? Análise Completa

 

REVIEW - Truxton Extreme

Nome do Game: Truxton Extreme

Data de lançamento: 30 de julho de 2026

Gênero: Shoot 'em up vertical / Bullet Hell / Arcade

Plataformas: PlayStation 5, PC, Nintendo Switch 2 e Xbox Series X

Desenvolvedor: Tatsujin

Estúdio/Publisher: Clear River Games


Análise

Se você gosta daqueles jogos que não precisam de mil explicações para começar a diversão, Truxton Extreme já deixa bem claro o que veio fazer: colocar você no meio de uma chuva de tiros, inimigos gigantes e explosões sem dar muito tempo para respirar.

E olha... ele consegue fazer isso muito bem.

Para quem não conhece a franquia, Truxton é uma série clássica de shoot 'em up que nasceu nos arcades. Agora, Truxton Extreme tenta levar essa fórmula para os dias atuais sem esquecer aquilo que fez os jogos antigos serem tão marcantes.

A diferença é que agora tudo está muito mais bonito.

O jogo aposta em uma apresentação totalmente em 3D, mas mantém aquele estilo exagerado dos inimigos e das batalhas. Você vai encontrar criaturas com aparência de insetos, máquinas gigantes, tentáculos metálicos e chefes enormes ocupando boa parte da tela.

E é justamente quando a tela começa a ficar cheia que o jogo mostra sua verdadeira personalidade.

Uma chuva de tiros que não perdoa

Se você está procurando um jogo tranquilo para jogar enquanto conversa com alguém, talvez Truxton Extreme não seja a melhor escolha.

Agora, se você gosta de desafio... aí a conversa muda.

A jogabilidade é rápida, precisa e exige bastante atenção. Você precisa decorar padrões, entender os movimentos dos inimigos e escolher bem quando atacar ou quando simplesmente sair da frente.

E não pense que basta ficar segurando o botão de tiro.

O jogo oferece diferentes armas, como Power Shot, Truxton Beam, Thunder Laser, Homing Shot e Star-mine Shot. Cada uma tem sua utilidade e escolher a arma certa pode fazer uma diferença enorme durante as fases.

É aquele tipo de jogo em que você morre, pensa "agora eu já sei o que fazer" e tenta novamente.

E morre de novo.

Mas dessa vez você chega um pouco mais longe.

Essa sensação de evolução é uma das melhores coisas de Truxton Extreme.

Visual moderno sem perder a identidade

Uma coisa que gostei bastante é que o jogo não tenta simplesmente copiar o visual dos clássicos.

Truxton Extreme traz gráficos em 3D, mas mantém vários elementos que lembram diretamente a identidade da franquia. O resultado é uma mistura interessante entre o visual moderno e aquele clima de arcade que os fãs antigos provavelmente vão reconhecer rapidamente.

E quando aparecem os chefes gigantes, o espetáculo fica ainda melhor.

Tem muita coisa acontecendo na tela, mas o jogo consegue manter a ação relativamente clara. Isso é muito importante em um shoot 'em up, porque de nada adianta ter gráficos bonitos se você não consegue enxergar de onde está vindo o tiro que vai acabar com a sua partida.

A trilha sonora é um dos destaques

Aqui temos outro ponto que merece bastante atenção.

A música combina muito bem com o ritmo das fases e ajuda a criar aquela sensação de estar jogando um arcade moderno.

E existe um detalhe bem legal para os fãs da série: Masahiro Yuge, uma das figuras mais importantes da história de Truxton e da Toaplan, retorna para trabalhar na trilha sonora. O jogo também traz músicas novas e versões de temas clássicos.

Isso ajuda bastante a manter a identidade da franquia.

É aquele tipo de trilha que faz você sentir que alguma coisa muito grande está prestes a acontecer.

E normalmente está mesmo.

Tem conteúdo para jogar sozinho ou acompanhado

Outro ponto interessante é que Truxton Extreme não fica preso a apenas um modo.

O principal é o Story Mode, que acompanha três personagens e traz evolução durante a campanha, além de uma história apresentada também através de um mangá animado.

Para quem prefere a experiência mais tradicional, existe o Arcade Mode.

Também temos o modo Team, que permite jogar com outra pessoa compartilhando vidas e pontuação, além de Arena, Training e Tutorial.

Ou seja, existe bastante coisa para experimentar.

E isso é importante porque jogos desse gênero costumam depender muito da vontade do jogador de melhorar a própria pontuação e dominar as fases.

Onde Truxton Extreme poderia melhorar?

Nem tudo funciona perfeitamente.

Uma das críticas que apareceu em algumas análises é que as campanhas podem acabar ficando repetitivas. A estrutura funciona, mas algumas fases não conseguem entregar a mesma variedade que você esperaria de um jogo desse tamanho.

E esse é um ponto que eu também considero importante.

No começo, a sensação de descobrir os inimigos, armas e padrões é muito boa. Mas depois de algumas horas, você pode começar a sentir que gostaria de ver mais mudanças entre as campanhas.

Outra questão é a dificuldade.

Para quem já está acostumado com shoot 'em ups, provavelmente será uma experiência muito divertida. Mas quem está chegando agora ao gênero pode levar algumas boas pancadas até entender como o jogo funciona.

E quando eu digo pancadas, é literalmente.

O Metacritic mostra justamente essa divisão: apesar da recepção geral positiva, algumas análises destacam que o nível de desafio pode afastar jogadores menos acostumados ao gênero.

Ainda assim, acho que isso faz parte da proposta.

Truxton Extreme não quer ser fácil. Ele quer que você aprenda.

E quando você finalmente consegue passar daquela parte que estava te destruindo, a sensação é muito boa.


✅ Pontos Positivos

  • Jogabilidade rápida, precisa e desafiadora.
  • Ótima variedade de armas.
  • Chefes gigantes e batalhas bem intensas.
  • Visual 3D moderno sem abandonar a identidade clássica.
  • Trilha sonora excelente.
  • Retorno de Masahiro Yuge na música.
  • Vários modos de jogo.
  • Campanha com três personagens.
  • Modo cooperativo local.
  • Sistema que recompensa quem aprende os padrões das fases.
  • Boa opção para fãs de shoot 'em ups clássicos.
  • Mangá animado que complementa a experiência.
  • Legendas em português

❌ Pontos Negativos

  • A dificuldade pode assustar quem não está acostumado com o gênero.
  • Algumas campanhas acabam ficando repetitivas.
  • Algumas fases poderiam ter mais variedade.
  • Cenários nem sempre são tão marcantes quanto os combates.
  • O jogo pode não agradar quem procura uma experiência mais casual.
  • Parte do conteúdo parece ter potencial para ser melhor aproveitada.

🎯 Conclusão

Truxton Extreme é um ótimo exemplo de como pegar uma fórmula clássica e tentar trazer essa experiência para uma nova geração.

Ele não abandona aquilo que tornou a série conhecida. Pelo contrário: mantém a ação rápida, os tiros por todos os lados, os chefes gigantes e aquela dificuldade que faz você querer tentar mais uma vez.

Ao mesmo tempo, o visual em 3D, os novos modos, a campanha com três personagens e a trilha sonora renovada ajudam a deixar a experiência mais atual.

Para mim, o grande problema está na repetição.

Depois de algumas horas, eu senti que algumas campanhas poderiam ter mais variedade. E dependendo do seu nível de experiência com shoot 'em ups, a dificuldade também pode ser um obstáculo.

Mas se você é fã de jogos de arcade, bullet hell e daqueles títulos que fazem você querer melhorar a cada tentativa, Truxton Extreme merece sua atenção.

Ele não tenta facilitar as coisas para você.

E talvez seja justamente essa a graça.

Você entra pensando que vai destruir alguns alienígenas e, alguns minutos depois, está tentando descobrir como conseguiu morrer pela quinta vez para o mesmo chefe.

E é aí que você percebe que já está querendo jogar de novo.


🎮 Minha gameplay

Confira também a minha gameplay de Truxton Extreme e veja de perto as fases, armas, chefes e toda essa loucura de tiros!

Minha gameplay:

Nota


E o que você achou do game?

Você já jogou Truxton Extreme?

Quero saber se você também curtiu essa mistura de visual moderno com aquela dificuldade clássica dos arcades.

Não esqueça de fazer um comentário! 👇






Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway Review – Vale a Pena?

 

REVIEW - Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway

Nome do Game: Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway

Data de lançamento: 14 de outubro de 2022

Gênero: Corrida / Arcade

Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e PC

Desenvolvedor: Bamtang Games

Estúdio/Publisher: GameMill Entertainment


Análise

Se você cresceu assistindo Nickelodeon ou simplesmente gosta daqueles jogos de corrida mais leves e divertidos, Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway é daqueles jogos que já começam tentando conquistar pela nostalgia.

E dessa vez a série realmente parece ter encontrado o caminho certo.

Depois de dois jogos, a Bamtang Games decidiu aumentar praticamente tudo: mais personagens, mais pistas, mais opções de personalização, mais modos de jogo e, finalmente, personagens com voz. O resultado é um jogo muito mais completo do que os anteriores.

E olha... isso faz bastante diferença.

Em Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway, você pode correr com mais de 40 personagens conhecidos do universo Nickelodeon, enquanto disputa corridas inspiradas em várias animações. Entre os destaques estão personagens de séries como Bob Esponja, As Tartarugas Ninja, Avatar: A Lenda de Aang e outras franquias conhecidas.

O mais legal é que o jogo não fica apenas naquela ideia de escolher um personagem e sair correndo.

Existe bastante coisa para desbloquear e personalizar. Você pode modificar seu veículo, escolher diferentes peças e até montar uma equipe de personagens que ajudam durante as corridas com habilidades de ataque e defesa.

E isso acaba dando uma camada de estratégia que eu não esperava encontrar aqui.

A corrida ficou mais divertida?

Sim, principalmente se você estiver jogando com amigos ou com a família.

A jogabilidade é simples de entender. Você acelera, faz drift, pega itens e tenta usar o slime da melhor maneira possível para ganhar vantagem.

Não é aquele tipo de jogo que exige horas para aprender a jogar. Você pega o controle e rapidamente já está disputando as primeiras corridas.

Por outro lado, é justamente aí que aparece uma das maiores limitações do jogo.

Se você já jogou muitos títulos do gênero, provavelmente vai sentir que Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway pega várias ideias que já vimos em outros kart racers.

Não chega a ser um problema enorme, porque as mecânicas funcionam, mas falta aquele elemento que faz você pensar: "isso aqui é diferente de tudo".

O próprio Metacritic mostra essa divisão entre os críticos. O jogo recebeu 70/100 no PS5, classificado como "Mixed or Average", enquanto no Nintendo Switch ficou em 64/100.

Muito conteúdo para aproveitar

Aqui está um dos pontos que mais gostei.

Nickelodeon Kart Racers 3 não parece estar tentando entregar apenas algumas corridas rápidas e pronto.

Existe uma quantidade bem grande de personagens, pistas, veículos, configurações e modos para experimentar. Isso ajuda bastante na longevidade, principalmente para quem gosta de desbloquear coisas e testar diferentes combinações.

Também existe multiplayer local e online, o que deixa o jogo ainda mais interessante para quem quer jogar acompanhado. No PC, por exemplo, a versão disponível na Steam conta com multiplayer online, tela dividida e suporte para partidas locais.

E vamos combinar: esse tipo de jogo fica muito mais divertido quando você coloca mais gente na mesma sala.

E os personagens?

Essa é provavelmente uma das maiores atrações do jogo.

Ter mais de 40 personagens já seria interessante, mas o fato de eles finalmente terem dublagem/vozes deixa tudo muito mais próximo da experiência que você espera de um jogo baseado em Nickelodeon.

Para quem tem carinho por essas animações, ver tantos personagens reunidos em um único jogo é muito divertido.

É aquele tipo de fan service que funciona.

Você começa escolhendo um personagem porque gosta dele e, quando percebe, já está testando outro só para ver como ele funciona.

Mas nem tudo é slime e diversão

Apesar de ser uma evolução clara em relação aos jogos anteriores, Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway ainda tem alguns problemas.

A inteligência artificial pode ser pouco desafiadora em determinados momentos, principalmente para quem já está acostumado com jogos de corrida desse estilo. Algumas análises também apontaram que a experiência pode perder um pouco da graça para jogadores que não têm ligação com as franquias Nickelodeon.

No Nintendo Switch, a situação técnica também chamou atenção. A Nintendo Life apontou quedas de desempenho durante as corridas, especialmente quando a tela fica cheia de efeitos e ação.

E existe outro detalhe: se você já possui Nickelodeon Kart Racers 2, talvez a sensação de novidade seja menor.

O terceiro jogo adiciona bastante coisa e é claramente mais completo, mas não reinventa o gênero.

Então, para quem já conhece a série, fica aquela pergunta: será que precisava ser um jogo novo ou poderia ter sido uma grande expansão?

Ainda assim, para quem está chegando agora, isso pesa bem menos.


✅ Pontos Positivos

  • Mais de 40 personagens de diferentes franquias Nickelodeon.
  • Personagens com vozes, algo que melhora bastante a experiência.
  • Grande quantidade de pistas, veículos e opções de personalização.
  • Vários modos de jogo.
  • Multiplayer local e online.
  • Jogabilidade fácil de aprender.
  • Ótima opção para jogar com amigos e família.
  • Bastante conteúdo para desbloquear.
  • É uma evolução clara em relação aos jogos anteriores.
  • A nostalgia das franquias Nickelodeon funciona muito bem.

❌ Pontos Negativos

  • Não traz muitas novidades para quem já conhece o gênero.
  • A inteligência artificial pode ser pouco desafiadora.
  • Alguns elementos parecem inspirados demais em outros kart racers.
  • O desempenho no Nintendo Switch pode sofrer com quedas de FPS.
  • Algumas pistas e mecânicas não são tão bem aproveitadas quanto poderiam.
  • Quem já jogou Nickelodeon Kart Racers 2 pode sentir que a evolução não é tão grande.
  • Jogadores que não têm ligação com os personagens Nickelodeon podem perder o interesse mais rapidamente.
  • Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway é, sem dúvida, o jogo mais completo da série.

E acho que essa é a melhor maneira de resumir a experiência.

A Bamtang Games pegou a base dos jogos anteriores, colocou muito mais conteúdo, adicionou dezenas de personagens, personalização, novos modos e finalmente colocou voz nos personagens. O resultado é uma experiência muito mais divertida e completa.

Ele não vai substituir Mario Kart ou se tornar o novo rei dos jogos de corrida de kart, e sinceramente, nem precisa.

O que ele faz é entregar uma experiência divertida para quem gosta de Nickelodeon, para quem curte jogos de corrida mais casuais e, principalmente, para quem quer jogar com amigos ou com a família.

E se você é fã de Bob Esponja, Tartarugas Ninja, Avatar e outras animações da Nickelodeon, existe um motivo ainda maior para dar uma chance.

Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway pode não ser perfeito, mas finalmente mostra o potencial que essa franquia tinha desde o começo.

Se você procura um kart racer leve, cheio de personagens conhecidos e com bastante conteúdo para desbloquear, aqui você provavelmente vai se divertir bastante.

Agora quero saber de você:

O que você achou de Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway?

Você já jogou algum dos games anteriores? E qual personagem da Nickelodeon você escolheria para disputar uma corrida?

Não esqueça de deixar seu comentário! 👇


🎮 Minha gameplay

Confira também a minha gameplay de Nickelodeon Kart Racers 3: Slime Speedway e veja na prática como estão as corridas, os personagens, as pistas e toda a diversão com o slime!

Minha gameplay:


Nota







sexta-feira, 21 de agosto de 2026

REVIEW - BLUE REFLECTION QUARTET

Nome do Game: Blue Reflection Quartet

Data de lançamento:  30 de Julho de 2026

Gênero: Compilação JRPG

Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e PC

Desenvolvedor: Koei Tecmo Games  

Estúdio: Koei Tecmo Games

Análise: 

💙 Uma coletânea emocional e mágica que reúne todo o universo BLUE REFLECTION num único pacote — perfeita para quem gosta de JRPG de garotas mágicas, laços, drama e introspecção.

BLUE REFLECTION Quartet junta todos os quatro pilares da série num só lugar:

BLUE REFLECTION (PS4/PC, 2017)

BLUE REFLECTION: Second Light

BLUE REFLECTION RAY (anime)

BLUE REFLECTION SUN (mobile

É, literalmente, o “pacote completo” da franquia uma forma de entrar ou revisitar o universo inteiro, com foco em emoção, laços entre personagens, drama adolescente, magia e aquele tom melancólico que define a série.

Quartet é uma celebração da série: tu tens acesso à história original de Hinako, à expansão de mundo e personagens em Second Light, à continuidade temática e emocional em RAY, e à perspectiva mobile de SUN, tudo dentro de um mesmo ecossistema.

Os jogos principais mantêm o estilo JRPG por turnos, com combate focado em habilidades mágicas, buffs, debuffs e sinergia entre Reflectors, sempre com forte ligação ao estado emocional das personagens.

A narrativa gira em torno de garotas que ganham poderes mágicos ao lidar com traumas, inseguranças e conflitos internos, usando esses poderes para proteger o mundo e, ao mesmo tempo, tentar se entender a si mesmas.

A estética é um dos pontos mais fortes: cores suaves, cenários etéreos, design de personagens delicado, tudo com aquela vibe de anime emocional e contemplativo.

O pacote funciona tanto para quem quer entrar na série pela primeira vez, quanto para quem quer ter tudo organizado num só lugar, especialmente em plataformas modernas como PS5, Switch e Steam.

Em termos de conteúdo, é massivo: dezenas de horas de história, desenvolvimento de personagens, momentos dramáticos, cenas calmas e batalhas mágicas.

Pontos Positivos

Quatro obras num só pacote jogo, sequência, anime e mobile.

Foco forte em personagens, emoções e relações.

Estética anime muito bem trabalhada.

Temas de identidade, trauma, amizade e superação.

Combate por turnos com boa camada estratégica (nos jogos).

Ótima porta de entrada para quem nunca jogou a série.

Conteúdo enorme, com muitas horas de história.

Pontos Negativos

É uma coletânea — não traz um jogo totalmente novo.

Ritmo lento em vários momentos.

Muito diálogo e introspecção — não é para quem quer ação constante.

Visual e sistemas mostram raízes de gerações anteriores.

Quem já jogou tudo pode sentir pouca novidade.

Falta de legendas em português

🎯 Conclusão

BLUE REFLECTION Quartet é menos “um novo jogo” e mais um grande abraço à franquia inteira.

Se tu gostas de JRPG emocional, garotas mágicas, drama adolescente bem escrito e histórias que falam de dor, amizade e crescimento, este pacote é uma forma excelente de viver tudo isso de uma vez.

Para quem já ama a série, é uma coletânea que faz sentido.

Para quem nunca tocou em BLUE REFLECTION, é provavelmente a melhor porta de entrada.

Nota 🌕🌕🌕🌕🌑

E o que você achou do game? Não esqueça de fazer um comentário!

Minha gameplay:



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